sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Os Melhores Vinho do Dão até 5 euros

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Nesta região as vinhas situam-se entre os 400 e os 700 metros de altitude e em solos onde predominam os pinheiros e as culturas de milho. A região do Dão, rodeada de serras que a protegem dos ventos, produz vinhos com elevada capacidade de envelhecimento em garrafa.

As vinhas são constituídas por uma grande diversidade de castas, entre as quais a Touriga Nacional, Alfrocheiro, Jaen e Tinta Roriz (nas variedades tintas) e Encruzado, Bical, Cercial, Malvasia Fina e Verdelho (nas variedades brancas). Os vinhos brancos são bastantes aromáticos, frutados e bastante equilibrados. Os tintos são bem encorpados, aromáticos e podem ganhar bastante complexidade após envelhecimento em garrafa.

E toda esta qualidade por menos de 5 euros.

Casa De Santar
A origem da vila de Santar remonta à Idade Média e às lutas pelo território português e a Casa de Santar, na época chamada Quinta do Casal Bom, foi doada a um dos cavaleiros que combateu com bravura ao lado de D. Sancho II. A Casa de Santar é a mais emblemática propriedade vinícola do Dão, pela sua história, dimensão e prestígio dos seus vinhos.

Um tinto com alguma ambição, muito fruto e chocolate no aroma, leve tostado, num todo com alguma complexidade. Na boca tem taninos sólidos mas maduros, corpo e largura num estilo capitoso, termina longo com notas de especiaria.



Casa da Passarella - A Descoberta
A história começa em 1942, quando uma caixa é emparedada numa das divisões da Casa da Passarella, pelos seus antigos proprietários, contendo um documento escrito a cursivo com instruções para ser aberta 50 anos mais tarde. No documento, assinado por um conjunto de personagens emblemáticas da época, constava também uma última vontade: a de que fossem distribuídos pelos pobres todos os valores guardados na caixa. O certo é que nenhuma destas duas coisas aconteceu. Só em 2010, quando a Casa sofreu obras, a caixa foi encontrada e aberta. E não havia nada lá dentro. As investigações foram avançando, sem nunca se ter desvendado o mistério. Quando parecia que a resignação acabava por vencer a persistência, um especialista em acontecimentos insólitos foi chamado ao local: "a caixa estava de facto repleta" - explicou o professor K. Noronha - "mas não de coisas palpáveis, materiais. A caixa estava impregnada de uma essência extraordinária que, reagindo com os tempos vindouros, haveria de trazer a felicidade através do vinho a todos os que dela fizessem arte e proveito." "Ora, esses tempos vindouros fazem já parte do presente. E isto é uma dupla descoberta" - concluiu.


 Duque de Viseu

Este vinho apresenta cor vermelha rubi. No aroma sobressaem os frutos pretos maduros (framboesa e amora), nuances especiadas e notas mentoladas e resinosas que conferem muita frescura. Tem taninos firmes mas discretos, o que torna o vinho muito elegante e suave. Na boca sobressaem aromas minerais e frutados num conjunto com uma acidez muito fresca e com um final persistente.

Quinta da Garrida

De longe o mais corpulento e concentrado de todos os Garrida. Aqui as notas florais de Touriga Nacional abrem o aroma seguido de chocolate negro, algum químico a dar o toque de austeridade e poder. 

Na boca é um tinto avantajado, com excelentes taninos, muito fruto, rico e complexo, ainda alguma reverência de juventude. Um tinto que vai crescer muito em garrafa.

Vai um Vodka Tónico?

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Provavelmente inspirados na grande explosão europeia do consumo de Gin Tónico, a marca de vodka islandês Reyka, introduziu no mercado britânico o seu primeiro Bitters para servir um "vodka tónico" de assinatura, onde se inclui Vodka, Bitters, Água Tónica e Fruta fatiada.

Ficou a vontade de provar?

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Já conhece o Vinho ao estilo "Novo Douro"

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Com cerca de 600ha, distribuídos por 5 quintas, a Casa de Arrochella faz parte da nova geração de produtores de vinhos DOC Douro e azeites DOP Trás-os-Montes. 

Descendente e Sucessor de Nicolau de Arrochella Moraes e Castro Pimentel, 1.º Conde de Arrochella, Bernardo de Arrochella Alegria é o grande impulsionador deste projecto que possui mais de 600ha no Douro Superior, com mais de 115ha de vinhas, e que procurou unir as ligações e a história dos importantes Vínculos da Casa de Arrochella na região de Trás-os-Montes e Alto Douro à sua paixão e entrega ao Douro, assumindo assim este projecto como um desafio também cultural no qual a Casa de Arrochella pretende valorizar a excelência e as potencialidades únicas da sua região duriense, como o seu legado para as futuras gerações.





Vila Flor Tinto

O Vila Flor Tinto é um vinho representativo de uma nova tendência, o reflexo de uma nova geração. Marcado por um estilo "Novo Douro", que recorre às novas técnicas de produção para valorizar as características únicas dos vinhos da mais antiga região demarcada do Mundo. 

É um vinho com um perfil jovem e moderno, pensado para surpreender pessoas audaciosas que procuram novas experiências. 

13% Vol

Castas: Touriga Franca; Tinta Barroca; Tinta Roriz e Touriga Nacional. 

Para beber simples ou com pratos de cozinha italiana, carnes grelhadas ou peixe assado.






Vila Flor Reserva Tinto

Cor ruby intenso, com notas de frutos silvestres de baga, boa frescura e especiaria. Na boca é volumoso, com notas abaunilhadas da barrica, boa fruta e final longo. 

Pronto a beber já ou nos próximos 5 a 7 anos. 

Servir a 16-17ºC 

Recomendamos com pratos de carne vermelha, caça, peixes gordos assados e queijos fortes.

Castas: Touriga Nacional; Tinto Cão; Touriga Franca e Tinta Roriz. 

Enólogo: Luis Soares Duarte 

14%Vol


Compre online que nos entregamos: Comprar
*Disponível à unidade e à caixa 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

17º Simpósio Internacional de Enologia

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Este evento, que se realiza de 4 a 6 de Maio, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, é organizado pela Associação Internacional de Enologia, Gestão de Empresas e Marketing e.V., em parceria com a Associação Portuguesa de Enologia e a ADVID – Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense.


Traduzido simultaneamente em 3 línguas (Inglês, Português e Alemão), o seminário conta com apresentações científicas sobre viticultura, enologia, gestão e marketing, bem como workshops com profissionais e executivos do sector e representantes das indústrias subsidiárias. Aproveite ainda, para troca de experiências e estabelecimento de redes profissionais a nível internacional, com profissionais do sector do Vinho.

Veuve Clicquot

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Já a planear os fins de semana que se avizinham com sol. Apenas para apreciadores que entendem quando se diz: 
"...consegue conciliar dois factores opostos - força e "finesse" - e os mantêm em perfeito equilíbrio. Este poder consistente o torna ideal como aperitivo, e perfeito para desfrutar com uma refeição...".

Ora nada como juntar o útil ao agradável e adquirir uma auto-caravana destas, concordam?

Para apreciadores de campismo e champagne 
veuve clicquot car


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Video - Concurso Melhor Sommelier Vinhos do Alentejo no Brasil 2014

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Reportagem no programa Portugal em Directo (RTP1), sobre a final do Concurso -Melhor sommelier Vinhos do Alentejo no Brasil 2014-, que decorreu no Alentejo, com os sommeliers apurados das cidades de Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

Gin Tónico diferente

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Neste artigo vamos propor o que transgride um pouco a realidade do Gin Tónico. O que aqui sugerimos não pode ser considerado Gin Tónico, mas são propostas que podem ser adequadas para situações diferentes das que ocorrem quando bebemos um Gin Tónico, ou simplesmente para quem quer provar uma bebida diferente e distinta do Gin Tónico, mas utilizado Gin para a sua elaboração.

Em qualquer caso, experimente, prove e dê o seu toque pessoal na elaboração dos mesmos, nada melhor que ir descobrindo, inovando e fazer as suas bebidas de autor. Propostas diferentes, para situações diferentes...

Gin Tónico com Gelado de Lima

Como Fazer: Muito fresco com um paladar de ligeiras notas ácidas. Ideal para o Verão, consiste basicamente em colocar um gelado tipo "calipo da marca Olá" e o derreter no copo, juntar o gin, gelo e a água tónica, por esta ordem e servir de imediato. Pode decorar com uma  tira de lima, ou outros (como a imagem).



Gin Tónico com Sumo de Laranja

Como Fazer: Esta proposta se baseia em trocar a água tónica por sumo de laranja natural (muito importante ser natural). Irá se obter uma bebida muito refrescante, doce e em que o álcool é quase imperceptível. Se as laranjas não forem da época e não forem muito doces, pode compensar com um pouco de açúcar. Use de preferência Gins "citricos".



 Gin Tónico com Sumo de Limão

Como Fazer: Neste substitua a água tónica por limonada, de preferência por uma limonada caseira. Também pode fazer outra proposta, onde faz o gin tónico normal e no fim adiciona sumo de limão. Irá obter um resultado muito fresco com notas ácidas, o único inconveniente é que as "borbulhas" desaparecem muito depressa.


Gin Tónico com Gelado de Morango

Como Fazer: Fresco, doce e ideal para os dias e noites quentes. Consiste basicamente em colocar um gelado tipo "calipo da marca Olá" e o derreter no copo, juntar o gin, gelo e a água tónica, por esta ordem e servir de imediato. Pode decorar com uma cereja ou morango, neste caso pode laminar morango e o colocar dentro do copo. Com um morango inteiro faça um pequeno golpe, passe-o 2 vezes por toda a "boca" do copo e sirva com o morango no topo. Esta combinação é muito doce e quase que não se sente o álcool presente na mesma.

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Aprender a fazer um Gin Tónico perfeito



O que é o Vinho Verde

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O Vinho Verde, produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, Berço da carismática e sobejamente conhecida casta Alvarinho, é um vinho tranquilo que, apesar de ter por vezes o que se considera ser "picos", não tem gás como um espumante.
Devido à sua acidez acentuada, que o torna único no mundo, é devido a este factor encarado uma categoria à parte.
Com baixo teor alcoólico, pode ser tinto ou branco, mas sempre leve e fresco, frutado, fácil e agradável de beber, é magnífico como aperitivo ou em harmonização com refeições leves e equilibradas: saladas, peixes, mariscos, carnes brancas, tapas, sushi, sashimi e outros pratos universais.

A evidente tipicidade e originalidade destes vinhos é o resultado, por um lado, das características do solo, clima, e, por outro, das peculiaridades das castas autóctones da região e das formas de cultivo da vinha. Destes factores resulta um vinho genuinamente leve e fresco, distinto dos restantes vinhos do mundo.
Para que não permaneça confusão alguma, não existe a comparação “vinho verde e vinho maduro”. Todos os vinhos originários da região dos Vinhos Verdes, são denominados Verdes, apenas porque foram produzidos na região e não porque o vinho é feito de uvas verdes (no sentido de não serem maduras!). Ao oposto dos vinhos Verdes, os vinhos maduros não existem. Não há, que seja conhecida, nenhuma região denominada região dos vinhos maduros.
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Marca I Heart lança novo Vinho Moscato Brasileiro

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Com os fãns de futebol de todo o Mundo a virarem as suas atenções para o Mundial de Futebol no Brasil, a marca I Heart lançou um moscato que resultou da mistura feita por Copestick Murray que faz parte do gigante alemão Henkell & Co, com vinho da Vinicola Aurora - um dos maiores produtores do Brasil.

Feito com o método Charmat, 50:50 de Moscato Bianco e Moscato Giallo, apresenta um total de 8,5%vol. Estima-se que estará disponível a partir de 9,99 reais. 


Estado Liquido oferece convites duplos para a Grant´s True Tales Festival

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O Estado Liquido e a Grant´s oferecem convites duplos aos melhores fãns do Mundo.
Estado Liquido, Grant´s, Fado, reconhecidas personalidades e histórias inspiradoras...Participe e ganhe de imediato, sem sorteio. Para participar clique na imagem.

SINOPSE

Nesta sessão pretende-se ouvir histórias do fado. O que é o fado, afinal? E para que cantem como cantam, conta a vida que levam? Ensina-se a cantar o fado? – ou é mais exacto dizer que aprende-se a ouvir? Todos juntos, em palco, num ambiente intimista e descontraído, como seria o de uma casa de fados às quatro da matina, vão falar da sua fadistice assanhada

Aprender a fazer um Gin Tónico perfeito

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Como se sabe, as especiarias potenciam o sabor do GIN de uma forma mais forte ou apenas dando um toque de subtileza, irá depender de quem o serve e do gosto do próprio consumidor. Porém, neste momento sabemos que se preparam muitas combinações em que um dos objectivos é potenciar a parte visual. Não se deve descurar e é do conhecimento de todos que existe um trabalho de marketing muito importante no momento de servir um gin tónico. Em alguns consumidores esta parte visual afecta tanto a satisfação final, que por vezes nem se lembram do Gin que beberam, apenas (era espectacular, com o morango em cima do copo e tinha uma folha "que nem me lembro do que era", etc...).

Por exemplo, colocar pétalas de rosa num gin tónico, dificilmente irá potenciar o sabor, quanto muito, irá potenciar os aromas, mas, sem dúvida que irá potenciar muito a apresentação e espectacularidade aos olhos do consumidor do gin tónico.

Agora, se pegarmos em rodelas de pepino irá de facto trabalhar no sabor, num gin tónico clássico irá incrementar um sabor de frescura muito agradável e irá trabalhar nos aromas, no entanto recomenda-se que o pepino seja colocado com um pau de bambu, porque ao fins de uns minutos deve de ser retirado, porque se não, irá se sobrepor a todos os sabores e ao fim de um tempo o gin tónico apenas saberá a pepino, nada mais. Aplica-se igualmente a outras combinações fortes, como por exemplo, o morango.

Se nesta altura já é normal refrescar o copo, escorrer o excesso de água como primeiro passo na preparação de um gin tónico, também sermos presenteados com pedras grandes e irregulares de gelo começa a ser normal (pedra de gelo quanto maior for, melhor). Desta forma irá proporcionar outra apresentação em detrimento das normais pedras de gelo que fazemos "nos sacos tradicionais em que enchemos de água e colocamos no congelador". Para conseguir essas pedras grande e irregulares que aumentam a espectacularidade da apresentação, pode por exemplo, encher uma garrafa de plástico e a congelar, ao cortar depois a garrafa irá conseguir obter grandes pedras de gelo irregulares.

Como consumidor deverá se lembrar que em média um gin tónico deve de ser bebido em 15/20 minutos, porque ao fim desse tempo o gelo ao se derreter irá alterar todos os sabores. Porém se pode consumir (com moderação claro) porque com alguns testes feitos por especialistas, estima-se que um gin tónico tenha um baixo teor alcoólico, depois de feito com as doses recomendadas 1/3 situa-se entre os 7º e 11º vol (depende do gin adicionado, claro).

Sugestão para escolher quais os sabores que mais gosta no gin
Se quer descobrir quais os sabores que mais gosta, prove todos os gins sempre com a mesma água tónica e apenas adicionando gelo. Será uma forma diferente de descobrir quais os gins que melhor se adaptam ao seu palato.

Sugestão para quem serve gin tónico
Tenha uma carta com excelente apresentação visual, com uma grande fotografia do resultado final e onde seja de fácil leitura:
História do gin (o que é usado nesse tónico)
Ingredientes do gin
Especiarias que são adicionadas
Água tónica a utilizar
Modo de preparação

Sugestões de acompanhamento (exemplo: Tanqueray Ten com snacks fritos ou tosta de Foie Gras caramelizado com compota de manga. G´Vine com aperitivos japoneses ou tostas com compota de uva ou anchovas).

Tenha disponível variados snacks/enlatados de marisco, frutos secos, produtos avinagrados, azeitonas com pimento, etc...

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Gin tónico perfeito

Gin





sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Vinho Colheita Tardia (Late Harvest) - Top 5

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Os melhores vinhos colheitas tardia (Late Harvest) por menos de 12 euros.

Os vinhos colheita tardia (late harvest, em inglês e cosecha tardia, em espanhol) são vinhos geralmente doces, ditos de sobremesa produzidos a partir de uvas que são deixadas na videira várias semanas após a data ideal de colheita. Este processo resulta na desidratação e no consequente aumento da concentração de açúcar.



Existem diversos métodos para produzir vinhos de colheita tardia. Entre eles o mais tradicional tira partido da chamada "podridão nobre", o fungo Botrytis cinerea que se desenvolve em climas húmidos, resultando na desidratação das uvas.

Top 5

Vinha D´Ervideira - Antão Vaz

Pode ser servido como aperitivo e entrada, a acompanhar canapés; 

Com sobremesas com alguma acidez, como por exemplo torta de laranja; 


Igualmente com frutos secos. 


Até como ‘terminus’ da refeição. Assim, só.


Quinta da Romeira 2004

Cor: Dourada 

Aroma: Nariz complexo com sugestões de pêra e casca de laranja confitada e notas de baunilha e especiarias 

Paladar: Na boca o ataque é muito untuoso, com uma doçura elevada que se equilibra com uma boa acidez. 

Final muito longo com aroma de boca muito intenso. 

Recomentado para "foie gras", doces de chocolate, tartes de fruta e queijo da serra.


Casillero del Diablo Reserva 

Apresenta cor amarela definida, com nuances douradas, brilhante e a cativar-nos desde logo pelo aspecto visual. 

Aromas muito tropicais, algum pêssego maduro, notas meladas de média intensidade, um pouco pesado. 

Na boca voltamos a subir na experiência. 

Perfil frutado, com doce equilibrado, boa acidez, algo untuoso e acetinado.
Concha e Toro Sauvignon blanc 

Amarelo brilhante com reflexos bem dourados, chamando a atenção. 

Aromas vegetais e de maracujá no início, com notas florais e de mel aparecendo aos poucos.

Em boca é um vinho com muita cremosidade e muito, muito, muito doce. 

Mel muito presente.
Casa Santos Lima 2010

A Casa Santos Lima é uma empresa familiar há várias gerações. Foi fundada por Joaquim Santos Lima, que, no final do século XIX, era já um grande produtor e exportador de vinhos. Maria João Santos Lima e José Luís Santos Lima Oliveira da Silva, neta e bisneto do fundador, gerem a empresa desde 1990, tendo procedido à replantação de grande parte das vinhas e modernizado toda a estrutura produtiva.

Muito perfumado, com citrinos como bergamota, rosas, lichias, um pouco de mel. Rico e texturado, com acidez correcta, doçura contida, final longo, seco, focado nas notas florais suaves.






Ver todos os colheitas tardias: www.estadoliquido.pt/colheita tardia

Descubra que é você no mundo do vinho

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Será possível descobrir o seu tipo de vinho pelo mês e dia do seu aniversário? Parece que sim...

Consulte e diga-nos se corresponde à verdade.

Vinho ultrapassa sol e mar como maior atributo turístico de Portugal

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Especialistas estrangeiros do sector já não apontam o sol e o mar como o produto-chave do país.

Nem sol, nem mar. O maior potencial turístico de Portugal e o produto que deve ser divulgado a nível internacional para vender o país como destino é o vinho. Num inquérito conduzido pelo IPDT, Instituto de Turismo, divulgado nesta sexta-feira, 37% dos operadores estrangeiros questionados dizem que este é o melhor argumento de promoção do país fora de portas, e 31% dizem mesmo que associa o vinho ao turismo nacional.

Ver noticia completa: publico.pt/economia

Aprender a identificar os aromas do vinho - Parte V

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Sommelière Daniella Romano

Sabia que existem centenas de aromas que pode encontrar num vinho? 

Mas afinal, que aromas podem ser encontrados e como os identificar. Uma ajuda rápida e sucinta de alguns desses aromas que pode encontrar nos nossos néctares de preferência. 



Orégãos

Odor agradável que recorde o da planta do mesmo nome.

Pão

O aroma a pão fresco pode aparecer nos vinhos brancos. Recorda o da massa do pão recentemente cozida e que é dado pelo furfurol, tal como os aromas doces de passas de ameixas que aparecem nos tintos velhos.

Pão torrado

Odor empireumático, agradável, que aparece indistintamente nos vinhos tintos e brancos, que evoca o do pão acabado de sair da torradeira.

Pastelaria

Aroma entre doce e torrado, em que aparece a baunilha e o açúcar caramelizado. Detecta-se nos vinhos velhos ou generosos, e é consequência da sua evolução oxidativa e do contributo das pipas de carvalho.

Pederneira

Odor e sabor mineral de certos vinhos que lembram o do sílex queimado. Pode aparecer com frequência nos bons brancos da zona da Vidigueira.

Pêra

Aroma frutado que pode detectar-se em alguns vinhos.

Pimenta

Odor e sabor a especiarias, muito agradáveis, que apresentam alguns vinhos tintos de grande qualidade.

Pimento verde

Aroma vegetal característico de alguns vinhos, que recorda o do pimento verde.

Pinho

Aroma balsâmico que pode encontrar-se em vinhos brancos, rosés e tintos.

Pistácio

Aroma de frutos secos que pode ser detectado em certos vinhos.

Odor característico de alguns vinhos, que recordam o da terra poeirenta.

Pólvora

Odor enxofrado que pode ser detectado em certos vinhos brancos. Deve-se por vezes a um excesso sulfuroso.

Queijo

Odor láctico que recorda o dos queijos.

Queimado

Odor que evoca o exalado pelas matérias vegetais ou pelas madeiras carbonizadas.

Químico

Este termo é utilizado para designar alguns odores desagradáveis, como o odor acético, medicinal, de cauchu, de fénico, dos fenóis, do enxofre ou enxofrados, etc. Mas também pode ser positivo, como o aroma a tinta da china num vinho tinto, por exemplo.

Reduzido

Aroma a couro, que recorda certos odores animais (caça, pele), que pode aparecer em vinhos que permaneceram muito tempo em garrafa.

Resina

Odor balsâmico, agradável, que recorda as fragrâncias de resina das árvores resinosas (pinheiros, abetos, etc.).

Rosa

Odor floral que recorda o exalado pela maioria das variedades de rosa, rico em matizes de rosa aberta, de rosa murcha e de pétalas de rosa.

Roseira brava

Aroma que pode ser detectado em alguns vinhos brancos, rosés ou tintos.

Sabugueiro

Odor floral, amoscatelado, meloso, que recorda a fragrância exalada pela flor do sabugueiro.

Sândalo

Odor balsâmico que recorda o da madeira de sândalo e da árvore do mesmo nome, característico de alguns vinhos de qualidade.

Sulfurado

Odor químico característico, que recorda o enxofre.

Suor

Odor animal negativo, característico dos vinhos muito reduzidos, que recorda o do suor.

Tâmara

Aroma doce e a passas que se encontra nos vinhos muito maduros, sobretudo generosos. Costuma aparecer com notas torradas.

Tangerina

Odor frutado que recorda o perfume do fruto da tangerineira.

Terroso

Aroma entre terra recentemente molhada e pó.

Tília

Delicado aroma da flor desta árvore que aparece em alguns vinhos brancos.

Tinta

Odor que recorda o da tinta utilizada para escrever ou o das tintas de impressão.

Tisana

Odor que recorda o das tisanas, descoberto em alguns vinhos evoluídos.

Tomilho

Odor meio floral, meio vegetal, que recorda o da planta do mesmo nome que cresce em baldios e matagais rasteiros.

Torrado

Odor que recorda o dos frutos secos torrados (amêndoas, avelãs), dos grãos torrados (café), do pão torrado.

Torrefacção

Odor dos grandes vinhos a torrado, que recorda o das substâncias submetidas a um fogo intenso (por exemplo, cacau, café, tabaco).

Trufa

Odor vegetal aromático, que recorda o odor forte da trufa branca e o odor mais frutado da trufa preta, descoberto nos vinhos nobres.

Vegetal

Aroma e gosto próprio de certas plantas (tília, tabaco, chá, acácia, folha de vinha desfeita, macela). Geralmente são odores florais ou arbóreos.

Verbena

Odor floral que recorda o das flores e das folhas da verbena aromática.

Verniz

Odor característico nos vinhos muito velhos ou nos destilados, fruto de uma oxidação alcoólica depois de um longo envelhecimento em madeira.

Violeta

Odor floral muito agradável, que recorda o exalado pelas violetas, dado pela ionona, que pode ser detectada em certos vinhos, como os de Touriga Nacional.

Zimbro

Odor balsâmico característico dos bons vinhos tintos velhos que evoca o das flores de zimbro, das bagas de zimbro ou da aguardente que se extrai delas (genebra).


Não se esqueça de ver a parte I - II - III e IV deste artigo:

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Vinho e desporto como nunca os imaginaram

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Porque se o vinho é importante, o desporto também. Como conciliar então os dois?

Pois aqui ficam exemplos perfeitos para a harmonização. Recomenda-se que sejam sempre acompanhados de um bom vinho tinto, branco ou rosé e sempre praticados com grupo de amigos...

Qual destes desportos prefere?

















Como fazer um saco de Vodka

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Para quem não conhece e com a chegada do carnaval, altura que em muitos locais não permitem garrafas e copos de vidro, nada como levar o seu saco de Vodka Absolut Masquerade

Absolut Masquerade é feita exclusivamente a partir de ingredientes naturais, e não contêm qualquer adição de açúcar. Vodka Absolut é pura como a vodka deve se ser. Ainda assim, essa pureza tem um excelente sabor: Rico, encorpado e complexo, mas lisa e suave, com um carácter distinto de grão, seguido por um toque de frutos secos.

Neste caso vem "mascarada" com uma capa original e de muito bom gosto.

Não mascare a sua sede com qualquer bebida, escolha a melhor...


Diferente e original. Já conhecia?

Aprender a identificar os aromas do vinho - Parte IV

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Sabia que existem centenas de aromas que pode encontrar num vinho? 

Mas afinal, que aromas podem ser encontrados e como os identificar. Uma ajuda rápida e sucinta de alguns desses aromas que pode encontrar nos nossos néctares de preferência. 


Fumado

Aroma que recorda o agradável cheiro da madeira queimada. É bastante característico de certas variedades brancas e também de alguns tintos de estágio.

Girassol

Aroma que parece em certos vinhos brancos.

Goivo

Odor floral que recorda a forte fragrância das flores de goivo.

Grafite

Odor mineral que aparece em certos tintos de grande classe.

Groselha

Odor e sabor frutado que recorda o do fruto da groselheira. Existe uma groselha preta, também chamada cássis, cujo aroma se encontra sobretudo nos vinhos tintos.

Herbáceo

Odores ou aromas vegetais, com um matiz que recorda a erva. Considera-se um defeito se for excessivo, causado por uma prensagem ambiciosa ou pela presença de taninos verdes e óleos essenciais no vinho.

Iodo

Aroma químico que recorda o do iodo que se encontra por vezes em vinhos brancos ou rosés zonas. Aparece também em vinhos tintos muito maduros.

Laranja

Odor frutado que recorda o perfume da laranja. Apresenta-se frequentemente nos vinhos licorosos de Moscatel.

Lenhoso

Odor vegetal, amadeirado, que pode detectar-se num vinho adstringente, sobrecarregado de taninos rústicos e submetido a longo estágio.

Limão

Odor frutado que pode detectar-se em certos brancos.

Lírio

Odor floral que recorda o perfume que as flores com o mesmo nome exalam.

Maçã

Odor frutado, dado pelos aldeídos e pelo ácido málico, que se apresenta nos vinhos brancos frescos que não foram submetidos a fermentação maloláctica.

Madeira

Odor apresentado por alguns vinhos e que recorda fundamentalmente a baunilha, o carvalho, o fumo, a madeira queimada, o cedro, o incenso ou as resinas.

Madressilva

Odor floral, vivo e delicado, ligeiramente melado. Encontra-se em alguns vinhos brancos e espumantes, evocando as fragrâncias da madressilva.

Magnólia

Odor floral de alguns vinhos brancos, que evoca o perfume que as flores da magnólia exalam.

Manga

Odor frutado, característico de alguns vinhos brancos, que recorda o perfume deste fruto.

Manteiga

Aroma agradável a manteiga fresca, dado pelo diacetilo, que pode detectar-se em certos vinhos de qualidade, sobretudo, se se fez a fermentação maloláctica. O odor a manteiga rançosa implica um defeito.

Marmelo

Odor frutado, que recorda o do marmelo, característico dos vinhos brancos ligeiramente evoluídos ou amadurecidos.

Matagal

Aroma a mato ou vegetação rasteira que caracteriza alguns vinhos brancos e tintos. Pode incluir-se na família dos odores balsâmicos, resinados.

Mato

Odor semifloral, aromático, que recorda as fragrâncias do campo (tomilho, lavanda silvestre, alecrim, etc.).

Mel

Delicado aroma floral, característico dos vinhos brancos muito maduros e elegantes, que recorda o perfume do mel. Pode oferecer matizes subtis, como flor de laranjeira, acácia, alecrim, etc. Pode também aparecer em vinhos generosos de sobremesa (moscatéis) ou licorosos.

Menta

Aroma excitante que se detecta em grandes vinhos brancos (menta verde) ou tintos (menta picante ou peppermint).

Mentolado

Odor que evoca o da essência de menta, especialmente da menta picante.

Mercaptana

Odor muito desagradável que recorda o dos ovos podres. Tem origem numa reacção do enxofre com o dióxido de carbono da fermentação, que produz sulfureto de hidrogénio.

Mimosa

Odor floral que recorda o das flores da mimosa.

Mineral

Conjunto de odores que evocam os de alguns minerais (pederneira) ou de algumas rochas (giz, pedra de amolar, silício, tufo, grafite).

Morango

Aroma frutado que recorda o do morango cultivado ou o silvestre, menos suave que o morango do campo.

Murcho

Odor que recorda o das flores murchas e dos vegetais secos que perderam a frescura dos seus perfumes.

Musgo

Aroma herbáceo e vegetal que recorda o do musgo que cresce nas árvores.

Narciso

Odor floral intenso que evoca o que é exalado pelas flores de narciso.

Nardo

Delicado aroma floral, dado pelo dodecanal, que recorda o perfume das flores de nardo.

Noz-moscada

Odor a especiaria que aparece em certos vinhos com raça, principalmente tintos.


Não se esqueça de ver a parte I - II e III deste artigo: