Vila Real grande reserva branco - Um vinho de classe internacional

Vila Real Grande Reserva Branco

Castas
Viosinho, Fernão Pires, Malvasia Fina. 


O Vinho
Selecção das melhores uvas de vinhas de altitude em vinhas velhas, estas vinhas são cuidadosamente acompanhadas pelo técnico de viticultura da adega durante todo o ciclo vegetativo.

Prova
Aroma concentrado, mineral, fermentação em barrica, volume de boca, textura aveludada, final longo. Aroma fresco e muito complexo, muito intenso, fruta muito bem casada com as notas finas de barrica e borra provenientes do longo estágio em "batonnâge". 

Na boca surpreende pela explosão de aromas e final muito longo. Vinho produzido a partir de uma rigorosa selecção de uvas em vinhas muito velhas em altitude de sócios seleccionados.

Gastronomia
Excelente com queijos de ovelha curados de Trás-os-Montes, assados de sabor vincado, alheira de caça grelhada, bacalhau com ovos. 


Serviço
Servir a 8º-10ºC.

Encomendar
Clique em: www.estadoliquido.pt / Vila Real - Grande Reserva Branco 

VilaFlor Reserva 2009

VilaFlor Reserva 2009 - "...com suor te faço e com amor te bebo..."

Castas
Touriga Nacional; Tinto Cão; Touriga Franca e Tinta Roriz.

Estágio
Dez meses em barricas de carvalho francês.

Enólogo
Luis Soares Duarte.

Prova
Cor ruby intenso, com notas de frutos silvestres de baga, boa frescura e especiaria. Na boca é volumoso, com notas abaunilhadas da barrica, boa fruta e final longo.

Acompanha na perfeição pratos de carne vermelha, caça, peixes gordos assados e queijos fortes.

Casa Burmester - Touriga Nacional

Casa Burmester - Touriga Nacional 

Enólogo
Francisco Gonçalves e Pedro Sá.

Castas
Touriga Nacional.

Prova
Muito boa expressão aromática, com as notas florais muito bem combinadas com a fruta madura mas muito elegante, num fundo de esteva e mato. Na boca é um vinho encorpado e volumoso, com taninos finos e uma estrutura muito agradável, no paladar destacam-se os frutos pretos, bem como algumas especiarias e um leve toque de caramelo, num fundo dominado pela madeira, muito bem integrada, resultando num vinho cheio de personalidade, o final de boca é prolongado.

Herdade dos Grous 23 Barricas

Herdade dos Grous 23 Barricas

Grou
Elegante o Grou é venerado pela sua graça e beleza e pelas suas árduas migrações de longa distância. 

Vinho
Este Herdade dos Grous 23 barricas apresenta o melhor de duas castas: Syrah (60%) e Touriga Nacional (40%). Selecção manual em mesa de triagem. Inoculação com leveduras seleccionadas. Fermentação em lagares com maceração prolongada. Finalização da fermentação alcoólica, fermentação maloláctica e estágio em barricas novas de carvalho francês durante 12 meses.

Prova
Cor granada profunda. Aroma complexo proveniente do estágio em madeira. Sabor rico, profundo, de perfil elegante, fresco e delicado. Final prolongado. Um vinho criado à semelhança do Grou. 

Ideal para pratos sofisticados de cozinha mediterrânica, servido a uma temperatura de 14 a 16ºC.

Encomenda
Simples e segura em www.estadoliquido.pt / Herdade dos Grous 23 Barricas

Mouchão Colheitas Antigas 2003


O Vinho
Um vinho único e exclusivo, com uma edição muito limitada, produzido na icónica adega alentejana, que reúne o perfil e carácter típicos da região com selo de garantia Mouchão, reforçando a sua posição de produtor de referência no Alentejo.

O projecto Colheitas Antigas, do qual a Herdade do Mouchão é pioneira em Portugal, é marcado pela longevidade e pelo enorme potencial de envelhecimento em garrafa.

A Prova
Mouchão Colheitas Antigas 2003 apresenta uma cor granada intensa, com tons de noz e um aroma com notas de menta e eucalipto. 

Um vinho que revela um grande equilíbrio sugerindo uma estrutura marcante com personalidade forte. 

No palato, assume uma agradável acidez e uma longa e elegante persistência assente numa grande concentração de sedosos taninos. 

Gastronomia
Disponível em quantidades muito restritas, o Colheitas Antigas 2003 harmoniza na perfeição com um assado repleto de vegetais, sendo também um excelente acompanhante para queijos amanteigados.


Vinhos - O que é Bâtonnage? Video demonstrativo

Bâtonnage trata-se de "agitar" o vinho através de uma vara, para reportar em superfície as borras que se depositam no fundo das barricas. Normalmente esta acção se faz depois da fermentação alcoólica e serve para aumentar o corpo e perfume dos vinhos. 

Veja o video onde modificaram uma barrica, substituindo a tampa de madeira por uma de vidro, e com isso tornou-se possível mostrar o que acontece.



EN
Have you ever wondered what happens inside a wine barrel? Watch Jordan Winery's Cellar Master Patrick Fallon perform battonage (the stirring of the Chardonnay lees) inside a demonstration wine barrel. This special barrel was created to show our daily tour and tasting guests the important winemaking process of battonage perfomed on our Chardonnay.




Exemplo de um vinho que passou por este processo.


Cabriz Encruzado 2013

A casta Encruzado encontra no Dão o seu terrroir de excelência, pelo carácter e originalidade que imprime aos vinhos. 

Para enaltecer as suas características sensoriais, parte do vinho fermentou em barricas novas e faz bâtonnage. 

Frutado, elegante, harmonioso, a sua frescura final confere-lhe boa aptidão gastronómica. 

A sua finura e viva acidez citrina torna-o especialmente indicado para mariscos e peixes delicados e de sabor sofisticado, confeccionados com molhos: lagosta ou lavagante, salmonete, robalo ou linguado, por exemplo.


Saber mais ou encomendar online em www.estadoliquido.pt

Torre do Esporão 2007 - Elegância e persistência notável

Como introdução, podemos logo deduzir que se o Robert Parker atribuiu 95 pontos a este Esporão, imaginamos desde logo a magnifica e memorável prova que nos espera.


Castas: Aragonês, Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Syrah. 

Estagiou durante 18 meses em barricas. Seguiram-se 3 anos de estágio em garrafa.

Este vinho resulta de pequenos e imensuráveis detalhes, cuja conjugação permitiu expressar a originalidade do seu terroir. O ano 2007 é um dos melhores anos da década e ficou caracterizado por uma primavera muito fresca, o que permitiu uma evolução lenta e gradual da maturação das uvas. A colheita decorreu também com temperaturas amenas, o que resultou num melhor desenvolvimento dos aromas e sabores. 

Cor: Denso quase opaco. 
Aroma: Aroma austero e fechado com subtis notas de grafite. 
Palato: Compacto na boca, muito extracto, excelente tanino, firme e musculado, final longo cheio de carácter. 
Data ideal de consumo: 2012 a 2020.


Critica Internacional
Considerado um dos mais influentes críticos de vinhos do mundo, Robert Parker considerou o vinho Torre 2007 como “outstanding”.

Mark Squires, provador de Robert Parker para Portugal, considera o Torre 2007 um vinho com “grande estrutura e complexidade, com taninos bem presentes, demonstrando alto potencial de envelhecimento”.
O crítico destaca o seu longo estágio em barrica e garrafa, que lhe permite apresentar “paladar e aromas maduros”, com uma “elegância e persistência notáveis”, equiparando o seu perfil aos melhores vinhos de Bordeaux (França) e Ribera del Duero (Espanha).


Robert Parker é um dos mais influentes críticos de vinhos do mundo, sendo há mais de 30 anos editor da revista norte-americana The Wine Advocate. Parker definiu o seu próprio sistema de avaliação de vinhos, numa escala de 0 a 100 (95 para este Torre do Esporão) que denomina por “The Wine Advocate Rating System”.


EN
This wine is the result of small and immeasurable details which combine to express the originality of its terroir.

The year 2007 is one of the best years of the last decade and was characterized by a very cool spring, which allowed a slow and gradual maturation of the grapes. The harvest took place also with mild temperatures, which resulted in a better development of aromas and flavors.

Grapes Varieties: Aragonês, Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Syrah.

Maturation: 18 months ageing in new oak barrels.3 years bottle ageing before market release.

Colour: Dark, dense, almost opaque.
Aroma: Austere aromas of dark stone fruits, grafite notes.
Palate: Solid and compact palate, fine tannins, firm and muscular with great character, long finish.
Ideal Consumption Date: 2012 to 2020

ESPORÃO’S TORRE 2007 SCORES 95 POINTS FROM CRITIC ROBERT PARKER

Considered one of the world’s most influential wine critics, Robert Parker classified the Torre 2007 wine as “outstanding”.

According to Mark Squires, Robert Parker’s taster for Portugal, the Torre 2007 wine has “great structure and complexity, with bold tannins, demonstrating great ageing potential”.

The critic highlights the time the wine spent maturing in oak and in the bottle, which lends it a “mature palate and aromas”, with “remarkable elegance and persistence”, comparing it to the best Bordeaux (France) and Ribera del Duero (Spain) wines.

Brett Edition Tinto

Um vinho exuberante a pedir e merecer a sua prova, conheça melhor este Brett Edition Tinto.

Castas
100% Syrah. 

Envelhecimento
16 meses em barricas novas de carvalho francês. 

Enólogo
António Maçanita.

A Prova
Cor violeta-ruby, concentrado. Nariz exuberante, aromas a lembrar caixa de cigarros, couro, especiarias e groselhas pretas. Ataque redondo, suave e rico, boa frescura e persistência no final da boca. 

Gastronomia
Acompanha bem pratos com notas de torrefacção, como assados no forno de carnes vermelhas ou caça e também combinações de carne com compotas de frutos pretos. Combina de forma fantástica com queijo, desde um cremoso "Azeitão" a um tradicional "Roquefort".



Para saber mais: (clique aqui)


EN

Grapes varieties: Syrah. 

Winemaker: Antonio Maçanita. 

Far from being consensual "Brett", divides amateurs and wine connoisseurs in a disagreement that yet has to reach its conclusion. "Brett" is the short name for the wild yeast Brettanomyces / Dekkera, capable of producing aromas in the wine, variously described as horse sweat and leather. 

Defect or virtue? It is known as an aromatic component of many classic wines. However for some, the aroma is considered as an inexcusable defect. This last edition of Brett, is a case where onology let nature take the lead by ageing part of the wine in barrels used in the in the first edition. 

The result is a multi-dimensional wine with layers of complexity normally only achieved after several years of bottle age.



Scala Coeli Syrah 2010 - Vinho elegante

O Scala Coeli Tinto 2010 resulta das melhores vinificações das castas “estrangeiras” à região, como a Syrah. 

As uvas passaram por um processo de maceração pré-fermentativa a frio, seguida de fermentação alcoólica à temperatura de 28ºC e de maceração prolongada. Período de encuba total de quarenta dias e estágio de quinze meses em barricas novas de carvalho francês.

De cor granada, o Scala Coeli Tinto 2010 apresenta um aroma intenso e elegante. Na boca apresenta uma excelente estrutura com taninos suaves, boa acidez, terminando com ampla sensação de volume.

Enólogo: Pedro Baptista

Medalha de Ouro da 37ª edição do Challenge International du Vin, o mais antigo concurso internacional de vinhos.

Veja mais na sua loja online em: www.estadoliquido.pt / Vinho Premiado








Solar dos Lobos Syrah 2011 - Harmonioso e inspirador

Uma família tradicional alentejana, com uma paixão enorme por vinhos, inicia em 2005 a produção dos seus próprios vinhos na Herdade Vale D’Anta (Redondo), junto à harmoniosa e inspiradora Serra D’Ossa. Aqui nascem os vinhos Solar dos Lobos!

No inicio de 2014 veio a público o novíssimo Solar dos Lobos Syrah 2011, carregado de amor e luxúria, que a casta "amante" francesa oferece.

É uma vez mais da responsabilidade da enóloga Susana Esteban, eleita a Melhor Enóloga do Ano 2011.

A Prova

Vinho de corpo inteiro, com personalidade vincada e dentro da linha dos varietais de Solar dos Lobos. Este varietal Syrah de cor viva com notas azuis profundas, é de aroma muito intenso a fruta e chocolates negros que não tapam as notas de madeira de carvalho francês bem presentes.

Encomendas online em: www.estadoliquido.pt/Solar dos Lobos Syrah

Herdade Dos Grous Reserva Branco 2012

Os vinhos da Herdade dos Grous apresentam uma forte personalidade evidenciando as características do terroir da Herdade dos Grous. Marcados pela frescura e pela franqueza da fruta, no caso dos vinhos brancos são de uma grande riqueza aromática. Este Branco Reserva é um vinho, que nos oferece ainda uma maior estrutura.

Intervenções culturais criteriosamente adaptadas a cada casta e parcela para a produção de excelente qualidade de fruta. Aplicação de um limite máximo de produção por cepa através de monda de cachos. toda a colheita é cuidadosamente seleccionada e trasnsportada em caixas de 25Kg até a adega.

Castas

Antão Vaz, Verdelho e Viognier Antão Vaz, casta mais tardia, foi vindimada a 10 de Setembro ao contrário do Viognier e do Verdelho que foram colhidos a 27 e 29 de Setembro respectivamente. 

Notas de Prova

Cor dourada. Aroma de fruta que sugere pêssego e lima bem integrado com notas de baunilha provenientes da madeira onde fermentou. Sabor rico em fruta, fino, mineral e com bom volume de boca. 

Serviço

Deve ser servido a uma temperatura de 10-12ºC. 

Gastronomia

Acompanha pratos ricos de peixe e carnes brancas

Para os almoços de Domingo - Peceguina Tinto e Branco

Chegando agora a altura do ano em que os almoços de Domingo se estendem em longas e agradáveis conversas, nada como levar à mesa para acompanhar em beleza o almoço, um vinho magnifico e que dá uma grande prova. Para agradar a todos, existe a solução de adquirir o Tinto Peceguina e o Branco Peceguina em conjunto.

Conjunto Monte da Peceguina Tinto e Branco.
http://estadoliquido.pt/pt/garrafeira/go/ConjMontedaPeceguinaTintoBranco2gfs
Monte da Peceguina Tinto
Uvas colhidas manualmente para caixas de 12Kg e criteriosamente seleccionadas na mesa de escolha. A fermentação ocorreu em lagar a temperatura controlada com várias pisas durante o todo o processo. Estágio parcial de 9 meses em barricas de carvalho francês.

Castas: Tinta Miúda, Trincadeira, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Syrah, Alicante Bouschet e Aragonez.
Teor Álcool: 14%

Monte da Peceguina Branco
Castas: Antão Vaz, Verdelho, Arinto e Roupeiro.

Colheita manual às primeiras horas do dia para caixas de 12Kg. Após selecção e triagem as uvas foram desengaçadas e suavemente prensadas. A fermentação ocorreu em cubas de inox a temperatura controlada.
13.0%Vol.

Prova - Monte da Peceguina Tinto
Apresenta uma cor vermelha com laivos violetas. Notas de fruta vermelha fresca e algum floral sobressaem num fundo especiado e tostado. Boa presença na boca sem pesar demasiado. Equilíbrio entre fruta e madeira num conjunto fresco e complexo que pede algum tempo de garrafa.

Prova - Monte da Peceguina Branco
Apresenta uma cor maravilhosa. Nariz atraente onde sobressai a fruta, nuances minerais e algum floral dão complexidade ao conjunto. Estruturado na boca, mas equilibrado pela boa acidez. Final de boca fresco e prolongado.

Beyra Tinto - Um vinho gastronómico

O Enólogo 
“O enólogo Rui Madeira, que divide a sua paixão pelos vinhos com um sentimento idêntico em relação aos azeites, tem o seu nome ligado a produtos de alta qualidade e vendidos a preços muito sensatos.” 
David Lopes Ramos - Público (2005). 

“Rui Roboredo Madeira faz parte de uma nova geração de portugueses que estão a marcar o ritmo para a crescente qualidade dos vinhos de mesa do país.” 
Kim Marcus - Wine Spectator (2003).

Principais Prémios 
TOP 10 Star Award – Vinexpo (Bordeaux) 2003 
Best White Wine – Councours Mondial de Bruxelles 2009 
TOP 10 Wine Spectator 2010 




Beyra Tinto - O vinho 
Castas
Vinho jovem que foi produzido com uvas das castas Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) e Touriga Nacional.

Solos

Graniticos e xistosos com filões de quartzo.

Origem

Uvas com origem em vinhas plantadas no planalto da Beira Interior, a uma altitude média de 700 metros.

Vinificação

Uvas colhidas à mão, recepção com desengace total e esmagamento de imediato. Fermentação entre os 22 - 26 ºC durante 7 dias com maceração suave.

Estágio

Estágio durante 1 ano em cubas de aço inox até ao engarrafamento.

Álcool: 12,5% / pH: 3,8 / Acidez Total: 4,65 g/dm / Açucares Redutores: 8,6 g/dm.


Notas de prova
Aroma e sabor muito intenso, reflecte bem a região e a altitude. Carácter mineral dos vinhos de altitude, com frutos silvestres e especiarias. Fresco e muito elegante, com um final longo. Muito gastronómico. 
Um vinho que fica na memória. A alma deste vinho está na combinação única entre uvas das castas Alfrocheiro, Aragonez, Jaen e Touriga Nacional, de vinhas plantadas em solos graníticos e xistosos com filões de quartzo, na bacia hidrográfica do rio Douro a uma altitude média de 700 metros. 

Gastronomia

Experimente-o com pratos de cozinha mediterrânica de sabor intenso.


Mais vinhos Beyra

Beyra Superior Tinto


EN
Young wine / 12 months ageing in stainless steel vats / Grape varieties: Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) and Touriga Nacional / Granite and schist soils with quartz veins.

Fruity aroma with very elegant and discreet minerality. Berries and spices, fresh, with a fruity lasting finish. The soul of this wine lies in the unique combination of the Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) e Touriga Nacional grape varieties, from old vines planted in granite and schist soils with quartz veins, in the Douro River’s hydrographical basin, at an average altitude of 700 metres above sea level.

Enjoy with Mediterranean cuisine.

Manoella Tinto 2012 - Fresco e delicado

O mais novo descendente da linha de vinhos idealizada por Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio, os criadores do famoso Pintas. Esta propriedade pertence à família Serôdio Borges há mais de 200 anos e o casal teve o privilégio de receber esta herança em 2008 e assim dar seguimento à longa tradição familiar. 

O grande desafio presente em todos os vinhos da Wine & Soul é atingir o equilíbrio entre a concentração e a frescura que as uvas do Douro proporcionam.

O Manoella Tinto é produzido a partir das castas Touriga Nacional (60%) - Touriga Franca (25%) - Tinta Roriz (10%) e Tinta Francisca (5%).

750 ml - 14% Vol.

Um estilo e uma filosofia completamente diferente dos vinhos Pintas. São vinhos não tão amplos e não tão opulentos como os Pintas, mas ao invés, são de uma frescura e delicadeza, compensadoras, e de uma concentração fenomenal que se obtém a partir das vinhas velhas. 

Um vinho com presença que não desaponta e merece a sua prova.


Mouchão Tinto 2009


Uma escolha obrigatória e que se torna numa verdadeira comemoração quando o degustamos. O melhor do Alicante e do que se faz no Alentejo. Um vinho que nos enche a alma. Num mundo enológico em constante evolução, a Herdade do Mouchão mantém-se como sempre foi, uma tradição de família.

É o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão. É desenhado com base na casta Alicante Bouschet que encontrou na Herdade do Mouchão um “terroir” de eleição e que lhe confere um carácter único. O loteamento desta casta complementado com Trincadeira conferem-lhe um maior exotismo e elegância. 

Após fermentação em lagares o vinho estagia 24 meses em tonéis de 5,000 litros de carvalho português, macacaúba e mogno, e depois mais 24 a 36 meses em garrafa.

O vinho Mouchão apresenta uma cor profunda, concentrada, um carácter especiado e a sua estrutura de taninos única potencia um longo envelhecimento em garrafa. 

Um vinho elegante e distinto, ideal para guardar na sua garrafeira.

750ml - 14,5%Vol

Podemos resumir este Vinho do Porto? Um Luxo em Estado Líquido?


A Taylor’s tem uma das maiores reservas de vinhos do Porto envelhecidos em casco, uma das maiores de qualquer produtor. Nela se inclui uma colecção de Colheitas raras. Estes vinhos do Porto, provenientes de um só ano, atingem a maturação em velhos cascos de carvalho e apresentam a data de colheita no rótulo. A Taylor’s tomou a decisão de, anualmente, lançar uma edição limitada de um Colheita com 50 anos. A primeira da série será o Colheita de 1964, que apresenta um excepcional carácter.

Taylors Single Harvest 1964 
Durante as cinco décadas de envelhecimento em cascos de carvalho, este vinho adquiriu uma atractiva cor mogno pálida com reflexos âmbares e verde azeitona.

No nariz o vinho apresenta elegantes aromas amadeirados e complexas especiarias, nozes e notas de caixa de charutos num fundo aveludado de caramelo e melaço. O paladar aveludado é evidenciado por uma viva acidez que dá ao vinho uma atractiva frescura apesar da sua idade. O final é muitíssimo longo, com sabores ricos de pimenta preta e especiarias, persistentes do palato.

Finamente constituído e maravilhosamente equilibrado, este raro Colheita é seguramente uma homenagem excepcional à celebração do quinquagésimo aniversário de uma pessoa ou de um acontecimento.

Para encomendar online de forma fácil, rápida e muito segura:
Clique - Aqui www.estadoliquido.pt/Taylors 1964


EN
Taylor's holds one of the most extensive reserves of very old cask aged Port of any producer. They include a collection of rare Single Harvest Ports. These are Ports from a single year which age to full maturity in seasoned oak casks and display the year of harvest on the label. Taylor’s has decided to make a limited release, each year, of a Single Harvest Port made 50 years previously. The first in the series is a 1964 Single Harvest of exceptional character.

During its five decades of ageing in oak casks, this wine has taken on an attractive pale mahogany colour with olive amber highlights. 


On the nose the wine displays fine oaky aromas and complex spicy, nutty, cigar box notes against a warm mellow background of butterscotch and molasses. 


The smooth velvety palate is lifted by a crisp acidity which gives the wine an attractive freshness in spite of its age. The finish is immensely long with rich, spicy, black pepper flavours lingering on the palate. 


Finely constituted and beautifully balanced, this rare Single Harvest Port would be an exceptional tribute to any 50th anniversary.





Invista em vinhos e ganhe até 15% ao ano

Acaba de entrar uma nova empresa no mercado nacional. Trata-se da Vino Invest e pretende lançar o conceito de investimentos em vinho de alta qualidade. 

De acordo com a mesma, apostar neste sector representa um investimento seguro e com pouca volatilidade.

Quer investir e obter uma média de retorno de 15% ao ano? É possível se optar pela Vino Invest - empresa especializada em consultoria de empresa para investimentos em vinhos de alta de qualidade de Bordéus e Borgonha e conta com a supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

"O investimento em vinhos de alta qualidade é uma escolha segura, pouco volátil e regista uma média de retorno de 15% por ano, nos investimentos a cinco anos. Esta opção de investimento é particularmente dirigida a investidores com elevados recursos financeiros, ou clientes institucionais, que pretendam diversificar o seu portefólio de aplicações", revela a empresa que acaba de se estrear no mercado nacional. 

Para conseguir obter os melhores resultados, a Vino Invest aposta ainda numa monitorização constante do mercado internacional e, como a actividade é regulada pela CMVM, a empresa garante que as transacções são efectuadas de forma transparente. 

Mas este investimento tem de obedecer a alguns critérios. "Os vinhos são sempre de produção limitada, das regiões de Bordéus e Borgonha, com uma elevada classificação pelos mais conceituados críticos de vinho. A elevada procura global, os registos históricos, quer a nível de retorno financeiro, quer a nível de produção de vinhos de excelência, são factores essenciais na selecção dos vinhos. Realizam-se também várias análises financeiras do mercado, quer quantitativas, quer qualitativas, a fim de identificar as tendências e as oportunidades de compra e venda", esclarece ainda a empresa.

Ler artigo completo. ionline.pt

47 razões para beber um Gin único e exclusivo

Um gin premium com 47 ingredientes diferentes, de extrema qualidade, onde cada um deles se torna por si só um excelente motivo para beber este gin extraordinário e único.

Gin Monkey 47 Schwarzwald Sloe Gin
O gin Monkey 47 tem um nome e uma história curiosa: Em 1945, quando terminou a segunda guerra mundial, Monty Collins, da força aérea inglesa, foi destacado para Berlim para ajudar na recuperação dos violentos bombardeamentos que a cidade sofrera durante a guerra.

Para simbolizar a sua devoção à causa, Collins, escolheu a recuperação do jardim zoológico como prioritária e adoptou, como mascote, o macaco chamado Max . Dai o nome do gin, Monkey. 

O que Collins não esperava era ter saudades da sua bebida favorita, Como tinha dificuldades em obter a bebida, resolveu fazer o seu próprio gin. Impressionado com a riqueza da botânica da floresta negra, onde foi viver depois de Berlin, Collins escolheu ingredientes apenas dessa floresta para o seu gin e seleccionou exactamente 47 ingredientes diferentes. Dai o nome 47. Monkey 47. 

O cuidado a fazer o gin é tanto que tudo é feito artesanalmente, desde a recolha dos ingredientes, à destilação, ao engarrafamento e até ao rótulo, tudo é feito com um cuidado extremo para que se crie um gin único e exclusivo.

Como contém 47 botânicas na sua composição, o monkey 47 é já em si um gin complexo que não precisa de infusão para optimizar o seu sabor.


Para encomendar este gin único e exclusivo, online - Clique Aqui - (o transporte é grátis).


Qual é a diferença da doçura nos vinhos?

O sumo de uva é doce por natureza, mas como as leveduras se alimentam deste açúcar durante a fermentação, o sumo se torna menos doce. As leveduras morrerão quando o grau de álcool atingir 15% ou quando todo o açúcar tenha sido consumido. Qualquer açúcar que permanecer no vinho, uma vez mortas as leveduras, determinará a doçura do vinho. 

Seco 
A maioria dos vinhos que você provavelmente prova serão secos porque as leveduras terão convertido todo o açúcar em álcool e dióxido de carbono. A maior parte dos vinhos tintos e a maioria dos brancos são secos, embora alguns sejam mais secos do que outros. Exemplos de vinhos brancos secos são o Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, o Sherry/Jerez Fino de Espanha e o Champagne Bruto. Os vinhos tintos secos incluem o Châteauneuf-du-Pape de França, o Valpolicella de Itália e o Pinotage da África do Sul. 

Meio-Seco 
Os vinhos de sabor meio-seco que você provavelmente prova serão geralmente brancos e rosés. Para fazer um vinho meio-seco, o enólogo poderá retirar as leveduras do sumo antes de todo o açúcar ter sido consumido ou adicionar ao vinho seco sumo de uva doce não fermentado. Um vinho meio-seco deverá ter alguma doçura, mas não deverá ser cansativo nem enjoativo. Muitos vinhos conhecidos da Alemanha, tal como o Liebfraumilch, encaixam neste estilo; e há também muitos vinhos rosé, como o Blush Zinfandel da Califórnia. 

Doce 
A doçura de um vinho é logo percebida na ponta da língua. Frequentemente, o açúcar far-nos-á sentir o vinho mais denso e rico. Os melhores vinhos doces são feitos a partir de uvas tão ricas em açúcar que as leveduras morrem antes mesmo de todo o açúcar ter sido consumido. Apesar do seu grau de açúcar elevado, é comum os vinhos doces conseguirem ser equilibrados em sabor devido à refrescante acidez que geralmente contêm. Exemplos de vinhos doces são o Sauternes, de França, o Vinho do Porto, de Portugal e o Asti, de Itália.

Vinho verde português está sem stock


Comissão Vitivinícola dos Vinhos Verdes afirma que não existe, neste momento, capacidade para responder a um crescimento das exportações.

A região do vinho verde está sem “stock” para aumentar exportações. O cenário é traçado pelo presidente da Comissão Vitivinícola dos Vinhos Verdes, reconhecendo que faltam vinhas na região para dar razão à capacidade de crescimento da exportação.

É preciso plantar mais vinha. Somos uma região que não tem ‘stock’ porque na década de 2000 houve algum abandono da vinha. Ao mesmo tempo, a partir de 2003/2004 as exportações começaram a puxar sobretudo pelas vendas e chegamos ao fim da década com um ‘stock’ baixo”, explica à Renascença Manuel Pinheiro. 

“Temos vinho suficiente para o mercado actual, mas para crescer, precisamos de plantar mais vinha”, acrescenta. 

As exportações bateram recordes em 2013 com mais de 30 milhões de euros de vinho verde vendido para países como a Alemanha, os Estados Unidos, Canadá e Brasil. 

Valores que fazem do vinho verde o vinho não licoroso mais exportado em Portugal e que em 2015 quer chegar a novos mercados do Oriente. 


in. rr.sapo.pt