quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Páscoa em Estado Liquido


Páscoa (do hebraico Pessach), significando passagem através do grego Πάσχα é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa do Cristianismo. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo.

Então, uma feliz Páscoa a todos...


quarta-feira, 16 de Abril de 2014

Vinho, Quintas e Herdades - Herdade do Esporão e o Esporão Reserva Tinto


Esta semana, recomendamos a visita à Herdade do Esporão. Provavelmente já ouviu e leu, sobre esta Herdade, mas será que conhece a sua história e pontos de interesse? E os magníficos vinhos? 

Como é normal, a visita começa na sua garrafeira preferida www.estadoliquido.pt onde encontra uma loja online completa e de fácil utilização. Claro, que se pretende um atendimento pessoal personalizado, irá encontrar profissionais experientes, que prestam todo o apoio na escolha dos produtos mais indicados para si, entre as mais de 2.500 referências disponíveis num espaço com mais de 1.200 m2. 

De seguida, partimos para a Herdade. 

A Torre do  Esporão – Raízes Históricas 
A Torre do Esporão, uma das mais importantes torres construídas na passagem da Idade Média para a Idade Moderna, terá sido edificada pelo Morgado D. Álvaro Mendes de Vasconcelos, entre os anos 1457 e 1490, datas que correspondem, respectivamente, ao momento da posse do morgado e ao seu falecimento. Esta atribuição é do historiador José Pires Gonçalves, que teve em conta o projecto arquitectónico de implantação da Torre. 

Álvaro Mendes de Vasconcelos vinha de uma família nobre em ascensão ligada à poderosa Casa de Bragança – era cavaleiro da casa do Duque de Bragança e regedor da cidade de Évora. Entende-se, assim, a construção da Torre do Esporão como um sinal visível de erupção da pretensão aristocrática. Esta era uma necessidade de afirmação da nova linhagem que, entre outros sinais, tinha por hábito erguer uma torre ou casa forte como verdadeiros símbolos da sua afirmação na sociedade. 

A função primeira deste tipo de torres era a de habitação, mas nos finais do século XV as torres que existiam em Portugal dificilmente serviriam de morada permanente, uma vez que as suas dimensões eram muito reduzidas. Podiam também ter sido refúgios seguros para pessoas e bens, em caso de extrema necessidade. Mas, antes de tudo, eram um símbolo de senhorio e poder militar. 

A importância que as torres medievais voltaram a adquirir no final da Idade Média verifica-se essencialmente na existência da referida Ermida de Nossa Senhora dos Remédios: a sua presença indica não só que os seus possuidores tinham começado a fazer mais uso das torres espaçosas, mas também que existia uma certa sacralização do espaço em que se erguiam. 

Desenhando um quadrilátero de 14,40m por 10,9m, a planta da Torre do Esporão apresenta dimensões pouco usuais – é relativamente mais larga, quando comparada com construções antecedentes ou mesmo contemporâneas. No entanto, mais tarde, acabou por servir de modelo a outras torres, o que demonstra bem a influência que teve em posteriores construções de torres no Alentejo. 

A Torre do Esporão, Hoje 
A Torre do Esporão é o edifício mais importante e representativo de todo o conjunto que compõe a Herdade do Esporão. Hoje, no rés-do-chão da Torre pode visitar-se um Museu Arqueológico, onde estão expostos diversos achados do Esporão e peças do Povoado dos Perdigões. Localização Enquadrada na magnífica planície alentejana, a histórica cidade de Reguengos de Monsaraz é a localidade mais próxima da Herdade do Esporão. 

Situada a pouco mais de 180 quilómetros de distância de Lisboa, a Herdade do Esporão é uma propriedade histórica que possui uma identidade e património riquíssimo que data do século XIII, do ano já longínquo de 1267. Beneficiando de uma riqueza paisagística única onde se sobrepõem paisagens de montados, ribeiros, vinhas e olivais numa paisagem paradisíaca apurada por um grande lago central. As vinhas estendem-se por 460 hectares de terra em que predominam os solos derivados de xistos e granitos.

O tempo e a sabedoria do Homem conseguiram transformar esta paisagem serena em terra capaz de produzir vinhos e azeites de referência, construindo a reputação nacional e internacional da Herdade do Esporão de forma consistente.

Como é normal, torna-se complicado destacar um dos excelentes vinhos, mas para esta semana, recomendamos:

Castas - Aragonês, Trincadeira, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet.

Vinificação - Colheita em separado de cada casta, desengace, esmagamento, fermentação alcoólica com temperaturas controladas em pequenos lagares mecânicos (22 a 25 ºC), prensagem, seguindo-se a fermentação maloláctica em cuba de inox.

Cor - Límpido, cor densa e granada.

Aroma - Aroma intenso de especiarias e frutos vermelhos, com discretas notas a madeira, que lhe acrescentam complexidade.

Palato - Encorpado, elegante, boa densidade e cremoso. Com taninos firmes que indicam uma boa longevidade em garrafa.


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Vinho de Carcavelos reinicia internacionalização no Reino Unido


Já no século XIX o Duque de Wellington, que comandou as tropas anglo-portuguesas contra as invasões napoleónicas, deu a conhecer aos britânicos o vinho daquela zona de Lisboa.

O Reino Unido marca o início da internacionalização do vinho generoso de Carcavelos, produzido pela Câmara Municipal de Oeiras, que participou esta terça-feira numa prova de vinhos portugueses em Londres. "O vinho de Carcavelos ainda está na memória de muitos estrangeiros, em particular na dos ingleses", disse o enólogo Tiago Correia à agência Lusa. 

O início da popularidade remonta ao século XIX, quando o Duque de Wellington, que comandou as tropas anglo-portuguesas contra as invasões napoleónicas, levou de Portugal o gosto pelo vinho da região de Lisboa. De acordo com registos históricos, o vinho de Carcavelos chegou mesmo a ser o mais exportado para Inglaterra, superando o vinho do Porto. "Ainda é possível encontrar nas lojas de antiguidades gargantilhas de prata para garrafa com Carcavellos escrito com dois eles", revelou aquele responsável.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/vinho-de-carcavelos-reinicia-internacionalizacao-no-reino-unido

terça-feira, 15 de Abril de 2014

Gin SUL - Um Gin de Saudade


Os Botânicos
Os limões nos jardins da Costa Vicentina têm quase o tamanho de toranjas, sua casca é grossa e o seu sabor é inigualável e intenso. A qualidade supera a quantidade dos botânicos utilizados na nossa maceração. É esse o encanto singelo do GIN SUL, pelos excelentes zimbros selvagens ou o alecrim fresco. Mas o ingrediente que torna GIN SUL em algo realmente muito especial é a esteva. 

A Destilação 
O pequeno alambique de cobre utilizado, foi fabricado manualmente por mestres do seu ofício, no entanto só é utilizado pela metade. No acto da destilação todos os vapores do álcool têm que atravessar um cesto de metal, repleto de cascas frescas de limão, alecrim e botões de rosa. Suavemente, com muita cautela e com uma grande quantidade de botânicos frescos, assim se gera um Gin com características cítricas e de volume incorporado...um verdadeiro Gin. 

A Garrafa 
GIN SUL é engarrafado manualmente em garrafas típicas de barro de cor branca, sendo feitas de grés, são vitrificadas e finalmente impressas. O antepassado do Gin, Genebra, era engarrafado quase exclusivamente em cântaros de barro. Também os destilados são envelhecidos frequentemente em cântaros enormes. Com o advento da indústria vidreira este material natural passou de moda. 

O GIN SUL

GIN SUL é um Gin de Hamburgo com raízes portuguesas - uma declaração de amor a este país maravilhoso, o mais ocidental da Europa. 

Os botânicos selecionados, frescos e de muita qualidade, a destilação em lotes pequenos, características cítricas e mediterrâneas distinguem GIN SUL. 

Um Gin que volta a saber a Gin - puro, como Martini ou Gin Tonic. 

Desfrute de Gin Sul com uma boa água tónica, uma casca de limão, muito gelo e, de preferência, um pôr-do-sol junto ao Atlântico.




Para encomendar e o receber em 48 horas sem pagar portes de transporte, clique aqui


As 10 melhores ideias para reciclar Barris


História
O barril já vinha sendo usado para o armazenamento e transporte de vinho pelos povos da Mesopotâmia muitos séculos antes de Cristo, conforme relatos do historiador e geógrafo grego Heródoto (484-425aC). Os romanos começaram a utilizar barris de madeira por influência dos celtas. No século II da era cristã era comum o emprego de barris para o armazenamento de vinhoazeite e água. O emprego de barril para armazenar e transportar cachaça foi adoptado desde o começo da sua produção, no início do século XVII, até a década de 1930, quando, por Lei, sua comercialização foi permitida em recipientes de, no máximo, um litro. O armazenamento continuou a ser feito em barril principalmente durante o envelhecimento da bebida.

Algumas das melhores ideias para reciclar barris











sexta-feira, 11 de Abril de 2014

Plymouth Gin nomeado para prémio Iconic English Landmark


Como parte de uma nova campanha de turismo a Plymouth Gin Distillery foi nomeada para um prémio: Iconic English Landmark.

Uma das razões é porque remonta ao século 13. A destilaria, de propriedade da Chivas Brothers, concorre com outros nove finalistas na sua categoria (Food and Drink category of the Visit England Hall of Fame campaign). 


Plymouth Distillery produz o único gin Inglês com indicação geográfica (IG) .





Gin Plymouth Original English Dry  41,2º 

O gin Plymouth Original é um estilo único, produzido na cidade de Plymouth, no sudoeste da Inglaterra. 

Desde 1793 tem sido destilado de uma mistura única de sete plantas, água Dartmoor e álcool de cereais.

Premios
Medalha de Ouro no San Francisco World Spirits Competition 2006.
Medalha de Prata no The International Wine and Spirits Competition 2005.

Serve
Plymouth é ideal servido com água tónica, gelo e uma fatia de limão ou de lima.

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Vinho, Quintas e Herdades - Quinta da Bacalhôa e J.P Private Selection


Com o bom tempo que veio para ficar (assim se espera), nada como começar a planear os seus fins de semana. Se por um lado este bom tempo é agradável, para estar na praia ainda não é muito convidativo. A pensar na melhor solução para si, nada como ter o prazer e privilégio de conhecer locais como quintas e herdades que são os berços dos néctares que tanto ansiamos por degustar.

E, assim nasceu a ideia de escrever estes artigos, onde será recomendado um maravilhoso destino por semana. A viagem como é natural, começa com a degustação dos vinhos (para poder fazer as visitas com conhecimento de causa), e para isso será muito bem recebido na nossa imponente e distinta loja com mais de 1.200 m2, onde irá encontrar mais de 2.500 referências de produtos. Num ambiente acolhedor, será recebido por profissionais experientes, que o acompanham desde a sua chegada até à colocação dos produtos nas viaturas, que ficam estacionadas no parque privativo da empresa. Se preferir encomendar no conforto da sua casa ou durante uma pausa no seu trabalho, tem disponível a loja online em www.estadoliquido.pt

Depois, então, seguirá para a recomendação desta semana: Quinta da Bacalhôa

Considerada a mais bela quinta da primeira metade do século XV ainda existente em Portugal, a Quinta da Bacalhôa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa. Localizados em Azeitão, a Quinta e o famoso Palácio da Bacalhôa constituem um monumento artístico da maior relevância para o País.

No século XIV pertenceu, como quinta de recreio, a João, Infante de Portugal, filho do rei D. João I. Herdou-a sua filha Dona Brites, casada com o segundo Duque de Viseu e mãe do Rei D. D. Manuel I. Ainda hoje existem os edifícios, os muros com torreões de cúpulas aos gomos e também o grande tanque, beneficiações mandadas construir por Dona Brites.

Esta quinta viria a ser vendida em 1528 a D. Brás de Albuquerque, filho primogénito de D. Afonso de Albuquerque. O novo proprietário, além de ter enriquecido as construções com belos azulejos, mandou construir uma harmoniosa “casa de prazer”, junto ao lago, e dois robustos pavilhões, junto aos muros laterais. Nos finais do século XVI, esta quinta fazia parte do morgadio pertencente a D. Jerónimo Teles Barreto — descendente de Afonso de Albuquerque. Este morgadio — em que estava incluída a Quinta da Bacalhôa — viria a ser herdado por sua irmã, Dona Maria Mendonça de Albuquerque, casada com D. Jerónimo Manuel, conhecido pela alcunha de “Bacalhau”.

É muito provável que o nome “Bacalhôa”, pelo qual veio a ficar conhecida a antiga Quinta de Vila Fresca, em Azeitão, tenha tido origem no facto de a mulher de D. Jerónimo Manuel também ser designada da mesma forma sarcástica. Esta quinta ficou consagrada entre os tesouros artísticos de Portugal.

Em 1936, o Palácio da Bacalhôa foi comprado e restaurado por Orlena Scoville, de nacionalidade norte-americana, cujo neto encetou a missão de tornar a quinta num dos maiores produtores de vinho em Portugal, na década de 70 do século XX.

Actualmente a Quinta da Bacalhôa pertence à Fundação Berardo, liderada pela família Berardo, cujo patriarca é o Comendador José Berardo. 

Foi classificada pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) como Monumento Nacional em 1996.


E, então que vinho da quinta da Bacalhôa recomendamos hoje? Entre tantas e tão boas ofertas, desta vez destacamos:


JP Private Selection Tinto 2011

     Península de Setúbal



Cor: Tinto
Capacidade:
 750ml
Castas: Syrah, Castelão, Cabernet Sauvignon


Grau: 14% Vol.
Primeira Colheita: 1987

Vinificação: Produzido a partir das castas Syrah, Castelão e Cabernet sauvignon, plantadas na Península de Setúbal onde as uvas apresentam excelentes condições de maturação e que enaltecem a personalidade de cada uma das castas. As castas Castelão e Syrah encontram o "terroir" ideal para vinhos ricos, encorpados e cheios na boca, nas vinhas de baixa produção dos solos arenosos de Palmela.

Estágio:O vinho estagiou durante 9 meses em barricas de carvalho francês Allier.

Notas de Prova: Apresenta aromas e sabores de frutos encarnados bem marcados, como a ginja e a ameixa preta, com notas subtis de menta, especiarias e baunilha; os taninos suaves e finos estão bem presentes conferindo uma estrutura longa, cheia e complexa. Este vinho tem um ótimo potencial de envelhecimento em garrafa.

Gastronomia: Perna de Borrego

Temperatura de Serviço: 16 - 18 ºC

Sites de vinhos .vin e .wine geram polémica


Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), responsável pela regulação dos nomes de domínios da internet, congelou o processo por 60 dias.

O projeto de sites relacionados ao mundo do vinho terminados em ".vin" ou ".wine" ainda deverá decantar antes de ser concretizado, levantando novamente a preocupação da França pela proteção das denominações de origem de seus grandes vinhos.

O Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), responsável pela regulação dos nomes de domínios da internet, congelou o processo por 60 dias. O objetivo, segundo o organismo, é "dar mais tempo às partes envolvidas para negociar, o que elas são encorajadas a fazer".
O projeto gerou uma polémica entre os produtores de vinho, especialmente na Europa e na Califórnia.
Os viticultores estão preocupados com a proteção de denominações de origem controlada como "Bordeaux" ou "Napa". Eles temem, sobretudo, ter que pagar pelo registro de suas marcas com um endereço na internet terminado em ".vin" ou ".wine" caso queiram evitar que um impostor se aproprie do domínio.
Consultado pelo Icann, Jerôme Passa, professor da universidade Panthéon-Assas, ressaltou que "não há regra de direito sobre as indicações geográficas, nem um princípio geral que obrigue o Icann a rejeitar as candidaturas" para os dois novos endereços de domínio.
Uma comissão do Icann recomendou, contudo, levar em conta "questões legalmente complexas e politicamente sensíveis".
O governo francês reagiu à controvérsia nesta terça-feira ao anunciar que iniciará "um processo de consulta ao Icann" caso o organismo opte por "atribuir os nomes de domínio sem exigir a aplicação de medidas de proteção às indicações geográficas".
Tal decisão seria um "atentado à protecção das indicações geográficas e à informação correta dos consumidores", explicam os ministros franceses das Relações Exteriores e da Agricultura, Laurent Fabius e Stéphane Le Foll, em comunicando.
As vinícolas europeias que fazem parte da Federação Europeia de Vinhos de Origem Controlada (EFOW) se disseram "céticas" face ao novo prazo para negociações dado pelo Icann. Em comunicado, estes produtores disseram temer "a implementação imediata dos domínios '.vin' e '.wine'".
O pedido de autorização para o uso dos endereços ".vin" e ".wine" foi feito pela sociedade norte-americana Donuts Inc., que desde janeiro vende domínios como ".guru", ".bike" ou ".single". Os novos endereços vem sendo autorizados pelo Icann na tentativa de responder ao grande crescimento da internet.
in. exame.abril.com.br / Photo. esporao.com

quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Vinho Branco Invisível e Aromático

Ervideira Invisivel Branco Aragonez 2013

Casta: Aragonez. 

Produção: 12.000 garrafas. 

Teor alcoólico: 13% vol. 

Vinificação: Selecção dos melhores lotes de Aragonez resultantes de vindima nocturna (moon harvest). O mosto é transportado em camião frigorífico até à Adega, onde é conduzido por gravidade à câmara de frio, permanecendo a decantar durante 24h a baixas temperaturas. Após este processo, o mosto é inoculado com leveduras seleccionadas, decorrendo a fermentação à temperatura controlada de 12ºC, durante 15 dias. 

Notas de Prova: O potencial aromático do Aragonez, desenhou um vinho pleno de aromas de chá (Earl Grey), hortelã, casca de lima e salva. Na boca surge fresco, com boa acidez e uma estrutura final muito elegante. 

Gastronomia: Servir à temperatura com sushi, peixes fumados e mariscos.

Gin com botânicos extravagantes podem ser educativos

Em declarações ao spirits business numa degustação de gins a semana passada em Londres, Tom Nichol, mestre destilador do Gin Gordon, disse que apesar da controvérsia em torno do uso emergente de plantas não-tradicionais no gin, esse facto pode servir para aumentar a indústria do conhecimento.
"Eu apoio completamente qualquer destilador de gin que quer tentar usar botânicos extravagantes, desde que eles façam um bom produto", referiu Tom Nichol.
"Pessoalmente, eu não quero criar gins como esses e eu acho que a simplicidade é o melhor, mas se outra empresa o faz, e conseguem fazer excelentes gins, então isso é óptimo. Acredito que se possa aprender muito com essas empresas experimentais, e isso é um facto bom".
Qual a sua opinião, simples ou com botânicos extravagantes?


terça-feira, 8 de Abril de 2014

Smart. O copo que vai mudar o mundo dos vinhos

Smart. O copo que vai mudar o mundo dos vinhos

O Adegga criou um copo de vinho inteligente que envia informação sobre os vinhos provados para o e-mail de cada provador.


O conceito é simples: um cliente/consumidor de vinho vai a uma feira. Paga a entrada - que normalmente inclui um copo de vidro para fazer as provas - e experimenta os vinhos que queira. Conhece produtores. Tenta memorizar marcas. Recolhe cartões-de-visita. Depois, já em casa, chega o dia em que quer comprar aquele vinho de que gostou para acompanhar o jantar mas… não se lembra do nome, da marca ou do produtor. 
Com o Smart Wine Glass, um copo de vinho com memória fica tudo registado e a informação ao alcance de um clique.
in. dinheirovivo.pt





A semana em revista

A semana em revista. Veja em fotografias os principais acontecimentos sobre vinho e espirituosos da semana passada. 

A semana começou em França na prova de um vinho tinto muito generoso. De seguida fomos ao Brasil, onde além de provar cachaças soubemos de um história sobre nomes muito original e divertida. Cruzamos o Mundo e viajámos até à Rússia, passando por Paris para ver as melhores decorações de mesa, de forma a surpreender os convidados tanto com os vinhos, como com a apresentação da mesa. 


Cachaça - Aproveitar o Mundial para se revitalizar



Uma mesa bem decorada e apelativa



Um Tinto Francês generoso e equilibrado



Paixão por vinho faz pais darem nomes de Syrah Luiza, João Malbec e Natasha Chardonnay aos filhos



Revelado o vencedor do cocktail Simplista Vodka Stolichnaya

  


segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Portugal e o Mundo - Os números do vinho e da vinha


Ter vinha e ter produção é uma coisa; beber o vinho é outra. Os maiores consumidores de vinho do Mundo são a França e os Estados Unidos, praticamente lado a lado, com volumes na ordem dos três mil milhões de litros por ano. A Itália vem a seguir, com cerca de 2,2 mil milhões. Portugal surge em 11º lugar, com cerca de 455 milhões de litros. Este números dizem pouco, porque estão relacionados, como é evidente, com a população do país.

Mais significativo é o consumo per capita e aqui, Portugal se destaca em força. Na verdade, o português é o terceiro maior consumidor mundial de vinho, logo abaixo do Luxemburguês (cuja população tem uma boa percentagem de portugueses) e da França. Em média um Luxemburguês consumiu por ano mais de 50 litros de vinho. Falamos de médias, claro, Se retirarmos desta equação a população que não bebe (abstémios, jovens, idosos, doentes, etc...) facilmente chegamos à conclusão de que alguns habitantes deste país devem beber 200 ou mais litros por ano.

Em Portugal o consumo médio per capita em 2012 foi de 42.5 litros.

Curiosidades
Se a China e a India consumissem tanto como Portugal (litros per capita) não haveria vinho suficiente no Mundo para os abastecer.

Portugal é líder mundial na percentagem da área do país dedicada à vinha.

Portugal tem a 7ª maior área de vinha mas é apenas o 11º produtor de vinho.

Países com maior área de vinha
País                             Área (milhares hectares)
1. Espanha                   1018
2. França                       800
3. Itália                          769
4. China                        570
5. Turquia                     517
6. Estados Unidos         407
7. Portugal                    239
8. Argentina                  221
9. Chile                         205
10. Roménia                 205

Países com maior percentagem de área de vinha
País                                     % da área*
1. Portugal                                 2.59%
2. Itália                                      2.55%
3. Espanha                                 2.01%
4. França                                   1.45%
5. Roménia                                0.86%
6. Turquia                                  0.66%
7. Chile                                      0.27%
8. Argentina                               0.08%
9. China                                     0.06%
10. Estados Unidos                    0.04%
*face à superfície total do país

fonte. revistadevinhos impressa



Mateus sobe sete lugares na lista das marcas mais admiradas do mundo


Só há um vinho português na lista anual das 50 Marcas de Vinho Mais Admiradas do Mundo, mas está a subir nas preferências. Depois de ter ocupado a 44ª posição em 2013, a Mateus, marca da Sogrape, trepou sete lugares para o 37º posto. Sinal da crescente popularidade dos vinhos rosé e do trabalho de promoção levado a cabo no mercado global, esta popularidade crescente da Mateus “é motivo de satisfação e orgulho” para a empresa.

A eleição das 50 Marcas, promovida pela revista “Drinks International”, recolhe votos de mais de 200 profissionais do sector vinícola, incluindo Masters of Wine, consultores, escritores, retalhistas, educadores, compradores e críticos. Holly Motion, a editora deste suplemento especial, salientou que este ano a votação foi “mais robusta”, uma vez que “o número de membros da academia quadriplicou” e a “pesquisa expandiu-se”. O resultado foi o aparecimento de novos nomes e alterações sensíveis na classificação.

A lista é encabeçada pela marca espanhola Torres (que fora segunda em 2013), seguindo-se, até ao 10º lugar, a Casillero del Diablo (líder no ano passado; Chile), Château Latour (França), Tignanello (Itália), Penfolds (Austrália), Château d’Yquem (França), Château Margaux (França), Cloudy Bay (Nova Zelândia), Guigal (França) e Vega Sicilia (Espanha). Ao todo, 13 países estão representados na classificação, com destaque para a França (15 marcas), Austrália (8) e Espanha (7). Seguem-se Chile (5), EUA (5), Itália (2), Nova Zelândia (2), África do Sul, Argentina, Canadá, Hungria, Líbano e Portugal (todos com 1).

in.revistadevinhos

quinta-feira, 3 de Abril de 2014

Vinho Branco - 2 vieram de Lisboa e 1 do Alentejo - São os 3 uma excelente escolha

A chegar o bom tempo (assim se espera), voltamos a preparar a churrasqueira para grelhar um belo peixe. E nada como se começar a preparar a garrafeira de casa com uns bons brancos. Para recomendar todos os vinhos brancos que merecem estar na sua garrafeira, seria necessário fazer muitos, mas muitos mais posts. Ficam 3 das muitas sugestões disponíveis.

Tipo de vinho: 
Branco

Prova: 
Cega

Condições da prova: 
Vinhos servidos a 12 graus


 Quinta de Chocapalha 2012

Enólogos(as): Diogo Sepúlveda, Sandra Tavares da Silva. 
Produtor: Quinta de Chocapalha. 
Teor alcoólico: 13,0%. 
Castas: 29% Arinto, 71% Viosinho. 
Foram produzidas apenas 3.200 garrafas.

Cor: Citrina 
Aroma: Este vinho muito aromático e fresco, apresenta um aroma com notas cítricas, florais e algumas tropicais, provenientes da casta Viosinho. 
Prova: Na boca, é um vinho intenso, elegante, com um bom comprimento e uma persistência equilibrada.

 Pêra-Manca 2011

Provenientes das vinhas da Fundação Eugénio de Almeida, as castas utilizadas (alentejanas, consagradas e recomendadas para a Denominação de Origem Controlada Alentejo) nos Pera Manca branco e Pera Manca tinto conferem a estes vinhos personalidades bem marcadas e estilos muito próprios. Produzido a partir das castas Antão Vaz e Arinto. Depois de colhidas, parte das uvas fermentam em depósito de aço inox e a outra parte em barricas de carvalho francês, a temperatura controlada. Após a fermentação, segue-se um estágio de 10 a 12 meses sobre borras finas com batonage. Por último, o vinho beneficia de um estágio final em garrafa durante 6 meses. 14% Vol

Fruta branca, vegetal seco, suaves notas fumadas, muito elegante e proporcionado. Grande mas fresco e cremoso, com acidez viva, corpo médio, boa estrutura, final puro e focado, com ligeiros amargos. Um branco de eleição.



 Casal Figueira António 2012

Este vinho é feito de vinhas velhas de Vital, casta autóctone da região de Lisboa, sob clima Atlântico e solo calcário. 
750 ml 
12.5%Vol 
Contém sulfitos

 Fruta amarela bem madura, ligeiros achocolatados e um pouco de menta, ervas apimentadas a dar complexidade e sedução. 

Cremoso, muito equilibrado, com acidez no ponto, minerais finos, final delicado e longo.





Estas são 3 sugestões entre as mais de 200 que podiam e mereciam também aqui estar. Se deseja saber mais sobre outros excelentes vinhos brancos, clique aqui

quarta-feira, 2 de Abril de 2014

5 Gins de prova obrigatória - Descrição e serve recomendado




O gin é realmente um prazer que está ao alcance de todos, e cada vez mais os consumidores gostam de novas experiências, recorrendo por isso a gins diferentes dos que provam normalmente. O que propomos é que se ainda não teve o prazer de degustar estes gins, que se atreva, irá ficar agradado.


Gin London Dry Gin Pink 47

Destilado com 12 plantas cuidadosamente seleccionadas de todo o Mundo. Bagas de zimbro italianas são a base clássica, suportada por dois tipos diferentes de "Angélica" e "coentros".

As frutas cítricas e amêndoas de Espanha estão habilmente equilibradas com a noz moscada do oeste africano e com várias especiarias exóticas do oriente.

Serve recomendado: Casca de limão


Gin Fifty Pounds

O gin Fifty Pounds surgiu em meados do século XVIII, numa época em que a importação de álcool para o Reino Unido era proibido, e surgiu então este gin inglês.

O paladar é deliciosamente seco com zimbro e seguido pelas especiarias escolhidas "a dedo", onde se incluem: pimenta, anis e ervas frescas. O final é longo e profundamente sublime.

Serve recomendado: Twist de limão, rodela de laranja e menta


Gin Ish

Gin seco, um estilo tradicional de Londres, mas com uma dose extra de zimbro. É um gin muito "British", ideal para gins tónicos ou martinis secos.

Como curiosidade, ISH significa Irresistable Scandalous Hallmark.

Serve recomendado: Twist de laranja


Gin Nº 209

O zimbro, coentro da Roménia, limão da Guatemala, canela cássia da Indonésia, bergamota da Calábria e laranja são os ingredientes principais do Nº 209. Ingredientes de 4 continentes para criar segundo muitos especialistas, um dos melhores gins do Mundo. O Nº 209 é destilado por 5 vezes para utilizar apenas o "coração" do precioso líquido.

Todos os lotes são feitos à mão com o método "single shot" que entre outros cuidados o tornam num gin diferente de qualquer outro.

Serve recomendado: Rodela de toranja



Gin Macaronesian

Gin de origem vulcânica no meio do atlântico. As ilhas Canárias, como igualmente os Açores, Madeira, Cabo Verde e as ilhas Selvagens, formam a região da mitologia grega que era chamada de Macaronésia. No seu microclima proliferam uma selecção de plantas que dá origem a este excelente, maravilhoso e altamente recomendado gin.

Um gin singular e soberbo.

Serve recomendado: Twist de limão e hortelã


Para conhecer melhor e encomendar online estes gins ou outros da sua preferência, visite a loja online com a maior variedade em www.estadoliquido.pt

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terça-feira, 1 de Abril de 2014

"Syrah" que é mesmo um excelente tinto?

Syrah da Peceguina Tinto 2010

Vinho Tinto da região do Alentejo, 100% Syrah. 


Um Syrah maciço proveniente de uma vinha com 27 hectares em solo Xistoso. 

Uvas colhidas manualmente para caixas de 12kg e criteriosamente seleccionadas na mesa de escolha. 

A fermentação ocorreu em lagar a temperatura controlada com várias pisas durante todo o processo. 

Estágio de 12 meses em barricas novas de carvalho francês. 

Teor Álcool: 15,5% 
Acidez Total: 5.8 g/l em ácido tartárico 
pH: 3.51

Um vinho impetuoso, viril e carnudo, deleita-nos com o seu fruto maduro e impressiona com o seu corpo.

Confirmado, é mesmo um excelente vinho tinto...Recomendado...

Uma mesa bem decorada e apelativa

Uma mesa bem decorada e apelativa, fala por si mesma. Quando pretendemos surpreender e colocamos as nossas melhores habilidades a fazer uns pratos de comida (especiais, claro), escolhemos um bom vinho, é igualmente importante dar um toque especial à mesa onde se vai degustar a comida, o vinho e certamente passar um bom tempo a conversar.

Primeiro e antecipadamente deve escolher o vinho adequado e para o ajudar pode contar com os especialistas em www.estadoliquido.pt em relação à decoração da mesa, ficam algumas sugestões para a(o) inspirar...