sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Gin Hendricks - Criativos voltam a surpreender

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Esta semana os criativos da Hendricks voltaram a surpreender, com mais uma das suas imaginativas ideias. Desta feita "construíram" um circo em miniatura no Aeroporto de Singapura, onde "houve" trapezistas invisíveis, ilusionistas, contorcionistas, facas de pepino, entre outros...

Gin Hendricks, sempre a surpreender...



Gin Bombay Sapphire - Tapete Vermelho é um cocktail inovador

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Considerado por muitos como o mais inovador e imaginativo Bartender do Mundo, Matteo Vanzi revelou esta semana o seu novo cocktail "Tapete Vermelho". 

Uma criação com o Gin Bombay Sapphire que promete conquistar os adeptos de cocktails e trazer novos consumidores com esta deliciosa e agradável criação.

Ingredientes utilizados: Gin Bombay Sapphire, Licor St Germaine Elderflower, Creme de Framboesa e Limão fresco.








quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Abrir uma garrafa de vinho sem saca rolhas

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Original e não deixa de ser engraçado como se consegue abrir uma garrafa de vinho sem saca rolhas.

Quem experimenta? Voce?

A importância das embalagens nos produtos - Veja algumas garrafas artísticas

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A embalagem é o principal elemento de comunicação entre o consumidor, o produto e a marca. Todos sabemos que ajuda na venda do produto. Se a embalagem não for condizente com o produto, não chamar a atenção, as vendas desses produtos tornam-se complicadas. Alguns dos atributos rapidamente perceptíveis gerados pelo design são a  conveniência, facilidade de uso, conforto, segurança e protecção ao produto.

Claro que o design agrega valor aos produtos ao adequá-los de forma eficiente às necessidades e expectativas do consumidor e vai definir o posicionamento correto no mercado.

Assim, não é de admirar que no mercado surjam cada vez mais garrafas de vinho em que o cuidado e atenção dedicado às embalagens é notório. A embalagem vai sem dúvida influenciar alguns (ou muitos) potenciais clientes.

Um excelente exemplo no design das próprias garrafas é as Vodkas. Mesmo os que não são consumidores de Vodka, quase de certo que já repararam em algumas embalagens extraordinárias nas Vodkas. Existem várias pessoas que não apreciam vodka, mas adquirem apenas e só pela embalagem.

Alguns exemplos (Todos estão disponíveis na nossa loja online: www.estadoliquido.pt )


                              


                              


                                                                         

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Essência do Vinho - Porto - De 27 de Fevereiro a 2 de Março

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3.000 Vinhos em prova livre 

Mais de 350 produtores portugueses e de outras latitudes dão a provar grandes colheitas, das mais famosas às novidades quase desconhecidas. 

100 Wine Experts - Prove e converse com quem mais sabe no Essência do Vinho - Porto. Especialistas nacionais e internacionais estarão à sua disposição. 

50 Atividades Paralelas - Vinhos, castas, terroirs, provas Super Premium e Premium, harmonizações entre vinho e gastronomia, conversas informais… Deixe-se guiar pelos especialistas e torne-se um conhecedor exigente! 

TOP TEN dos Vinhos Portugueses - Vinhos pré-selecionados pelo Painel de Provas da revista WINE-A Essência do Vinho serão sujeitos a uma derradeira avaliação por um júri internacional. 

Dias e Horário do Evento 
27 de fevereiro / 15:00 - 20:00 
28 de fevereiro e 1 de março / 15:00 - 21:00 
2 de março / 15:00 - 20:00 

 Local do Evento 
 Palácio da Bolsa Rua Ferreira Borges n/s 
 4050-253 Porto - Portugal

Wine Spectator dá 98 pontos ao duriense Pintas 2011

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A mais conhecida revista americana acabou de dar a mais alta pontuação de sempre a um vinho não-generoso português. 

O duriense Pintas 2011 detém neste momento o recorde, com 98 pontos. Mas as boas notícias não acabam aqui... Jorge Serôdio Borges e Sandra Tavares da Silva são marido e mulher e têm certamente muita coisa para celebrarem. 

Agora têm mais uma: o seu vinho tinto Pintas, da colheita de 2011, acabou de receber 98 pontos na revista americana Wine Spectator. Esta pontuação é a mais alta dada por esta revista a um vinho não-generoso português; o anterior máximo estava na posse do Quinta do Vale Meão 2004, com 97 pontos. 

Curiosamente, mesmo esta pontuação foi igualada pela colheita de 2011 e pelo Chryseia do mesmo ano, todos tintos do Douro. O Quinta do Vallado Field Blend Reserva ficou logo atrás, com 96 pontos. 

Os vinhos foram provados por Kim Marcus, o provador da revista americana que avalia vinhos de Portugal (e não só...).

in.revista de vinhos

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Ingleses compram os vinhos pela casta

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De acordo com um relatório da Wine Intelligence divulgado recentemente, 70% dos consumidores do Reino Unido escolhem os seus vinhos de acordo com a variedade da uva, fazendo com que esse factor seja o mais relevante na hora da compra, já que no último levantamento, feito em 2011, esse não era o principal factor. 

Segundo a pesquisa, outra influência importante continuam a ser os preços, com 66% dos consumidores, citando que as técnicas de venda são a chave para a compra. Dois anos antes, este era considerado o grande factor da compra e agora caiu para o segundo lugar na lista. Além disso, 52% dizem que a origem do vinho é o principal factor que os levam a consumir, um aumento de quatro pontos percentuais em relação a 2011.

«As variedades de uvas parecem estar a mudar a cabeça dos consumidores», aponta o CEO da Wine Intelligence, Richard Halstead que, no entanto, não consegue identificar as causas. Um dos factores, segundo ele, seria o aumento de vinhos do Novo Mundo no mercado britânico.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O gin em Portugal - Como está e como fazer

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O Gin nos dias de hoje.

Da tradicional forma de servir um Gin tónico num copo alto (quando era) apenas com uma casca de lima ou limão até ao mais recente, utiliza-se um copo de balão, de pé alto, com as botânicas a enaltecer alguns dos aromas do Gin, foi  um passo de aproximadamente 50 anos. Graças aos nossos vizinhos espanhóis.


Neste momento existe um acréscimo de consumidores diário o que leva a que naturalmente surjam mais especialistas e uma maior diversidade de gins disponíveis (ver loja online) que se adaptam praticamente a todos os paladares. 

É já frequente sermos servidos por um profissional que enaltece o próprio gin com os seus conhecimentos. É também normal hoje pedirmos um gin que se adapte ao nosso paladar, bastando para isso dizer o que pretendemos e somos presenteados com um gin que corresponde em pleno ao nosso gosto.

Continua igualmente a crescer o número de consumidores que colocam em prática os conhecimentos adquiridos ou realizam as suas experiências no conforto do seu lar, recorrendo normalmente a kits de preparação de gins (como este) e colocando as especiarias a seu gosto (ver especiarias disponíveis). Claro que se o seu gin tónico será composto de 1 parte de gin e 4 partes de água, uma boa água tónica é fundamental (ver águas tónicas de qualidade).

Existe quem diga que o gin é uma moda, mas tudo indica que é uma moda que veio para ficar.

Bons tónicos e deixamos um exemplo simples e prático de como preparar o seu gin tónico:




Artigo Relacionados:
Que especiarias usar no gin tónico
Gin premium será o mais consumido em 2014


Conhecer as castas tintas - Rufete; Tinta Barroca; Tinta Caiada; Tinta Miúda; Tinta Negra; Tinto Cão; Touriga Franca e Touriga Nacional

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http://www.estadoliquido.pt/pt/catalogo/list/menu/wines/categoria_id/V5/n1/1/ref/3/sf/D%E3o+Tinto

Rufete 
A casta Rufete, também conhecida por Tinta Pinheira, é essencialmente cultivada nas regiões do Douro e do Dão, sobretudo nas sub-regiões de Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo e Cova da Beira. É uma casta produtiva e os seus cachos e bagos são de tamanho médio.É particularmente sensível ao oídio e ao míldio. Esta casta raramente produz vinhos de elevada qualidade, no entanto, se atingir o tempo de maturação ideal (sensivelmente no fim de Outubro) consegue produzir vinhos encorpados, aromáticos e capazes de permanecer muitos anos em garrafa. A casta Rufete só produz bons vinhos em microclimas específicos, como por exemplo o de Pinhel, por isso é utilizada, a maioria das vezes, na produção de vinhos de lote.


Tinta Barroca
A casta Tinta Barroca é plantada quase exclusivamente na região do Douro e muito utilizada na produção de vinhos de lote. É uma das castas que compõe alguns vinhos do Porto, contudo os seus vinhos monovarietais não são muito célebres.A Tinta Barroca é bastante popular entre os produtores, pois é fácil de cultivar e muito produtiva. É uma casta muito regular na produção e resistente a doenças e pragas. Além disso, tem uma maturação precoce e os seus bagos concentrados de açúcar originam vinhos com elevada concentração alcoólica. Os vinhos produzidos a partir da casta Tinta Barroca são fáceis de beber e de taninos suaves. Contudo, a maior parte das vezes, não são muito equilibrados nem concentrados.



Tinta Caiada
A casta Tinta Caiada encontra-se em várias regiões vitícolas portuguesas e tem uma baixa qualidade vitícola e enológica, por isso não tem sido uma aposta nos novos encepamentos. A Tinta Caiada apresenta cachos e bagos de tamanho médio.É muito sensível à podridão e precisa de climas muito quentes para amadurecer convenientemente. É no Alentejo que a casta Tinta Caiada tem produzido vinhos mais interessantes, devido ao clima quente e elevado número de horas de sol, propício à correcta maturação dos bagos. Estes vinhos têm cor intensa, boa acidez e aromas agradáveis a fruta madura e vegetais.


Tinta Miúda
Casta tinta mediterrânica de origem desconhecida, é cultivada em diversas regiões do país, com especial destaque na área das diversas DOP abrangidas pela IGP Lisboa.É uma casta de vigor elevado e maturação tardia que se adapta bem aos porta-enxertos comuns, preferencialmente de ciclo curto e a qualquer tipo de poda, de preferência cordão. Prefere climas quentes e secos e adapta-se bem a diferentes tipos de solos, havendo no entanto, algum perigo de falta de maturação quanto instalada em solos férteis e húmidos; como solta bem os bagos, apresenta boa adaptação para a vindima mecânica.Os vinhos produzidos, geralmente de boa qualidade e cor intensa, encorpados, com adstringência que se vai atenuando com o envelhecimento (geralmente com boa capacidade de envelhecimento) tornam-se muito agradáveis, com destaque para o seu bouquet.


Tinta Negra
A casta Tinta Negra ou apenas Negra Mole é a variedade tinta mais plantada na ilha da Madeira. Também é cultivada no Algarve, embora não atinja as qualidades daquela que é cultivada na Madeira, devido às condições climáticas.Os cachos da Tinta Negra Mole variam entre o tamanho médio e grande e são formados por bagos de coloração não uniforme (variam entre o negro-azulado a rosado). Esta casta produz um vinho tinto muito doce e foi muito utilizada para produzir vinho da Madeira. Contudo, os produtores chegaram à conclusão que independentemente da qualidade desta casta, os vinhos generosos elaborados com Tinta Negra seriam sempre inferiores àqueles elaborados a partir das castas Boal, Sercial e Malvasia.


Tinto Cão
A casta Tinto Cão é cultivada na zona do Douro desde o século XVIII, contudo como era pouco produtiva nunca foi muito apreciada pelos agricultores. Por volta dos anos 80 descobriu-se que a Tinto Cão possui óptimas características para a produção de vinho do Porto.O cultivo desta casta alargou-se a outras regiões, como o Dão, Estremadura e Península de Setúbal, onde existe em pequenas quantidades. A Tinto Cão possui cachos muito pequenos e de maturação tardia. É muito resistente a doenças e à podridão, além de suportar temperaturas muito elevadas. A casta Tinto Cão é frequentemente lotada com as castas Touriga Nacional, Aragonez, entre outras. Produz vinhos de carregados de cor e de aromas delicados e florais.


Touriga Franca
A Touriga Franca é uma das castas mais plantadas na zona do Douro e Trás-os-Montes. É considerada umas das melhores castas para a produção de vinho do Porto e do Douro, mas o seu cultivo já foi alargado para as regiões da Bairrada, Ribatejo, Setúbal ou Estremadura.A Touriga Franca tem produções regulares ao longo do ano e é bastante resistente a doenças. Os seus cachos são médios ou grandes com bagos médios e arredondados. Os vinhos produzidos por esta casta têm uma cor intensa e são bastante frutados. No vinho do Porto, a Touriga Franca integra os lotes com a Tinta Roriz e a Touriga Nacional.


Touriga Nacional
É uma casta nobre e muito apreciada em Portugal. Inicialmente cultivada na região do Dão, rapidamente foi expandida à zona do Douro para ser utilizada na produção de vinho do Porto.Recentemente, os produtores descobriram o valor da Touriga Nacional na produção de vinhos de mesa tintos e o seu cultivo foi alargado para outras regiões como o Alentejo. É uma casta de pouca produção: possui cachos abundantes, mas pequenos. Os bagos têm uma elevada concentração de açúcar, cor e aromas. Os vinhos produzidos ou misturados com a casta Touriga Nacional são bastante equilibrados, alcoólicos e com boa capacidade de envelhecimento.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Região do Tejo - Aposta no Vinho

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A comissão Vitivinícola Regional Tejo vai apostar este ano na promoção dos vinhos da região nos mercados dos Estados Unidos, Brasil, China e Rússia, para manter a tendência de crescimento das exportações.

Numa região relativamente pequena no contexto nacional (cerca de 10% da produção), a marca Tejo tem vindo a impor-se pela qualidade, conseguida graças a "muito trabalho invisível" por parte dos produtores, na reestruturação das vinhas, no investimento em tecnologia nas adegas, na aposta no fator humano, com novos enólogos, e também na área comercial e no marketing.

Vinhos do Tejo tinto     - Comprar
Vinhos do Tejo branco - Comprar

fonte: dinheirodigital

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Saber mais sobre barricas de madeira e ideias para reciclagem

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A utilização de madeira em enologia é uma prática corrente e é quase inquestionável o seu contributo no enobrecimento dos vinhos e aguardentes. A utilização da madeira mudou o perfil dos vinhos e até o gosto dos consumidores. A barrica de madeira é um recipiente há muito destinado à vinificação, estágio, conservação e transporte de vinhos .

A tanoaria é uma indústria secular em que, apesar da mecanização de muitas operações, ainda prevalece o savoir-faire do tanoeiro. Contudo o papel da ciência foi durante longo tempo mais expectante do que interveniente. Devido às parcerias entre tanoeiros e investigadores, assiste-se hoje a grandes avanços tecnológicos, com melhorias na regularidade e resultados enológicos. 

Algumas ideias para reciclar barricas de vinho e as transformar em peças de decoração maravilhosas para a sua casa. 














Rolha de cortiça com chip informa sobre o vinho

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A Universidade de Aveiro está a desenvolver uma rolha de cortiça que integra um "chip", capaz de dar informações completas sobre o vinho, como a data em que foi produzido e engarrafado e mesmo as temperaturas a que esteve sujeito.

O invento, ainda em fase de protótipo, poderá vir a ser útil para os consumidores mais exigentes, que a partir do seu "smartphone" vão poder, num futuro próximo, saber as condições a que esteve sujeita a garrafa que compram.

Desde logo serve de travão à falsificação de rótulos, pelo que poderá interessar aos próprios produtores, mas também aos restaurantes que, assim, se certificam de que as garrafas armazenadas que servem a um cliente estão em perfeitas condições e com os níveis de qualidade que ele espera.

Qual a vossa opinião? Útil? Inovador? Desnecessário? 

in. Sol.sapo.pt

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Que especiarias usar no gin tónico - Guia de bolso para consulta

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Um pequeno guia para ter no bolso ou atrás do balcão que permite uma rápida visualização de algumas especiarias a usar em alguns gins.

O Gin tónico é actualmente uma bebida muito apreciada, tendo vindo a conquistar cada vez mais apreciadores que já exigem um serviço de excelência, sempre na procura do perfect-serve (existem várias opiniões sobre se realmente existe um perfect-serve).

Uma certeza é o facto de existirem neste momento gins para todos os gostos e ocasiões.

Gin de qualidade será o mais consumido em 2014

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Amargo será o perfil de sabor que define 2014 (segundo a spirits business) o que irá levar a uma maior procura de gin Premium.

Nos estabelecimentos especializados irá surgir cada vez mais o gin “super-premium”.

Se á pouco tempo existia pouca diversidade de gins, no último ano foram lançadas centenas de novas marcas, desde os estilos London Dry aos botânicos, neste momento existem vários gins para se adequar á ocasião ou ao paladar de cada um. Esta inovação é transversal, surgindo em grandes marcas e em gins mais artesanais.

Os especialistas acreditam que o gin premium será o mais consumido durante 2014, facto que se baseia com base nos conhecimentos e experiência adquiridos tanto de quem serve como dos consumidores.

Facto também relacionado é a opinião unânime da maioria dos bartenders concordarem que por várias razões, principalmente o decréscimo do numero de clientes que frequentam estabelecimentos comerciais, será fundamental a formação intensiva de como preparar os Gins e um foco muito maior no atendimento ao cliente.

Cada vez mais a experiência obtida pelo cliente, dita o sucesso do negócio porque a fidelização de clientes nestes estabelecimentos é a chave do sucesso para este ano.

Diga-nos, qual é o seu gin tónico preferido?

Produtos relacionados:
Gin Tarquins
Gin King of Soho
Gin One Key
Gin Nº 209

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Garrafas - Ideias para Reutilização

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As garrafas (de vinho, gin, ou outras bebidas) estão presentes no nosso dia a dia e são responsáveis por grande volume nos lixões e aterros sanitários, bem como a contaminação do solo. Encaminhar estes resíduos para reciclagem é de extrema importância.

Apesar disso, infelizmente a reciclagem não consegue dar conta de todo o material produzido pelas indústrias. Por isso, os trabalhos artesanais também são óptimas alternativas para diminuir a quantidade descartada e dar vida nova aos materiais.

Dê asas à sua criatividade, aqui ficam três bons exemplos para servir de inspiração.

Decoração com cordas

Reutilização como vasos

Para decoração da casa

Bafarela Grande Reserva 2011 - Compre online ao melhor preço

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#Vinho Bafarela Grande Reserva é um vinho surpreendente que ganha em ser aberto algum tempo antes de ser consumido. O seu perfil elegante e complexo combina idealmente com boas carnes, caça e queijos intensos. 
Para comprar online: http://bit.ly/1mzfTbS

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

GIN GOLD 999,9 40º

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GIN GOLD 999,9 40º - No início do século XX, durante umas escavações na região da Alsácia, foi descoberto um jazigo com vários objectos antigos entre os quais havia um pequeno alambique em ouro. 

Depois de se verificar que esses objectos tinham um valor histórico, foram postos à venda. Um dos compradores, um homem aficionado à destilação de álcool, apaixonou-se pelo alambique e adquiriu-o. 

Este homem estava obcecado havia anos em criar o destilado perfeito, um elixir tão valioso como o próprio material com o qual este alambique tinha sido forjado. Finalmente, criou uma genebra com reminiscências de tangerina e um suave recordar de baunilha e de amêndoas, à qual ele chamou de Gold 999.9 por considera-la como o seu ouro líquido, o mais puro.

Saber mais: http://bit.ly/1d3QtKX

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Seis vinhos nacionais entre os 100 melhores do mundo

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Os vinhos portugueses voltam a merecer destaque na prestigiada revista norte-americana Wine Enthusiast. Seis néctares nacionais foram classificados, pela revista, como os melhores vinhos do mundo de 2013, sendo que logo na 2.ª posição surge o vinho português Rubrica, do Alentejo.

Já a Wine Spectator, outra publicação norte-americana de referência na área dos vinhos, tinha selecionado quatro vinhos nacionais para a sua lista de 2013. Agora, é a vez da Wine Enthusiast - que frequentemente dá destaque aos vinhos nacionais - colocar seis vinhos portugueses na lista dos 100 Melhores Vinhos de 2013 para a qual o painel de provadores da revista apreciou mais de 16.500 referências de centenas de regiões do mundo.




Conhecer as castas Tintas - Moreto; Moscatel Galego Roxo; Mourvèdre; Petit Verdot; Pinot Meunier e Ramisco

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Moreto
A casta Moreto é característica da zona do Alentejo, sendo bastante cultivada nas zonas de Reguengos, Redondo e Granja-Amareleja. Pensa-se que terá sido introduzida na região, por volta do século XIX, quando se assistiu a um grande desenvolvimento da viticultura no Alentejo. Esta casta apresenta cachos de tamanho pequeno e bagos de tamanho médio e arredondados. É uma casta bastante produtiva e de maturação tardia. Os vinhos produzidos com a casta Moreto são normalmente pouco encorpados e apresentam pouca cor, por isso é utilizada em vinhos de lote. Normalmente é lotada com as castas Trincadeira, Aragonez e Tinta Caiada.


Moscatel Galego Roxo
A casta tinta Moscatel Galego Roxo existe em pequena quantidade na Península de Setúbal e produz um vinho generoso semelhante ao "Moscatel de Setúbal", contudo de aromas e sabores mais complexos. A Moscatel Galego Roxo é muitas vezes atacada por pássaros, devido ao aroma e doçura dos seus bagos. O aspecto desta casta é bastante diferente da casta Moscatel: os cachos e bagos são mais pequenos e apresentam uma cor rosada. Os vinhos produzidos por esta casta apresentam um elevado grau de doçura, são muito aromáticos e de sabor persistente. A casta Moscatel Galego Roxo é uma das castas "primárias", por isso é determinante no aroma e paladar de um vinho.


Mourvèdre 
A uva vermelha Mourvèdre tem suas raízes no sul da França, na Provence, no sul do Rhône e no Languedoc-Roussillon. As uvas Mourvèdre são pequenas, com cascas grossas e doces, que originam vinhos ricos em tanino e álcool, fortes e com aroma de amora. É raramente utilizada sozinha, servindo mais como parceira da Syrah, como também da Grenache e Cinsault. Faz parte dos vinhos Châteauneuf-du-Pape e Bandol. Provavelmente é originada da Espanha, cujo nome deve advir da localidade de Murviedro em Valencia, já que é idêntica à espanhola Monastrell (resultado de análise genética datado de 1998). Amadurece tarde e necessita de clima quente.


Petit Verdot 
O nome de Petit Verdot ("verde pequeno") refere-se a um dos principais problemas desta casta; muitas vezes os bagos não se desenvolvem adequadamente se o clima não for o correcto durante a floração. Petit Verdot é uma casta tinta utilizada principalmente em lote nos Bordeaux clássicos. Amadurece tardiamente (em Bordéus, muito mais tarde que as outras variedades caindo assim em desgraça). Quando amadurece, é adicionada ao lote em pequenas quantidades para acrescentar taninos, cor e sabor. A Petit Verdot tem mais uma particularidade que é a de muitas vezes dar dois cachos por rebento.


Pinot Meunier 
A casta Pinot Meunier é uma das muitas mutações da Pinot Noir, sendo originária da região francesa de Champagne. Esta casta desponta mais tarde e amadurece mais cedo que a Pinot Noir, evitando deste modo danos de geadas primaveris, tornando-a mais de confiança e produtiva quando tal acontece. A Pinot Meunier tem uma acidez levemente superior à Pinot Noir e dá aos lotes de champagne uma cor mais aberta e aromas mais frutados. Esta casta também é usada em algumas zonas de França para rosés.


Ramisco 
A casta Ramisco é característica da zona de Colares. O seu cultivo é muito peculiar e trabalhoso, uma vez que esta casta é plantada em "chão de areia" e sem porta-enxertos ("pé-franco"). As vinhas situam-se muito próximas do mar e numa zona próxima de grandes cidades, por isso a pressão urbanística, a falta de mão-de-obra e a fraca rentabilidade do cultivo quase extinguiram esta casta. A casta Ramisco tem uma maturação tardia. Os seus cachos são médios e compactos constituídos por bagos pequenos e arredondados. Os vinhos têm uma gradação alcoólica relativamente baixa (por volta dos 11º), acidez elevada e taninos intensos. Porém, depois de envelhecerem em garrafa, tornam-se mais suaves e muito aromáticos.