sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Vinhos olímpicos

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments

Começaram os jogos olímpicos de Inverno.

Nos decidimos também fazer uns jogos olímpicos, mas claro, um "pouco" diferentes, os primeiros jogos olímpicos vinícolas de inverno. Aqui os atletas que participaram para ganhar teriam de proporcionar uma experiência única a quem os degustava.

As competições foram muito participadas e tivemos mesmo de recorrer às imagens de "foto-finish" para descobrir quem tinha ganho (em todas as provas), pois a diferença dos participantes a cortar a meta foi mínima. De salientar o ambiente muito saudável e participativo entre o imenso público presente e o esforço interminável dos atletas que proporcionaram momentos únicos a todos os que estiveram presentes no decorrer das provas.

Também de salientar que todos os "atletas" vencedores e vencidos confraternizaram no fim das provas a acompanhar um belo jantar.

Vencedores dos Jogos Olímpicos Vinícolas de Inverno


 Prova - Bairrada

A Quinta das Bageiras só atribui a designação Garrafeira aos seus melhores vinhos de colheitas excepcionais. 

Nasceu a partir de uvas da casta Baga provenientes de vinhas com idade superior a 75 anos, plantadas nos melhores solos argilo-calcários da região. 

A fermentação efectuou-se em pequenos lagares, sem desengace. Estagiou em tonel de madeira avinhada e não se recorreu a colagem nem filtragem.


Prova - Alentejo

Pêra-Manca é a marca que a Adega Cartuxa destina aos vinhos de excepção. Foi produzido pe a primeira vez, pela Fundação Eugénio de Almeida em 1990. - DOC Alentejo-Évora - Produzido a partir das castas Aragonez e Trincadeira cuidadosamente colhidas e seleccionadas. 

As uvas são provenientes de talhões seleccionados das vinhas com mais de 30 anos, nos quais a maturação ocorre suavemente sem stress hídrico exagerado, mantendo as potencialidades aromáticas e de extracto próprio das castas.

Estagiou dezoito meses em tonéis de carvalho francês, seguido de estágio em garrafa nas caves do Convento da Cartuxa. Este vinho não foi submetido a estabilização tartárica.
Prova - Dão

Este Quinta do Perdigao Touriga Nacional apresenta uma cor ruby, perfume complexo de violeta, chá, bergamota, maracujá, groselha e mirtilo, com sopros frescos do bosque, notas balsâmicas, aroma de café, tabaco e chocolate.
O sabor elegante e pleno de frescura, com taninos sedosos, bouquet grande e esplendoroso, é memorável!

Servir à temperatura de 16ºC, em solitário, com pratos elegantes de caça, assados, doces conventuais, sobremesas com frutos silvestres, castanhas assadas, café e chocolate.

Prova - Trás-os-Montes

Este Valle Pradinhos Reserva é um vinho de cor vermelha intensa com reflexos violáceos. 

Aroma complexo sobressaindo os frutos silvestres, ligeiro toque de especiarias e baunilha. 

É um vinho encorpado com bons taninos finos e macios bem envolvidos pela fruta, um final persistente, amplo e guloso. 
Prova - Tejo

Este Tributo "Rui Reguinga" é um vinho produzido na Região do Ribatejo a partir das castas Syrah (82%), Grenache (15%) e Viognier (3%). 

Estagiou durante 12 meses em barricas de Carvalho Francês Allier e 6 meses em garrafas.

De cor rubi, apresenta um aroma de grande intensidade, complexo, com notas de fruto vermelho maduro e amoras e um toque balsâmico da barrica. Paladar equilibrado, muito elegante, com uma boa acidez.

Final longo, com uma agradável persistência.
Prova - Douro

Este Quinta do Vale Meão fala por si mesmo: "É nosso propósito explorar ao máximo, em benefício da originalidade e complexidade dos nossos vinhos, a combinação das diferentes castas tradicionais do Douro, provenientes de parcelas separadas e os diferentes estilos que resultam da variedade geológica dos nossos solos.

Também privilegiamos a combinação de método tradicional de vinificação em lagares com as modernas tecnologias. 

Para esse efeito foi restaurada e totalmente reequipada a centenária Adega dos Novos, respeitando a sua bela traça arquitectónica e recuperando os imponentes lagares. Em 2007 foi igualmente recuperada a Adega da Barca Velha, dedicada exclusivamente à armazenagem do Vinho do Porto."  Ass. Quinta Vale Meão.



                               


Prova - Lisboa

O Aurius é produzidos das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Syrah e Petit Verdot.

Estagia 15 meses em garrafa e entre 16 e 18 meses em barricas 100% novas de carvalho francês.

De cor rubi carregada com laivos purpúros, o seu aroma é muito bem definido.

Muito recomendado.








Prova - Setúbal

De cor negra, retinta mesmo, com reflexos de púrpura, este vinho revela um nariz exuberante onde ressaltam de imediato as frutas pretas, mas também a menta, algum tabaco e muita erva aromática.

A madeira está bem presente mas faz-se notar de forma controlada, não prejudicando em nada a sua memorável panóplia de aromas.

Acidez firme, com taninos bem presente mas muito refinados.

Final longo.





Vinho misterioso e cheio de emoções, BARCA VELHA de 2004 convida à seleção de um ambiente discreto e requintado, assim como a escolha da companhia com quem será partilhado este ritual revelador.
Saborear um BARCA VELHA exige uma preparação cuidada de acordo com a exigência do momento. Idealmente, a garrafa deverá ser colocada \"ao alto\" na véspera e aberta 2 a 3 horas antes de ser servida. Com tantos anos de garrafa, o vinho deverá ser cuidadosamente decantado para separar o seu sedimento natural.
Depois, sugere-se que seja saboreado com calma, acompanhado por pratos mais cuidados de carne, caça e mesmo alguns queijos, com sabores requintados e bem integrados.
Idealmente deve ser servido à temperatura de 17º-18º.


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