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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Brett Edition Tinto

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments

Um vinho exuberante a pedir e merecer a sua prova, conheça melhor este Brett Edition Tinto.

Castas
100% Syrah. 

Envelhecimento
16 meses em barricas novas de carvalho francês. 

Enólogo
António Maçanita.

A Prova
Cor violeta-ruby, concentrado. Nariz exuberante, aromas a lembrar caixa de cigarros, couro, especiarias e groselhas pretas. Ataque redondo, suave e rico, boa frescura e persistência no final da boca. 

Gastronomia
Acompanha bem pratos com notas de torrefacção, como assados no forno de carnes vermelhas ou caça e também combinações de carne com compotas de frutos pretos. Combina de forma fantástica com queijo, desde um cremoso "Azeitão" a um tradicional "Roquefort".



Para saber mais: (clique aqui)


EN

Grapes varieties: Syrah. 

Winemaker: Antonio Maçanita. 

Far from being consensual "Brett", divides amateurs and wine connoisseurs in a disagreement that yet has to reach its conclusion. "Brett" is the short name for the wild yeast Brettanomyces / Dekkera, capable of producing aromas in the wine, variously described as horse sweat and leather. 

Defect or virtue? It is known as an aromatic component of many classic wines. However for some, the aroma is considered as an inexcusable defect. This last edition of Brett, is a case where onology let nature take the lead by ageing part of the wine in barrels used in the in the first edition. 

The result is a multi-dimensional wine with layers of complexity normally only achieved after several years of bottle age.



sexta-feira, 20 de junho de 2014

Scala Coeli Syrah 2010 - Vinho elegante

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments

O Scala Coeli Tinto 2010 resulta das melhores vinificações das castas “estrangeiras” à região, como a Syrah. 

As uvas passaram por um processo de maceração pré-fermentativa a frio, seguida de fermentação alcoólica à temperatura de 28ºC e de maceração prolongada. Período de encuba total de quarenta dias e estágio de quinze meses em barricas novas de carvalho francês.

De cor granada, o Scala Coeli Tinto 2010 apresenta um aroma intenso e elegante. Na boca apresenta uma excelente estrutura com taninos suaves, boa acidez, terminando com ampla sensação de volume.

Enólogo: Pedro Baptista

Medalha de Ouro da 37ª edição do Challenge International du Vin, o mais antigo concurso internacional de vinhos.

Veja mais na sua loja online em: www.estadoliquido.pt / Vinho Premiado








segunda-feira, 16 de junho de 2014

Solar dos Lobos Syrah 2011 - Harmonioso e inspirador

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments

Uma família tradicional alentejana, com uma paixão enorme por vinhos, inicia em 2005 a produção dos seus próprios vinhos na Herdade Vale D’Anta (Redondo), junto à harmoniosa e inspiradora Serra D’Ossa. Aqui nascem os vinhos Solar dos Lobos!

No inicio de 2014 veio a público o novíssimo Solar dos Lobos Syrah 2011, carregado de amor e luxúria, que a casta "amante" francesa oferece.

É uma vez mais da responsabilidade da enóloga Susana Esteban, eleita a Melhor Enóloga do Ano 2011.

A Prova

Vinho de corpo inteiro, com personalidade vincada e dentro da linha dos varietais de Solar dos Lobos. Este varietal Syrah de cor viva com notas azuis profundas, é de aroma muito intenso a fruta e chocolates negros que não tapam as notas de madeira de carvalho francês bem presentes.

Encomendas online em: www.estadoliquido.pt/Solar dos Lobos Syrah

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Para os almoços de Domingo - Peceguina Tinto e Branco

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments

Chegando agora a altura do ano em que os almoços de Domingo se estendem em longas e agradáveis conversas, nada como levar à mesa para acompanhar em beleza o almoço, um vinho magnifico e que dá uma grande prova. Para agradar a todos, existe a solução de adquirir o Tinto Peceguina e o Branco Peceguina em conjunto.

Conjunto Monte da Peceguina Tinto e Branco.
http://estadoliquido.pt/pt/garrafeira/go/ConjMontedaPeceguinaTintoBranco2gfs
Monte da Peceguina Tinto
Uvas colhidas manualmente para caixas de 12Kg e criteriosamente seleccionadas na mesa de escolha. A fermentação ocorreu em lagar a temperatura controlada com várias pisas durante o todo o processo. Estágio parcial de 9 meses em barricas de carvalho francês.

Castas: Tinta Miúda, Trincadeira, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Syrah, Alicante Bouschet e Aragonez.
Teor Álcool: 14%

Monte da Peceguina Branco
Castas: Antão Vaz, Verdelho, Arinto e Roupeiro.

Colheita manual às primeiras horas do dia para caixas de 12Kg. Após selecção e triagem as uvas foram desengaçadas e suavemente prensadas. A fermentação ocorreu em cubas de inox a temperatura controlada.
13.0%Vol.

Prova - Monte da Peceguina Tinto
Apresenta uma cor vermelha com laivos violetas. Notas de fruta vermelha fresca e algum floral sobressaem num fundo especiado e tostado. Boa presença na boca sem pesar demasiado. Equilíbrio entre fruta e madeira num conjunto fresco e complexo que pede algum tempo de garrafa.

Prova - Monte da Peceguina Branco
Apresenta uma cor maravilhosa. Nariz atraente onde sobressai a fruta, nuances minerais e algum floral dão complexidade ao conjunto. Estruturado na boca, mas equilibrado pela boa acidez. Final de boca fresco e prolongado.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Beyra Tinto - Um vinho gastronómico

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments

O Enólogo 
“O enólogo Rui Madeira, que divide a sua paixão pelos vinhos com um sentimento idêntico em relação aos azeites, tem o seu nome ligado a produtos de alta qualidade e vendidos a preços muito sensatos.” 
David Lopes Ramos - Público (2005). 

“Rui Roboredo Madeira faz parte de uma nova geração de portugueses que estão a marcar o ritmo para a crescente qualidade dos vinhos de mesa do país.” 
Kim Marcus - Wine Spectator (2003).

Principais Prémios 
TOP 10 Star Award – Vinexpo (Bordeaux) 2003 
Best White Wine – Councours Mondial de Bruxelles 2009 
TOP 10 Wine Spectator 2010 




Beyra Tinto - O vinho 
Castas
Vinho jovem que foi produzido com uvas das castas Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) e Touriga Nacional.

Solos

Graniticos e xistosos com filões de quartzo.

Origem

Uvas com origem em vinhas plantadas no planalto da Beira Interior, a uma altitude média de 700 metros.

Vinificação

Uvas colhidas à mão, recepção com desengace total e esmagamento de imediato. Fermentação entre os 22 - 26 ºC durante 7 dias com maceração suave.

Estágio

Estágio durante 1 ano em cubas de aço inox até ao engarrafamento.

Álcool: 12,5% / pH: 3,8 / Acidez Total: 4,65 g/dm / Açucares Redutores: 8,6 g/dm.


Notas de prova
Aroma e sabor muito intenso, reflecte bem a região e a altitude. Carácter mineral dos vinhos de altitude, com frutos silvestres e especiarias. Fresco e muito elegante, com um final longo. Muito gastronómico. 
Um vinho que fica na memória. A alma deste vinho está na combinação única entre uvas das castas Alfrocheiro, Aragonez, Jaen e Touriga Nacional, de vinhas plantadas em solos graníticos e xistosos com filões de quartzo, na bacia hidrográfica do rio Douro a uma altitude média de 700 metros. 

Gastronomia

Experimente-o com pratos de cozinha mediterrânica de sabor intenso.


Mais vinhos Beyra

Beyra Superior Tinto


EN
Young wine / 12 months ageing in stainless steel vats / Grape varieties: Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) and Touriga Nacional / Granite and schist soils with quartz veins.

Fruity aroma with very elegant and discreet minerality. Berries and spices, fresh, with a fruity lasting finish. The soul of this wine lies in the unique combination of the Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) e Touriga Nacional grape varieties, from old vines planted in granite and schist soils with quartz veins, in the Douro River’s hydrographical basin, at an average altitude of 700 metres above sea level.

Enjoy with Mediterranean cuisine.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Manoella Tinto 2012 - Fresco e delicado

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments

O mais novo descendente da linha de vinhos idealizada por Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio, os criadores do famoso Pintas. Esta propriedade pertence à família Serôdio Borges há mais de 200 anos e o casal teve o privilégio de receber esta herança em 2008 e assim dar seguimento à longa tradição familiar. 

O grande desafio presente em todos os vinhos da Wine & Soul é atingir o equilíbrio entre a concentração e a frescura que as uvas do Douro proporcionam.

O Manoella Tinto é produzido a partir das castas Touriga Nacional (60%) - Touriga Franca (25%) - Tinta Roriz (10%) e Tinta Francisca (5%).

750 ml - 14% Vol.

Um estilo e uma filosofia completamente diferente dos vinhos Pintas. São vinhos não tão amplos e não tão opulentos como os Pintas, mas ao invés, são de uma frescura e delicadeza, compensadoras, e de uma concentração fenomenal que se obtém a partir das vinhas velhas. 

Um vinho com presença que não desaponta e merece a sua prova.


Mouchão Tinto 2009

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Uma escolha obrigatória e que se torna numa verdadeira comemoração quando o degustamos. O melhor do Alicante e do que se faz no Alentejo. Um vinho que nos enche a alma. Num mundo enológico em constante evolução, a Herdade do Mouchão mantém-se como sempre foi, uma tradição de família.

É o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão. É desenhado com base na casta Alicante Bouschet que encontrou na Herdade do Mouchão um “terroir” de eleição e que lhe confere um carácter único. O loteamento desta casta complementado com Trincadeira conferem-lhe um maior exotismo e elegância. 

Após fermentação em lagares o vinho estagia 24 meses em tonéis de 5,000 litros de carvalho português, macacaúba e mogno, e depois mais 24 a 36 meses em garrafa.

O vinho Mouchão apresenta uma cor profunda, concentrada, um carácter especiado e a sua estrutura de taninos única potencia um longo envelhecimento em garrafa. 

Um vinho elegante e distinto, ideal para guardar na sua garrafeira.

750ml - 14,5%Vol

terça-feira, 20 de maio de 2014

Um Vinho de A(l)titude

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Um Vinho de Altitude com Atitude

Na pequena aldeia da Vermiosa, localizada no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, a uma altitude média de 700 metros, há vários séculos que cultivam a vinha e criam vinhos que ainda hoje são conhecidos pela sua frescura e personalidade. 

Aqui existe um património vitivinícola com muito por revelar: vinhas velhas com castas autóctones perfeitamente adaptadas ao clima rústico provocado pela elevada altitude, em combinação com o solo, onde entre o xisto e o granito, se encontram muitos filões de quartzo.


Para hoje, destacamos um Beyra Superior.

Beyra Superior Tinto

12 meses em barricas novas de carvalho francês 1/3 e americano 2/3. 

Lote de uma selecção de uvas em várias parcelas de vinha, das castas Tinta Roriz (Tempranillo), Jaen (Mencia), Touriga Nacional e uma pequena percentagem de vinhas velhas com Rufete.

Solos xistosos da bacia hidrográfica do rio Douro, em pleno Parque Natural do Douro Internacional a uma altitude de 700m. Produto natural sujeito a criar depósito com a idade. 

Enólogo: Rui Reboredo Madeira 
13.5% Vol 
pH 3,75
750 ml 

Grande concentração, muito fresco, o lote deu origem a um aroma muito complexo onde se conjugam harmoniosamente as notas de barrica que adicionam complexidade às especiarias, aos frutos pretos, ao alcaçuz, às violetas num conjunto que promete melhorar em garrafa ano após ano. Complexidade, aroma muito concentrado, vigoroso e estruturado na boca com uma textura espessa a denotar uvas criadas com stress. 

Antes de o beber decante-o, disfrute-o com pratos de carne fortes, caça e ou queijos fortes que mais goste.

Para encomendar online - Clique Aqui


EN
12 months in 1/3 French and 2/3 American new oak barrels. (field) Blend of a section of (native) grapes from several vine plots (vineyards), of grape varieties Tinta Roriz, Jaen, Touriga Nacional and a small percentage of old vines with Rufete. Grown on unique soils at an altitude of 700, the location is close to the Douro region and shares many of its attributes. This is a natural product and will in time throw some sediment. 

Winemaker: Rui Reboredo Madeira 
13.5% Vol 
750 ml

The grapes that created this wine fermented together. My goal was to harvest the various grape varieties from different vineyards when I believed the timing was right to produce a wine for ageing. 

Great concentration and very fresh, the blend produced a remarkable complex aroma where the notes of oak mingle harmoniously and add complexity to the spices, blackberry, liquorice and violets, in a blend that promises to get better in the bottle year after year. 

Complex, very concentrated aroma. Robust and structured on the palate with a thick texture evoking grapes grown under stress. 

Decant before serving. 

Enjoy with strong meat dishes, game or your favourite strong cheeses.

Buy online in www.estadoliquido.pt

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Para que dá 5 euros? Para um Cartuxa Tinto + um Cartuxa Branco

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A Adega da Cartuxa – Quinta de Valbom, antiga casa de repouso da Companhia de Jesus onde já em 1776 funcionava um lagar de vinho, é actualmente o centro de estágio dos vinhos da Fundação Eugénio de Almeida, e sede do Enoturismo Cartuxa. 

A nova Adega da Cartuxa, situada na Herdade de Pinheiros, permite receber a totalidade da uva produzida nas vinhas da FEA, e tem na sua génese três principais premissas tecnológicas que a distingue das demais: - Efectiva capacidade de refrigeração; - Possibilidade de triagem na totalidade da uva à entrada na adega; - Movimentação e transferência de massas unicamente por gravidade. 

Da linha de engarrafamento totalmente automatizada instalada na Adega Cartuxa saem anualmente cerca de três milhões de garrafas, distribuídas por vinho branco, rosé e tinto das marcas Pêra-Manca, Scala Coeli, Cartuxa, Foral de Évora e EA, e o espumante Cartuxa.

Mas qual o vinho de que falamos hoje? É o Cartuxa Vinea.

 Cartuxa Vinea Branco

Produzido exclusivamente a partir das castas portuguesas Roupeiro e Antão Vaz.

Vinho jovem e frutado.

750Ml. 

12,5% Vol



Cartuxa Vinea Tinto

Produzido exclusivamente a partir das castas portuguesas Aragonez, Castelão, Trincadeira e Alicante Bouschet.

Vinho jovem e frutado.

750ml. 

13.5% Vol


Ficou com interesse em provar? Encomende online - Clique Aqui

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Vinho, Quintas e Herdades - Quinta da Bacalhôa e J.P Private Selection

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments


Com o bom tempo que veio para ficar (assim se espera), nada como começar a planear os seus fins de semana. Se por um lado este bom tempo é agradável, para estar na praia ainda não é muito convidativo. A pensar na melhor solução para si, nada como ter o prazer e privilégio de conhecer locais como quintas e herdades que são os berços dos néctares que tanto ansiamos por degustar.

E, assim nasceu a ideia de escrever estes artigos, onde será recomendado um maravilhoso destino por semana. A viagem como é natural, começa com a degustação dos vinhos (para poder fazer as visitas com conhecimento de causa), e para isso será muito bem recebido na nossa imponente e distinta loja com mais de 1.200 m2, onde irá encontrar mais de 2.500 referências de produtos. Num ambiente acolhedor, será recebido por profissionais experientes, que o acompanham desde a sua chegada até à colocação dos produtos nas viaturas, que ficam estacionadas no parque privativo da empresa. Se preferir encomendar no conforto da sua casa ou durante uma pausa no seu trabalho, tem disponível a loja online em www.estadoliquido.pt

Depois, então, seguirá para a recomendação desta semana: Quinta da Bacalhôa

Considerada a mais bela quinta da primeira metade do século XV ainda existente em Portugal, a Quinta da Bacalhôa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa. Localizados em Azeitão, a Quinta e o famoso Palácio da Bacalhôa constituem um monumento artístico da maior relevância para o País.

No século XIV pertenceu, como quinta de recreio, a João, Infante de Portugal, filho do rei D. João I. Herdou-a sua filha Dona Brites, casada com o segundo Duque de Viseu e mãe do Rei D. D. Manuel I. Ainda hoje existem os edifícios, os muros com torreões de cúpulas aos gomos e também o grande tanque, beneficiações mandadas construir por Dona Brites.

Esta quinta viria a ser vendida em 1528 a D. Brás de Albuquerque, filho primogénito de D. Afonso de Albuquerque. O novo proprietário, além de ter enriquecido as construções com belos azulejos, mandou construir uma harmoniosa “casa de prazer”, junto ao lago, e dois robustos pavilhões, junto aos muros laterais. Nos finais do século XVI, esta quinta fazia parte do morgadio pertencente a D. Jerónimo Teles Barreto — descendente de Afonso de Albuquerque. Este morgadio — em que estava incluída a Quinta da Bacalhôa — viria a ser herdado por sua irmã, Dona Maria Mendonça de Albuquerque, casada com D. Jerónimo Manuel, conhecido pela alcunha de “Bacalhau”.

É muito provável que o nome “Bacalhôa”, pelo qual veio a ficar conhecida a antiga Quinta de Vila Fresca, em Azeitão, tenha tido origem no facto de a mulher de D. Jerónimo Manuel também ser designada da mesma forma sarcástica. Esta quinta ficou consagrada entre os tesouros artísticos de Portugal.

Em 1936, o Palácio da Bacalhôa foi comprado e restaurado por Orlena Scoville, de nacionalidade norte-americana, cujo neto encetou a missão de tornar a quinta num dos maiores produtores de vinho em Portugal, na década de 70 do século XX.

Actualmente a Quinta da Bacalhôa pertence à Fundação Berardo, liderada pela família Berardo, cujo patriarca é o Comendador José Berardo. 

Foi classificada pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) como Monumento Nacional em 1996.


E, então que vinho da quinta da Bacalhôa recomendamos hoje? Entre tantas e tão boas ofertas, desta vez destacamos:


JP Private Selection Tinto 2011

     Península de Setúbal



Cor: Tinto
Capacidade:
 750ml
Castas: Syrah, Castelão, Cabernet Sauvignon


Grau: 14% Vol.
Primeira Colheita: 1987

Vinificação: Produzido a partir das castas Syrah, Castelão e Cabernet sauvignon, plantadas na Península de Setúbal onde as uvas apresentam excelentes condições de maturação e que enaltecem a personalidade de cada uma das castas. As castas Castelão e Syrah encontram o "terroir" ideal para vinhos ricos, encorpados e cheios na boca, nas vinhas de baixa produção dos solos arenosos de Palmela.

Estágio:O vinho estagiou durante 9 meses em barricas de carvalho francês Allier.

Notas de Prova: Apresenta aromas e sabores de frutos encarnados bem marcados, como a ginja e a ameixa preta, com notas subtis de menta, especiarias e baunilha; os taninos suaves e finos estão bem presentes conferindo uma estrutura longa, cheia e complexa. Este vinho tem um ótimo potencial de envelhecimento em garrafa.

Gastronomia: Perna de Borrego

Temperatura de Serviço: 16 - 18 ºC

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Portugal e o Mundo - Os números do vinho e da vinha

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Ter vinha e ter produção é uma coisa; beber o vinho é outra. Os maiores consumidores de vinho do Mundo são a França e os Estados Unidos, praticamente lado a lado, com volumes na ordem dos três mil milhões de litros por ano. A Itália vem a seguir, com cerca de 2,2 mil milhões. Portugal surge em 11º lugar, com cerca de 455 milhões de litros. Este números dizem pouco, porque estão relacionados, como é evidente, com a população do país.

Mais significativo é o consumo per capita e aqui, Portugal se destaca em força. Na verdade, o português é o terceiro maior consumidor mundial de vinho, logo abaixo do Luxemburguês (cuja população tem uma boa percentagem de portugueses) e da França. Em média um Luxemburguês consumiu por ano mais de 50 litros de vinho. Falamos de médias, claro, Se retirarmos desta equação a população que não bebe (abstémios, jovens, idosos, doentes, etc...) facilmente chegamos à conclusão de que alguns habitantes deste país devem beber 200 ou mais litros por ano.

Em Portugal o consumo médio per capita em 2012 foi de 42.5 litros.

Curiosidades
Se a China e a India consumissem tanto como Portugal (litros per capita) não haveria vinho suficiente no Mundo para os abastecer.

Portugal é líder mundial na percentagem da área do país dedicada à vinha.

Portugal tem a 7ª maior área de vinha mas é apenas o 11º produtor de vinho.

Países com maior área de vinha
País                             Área (milhares hectares)
1. Espanha                   1018
2. França                       800
3. Itália                          769
4. China                        570
5. Turquia                     517
6. Estados Unidos         407
7. Portugal                    239
8. Argentina                  221
9. Chile                         205
10. Roménia                 205

Países com maior percentagem de área de vinha
País                                     % da área*
1. Portugal                                 2.59%
2. Itália                                      2.55%
3. Espanha                                 2.01%
4. França                                   1.45%
5. Roménia                                0.86%
6. Turquia                                  0.66%
7. Chile                                      0.27%
8. Argentina                               0.08%
9. China                                     0.06%
10. Estados Unidos                    0.04%
*face à superfície total do país

fonte. revistadevinhos impressa



terça-feira, 1 de abril de 2014

"Syrah" que é mesmo um excelente tinto?

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Syrah da Peceguina Tinto 2010

Vinho Tinto da região do Alentejo, 100% Syrah. 


Um Syrah maciço proveniente de uma vinha com 27 hectares em solo Xistoso. 

Uvas colhidas manualmente para caixas de 12kg e criteriosamente seleccionadas na mesa de escolha. 

A fermentação ocorreu em lagar a temperatura controlada com várias pisas durante todo o processo. 

Estágio de 12 meses em barricas novas de carvalho francês. 

Teor Álcool: 15,5% 
Acidez Total: 5.8 g/l em ácido tartárico 
pH: 3.51

Um vinho impetuoso, viril e carnudo, deleita-nos com o seu fruto maduro e impressiona com o seu corpo.

Confirmado, é mesmo um excelente vinho tinto...Recomendado...

quinta-feira, 27 de março de 2014

Um Vinho Tinto Superior

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Crasto Superior Tinto 2011


Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Sousão e Vinhas Velhas (vinhas antigas com um número elevado de castas diferentes – cerca de 30). 

Sistematização do terreno: Patamares de 1 e 2 bardos e vinha ao alto 

Exposição: Nascente/Sul Solo: Xisto 

Tecnologia de Vinificação: As uvas, provenientes da nossa Quinta da Cabreira no Douro Superior, foram transportadas em caixas de plástico alimentar e sujeitas a uma rigorosa triagem à entrada da adega. Após um desengace total e um ligeiro esmagamento, o mosto foi transferido para cubas de fermentação em aço inox com temperatura controlada.

Notas de Prova: Ataque fresco, evoluindo em grande harmonia para um volume compacto, composto por taninos maduros e firmes. Boa sensação de frescura aromática, com notas de excelente complexidade que lembram frutos silvestres do Douro, esteva e cacau. O conjunto proporciona um final agradável e de excelente persistência.

terça-feira, 25 de março de 2014

Um Magnifico e Persistente Vinhas Velhas Tinto

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Castas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional, Tinto Cão, Tinta Amarela, Sousão. 

Álcool: 15% vol 
PH: 3,73 
Acidez Total: 5,0 g/l 
Açúcar Residual: 2,8 g/l

Foi feito em lagares de granito com as castas Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional, Tinto Cão, Tinta Amarela e Sousão. 

Depois da fermentação passou 12 meses em barricas novas de carvalho francês. 

Mostra aroma de frutos vermelhos maduros, amparados, discretamente, pela suave baunilha da madeira de carvalho. Consistente na boca, denso, com fruto de qualidade, notas de fruta vermelha e final longo e persistente. 

Encomendar

quarta-feira, 12 de março de 2014

6 Grandes vinhos de Setúbal

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments


As vinhas da Península de Setúbal repartem-se na sua esmagadora maioria por duas zonas: a montanhosa, formada pelas serras, Arrábida, São Luís e Rasca e seus prolongamentos nos montes de Palmela, Barris, São Francisco e Azeitão, variando a altitude entre os 100 e os 500 metros; e as planícies dos concelhos de Palmela e Montijo, que se estendem param sul, dominadas pela formação geológica do Plioceno de Pegões, envolvendo a bacia do Sado, com cota compreendida entre os 30 e 100 metros.

Estas características orográficas condicionam de forma marcada o clima que se faz sentir na região. O clima do Sul de Portugal, é tipicamente mediterrânico, com um verão quente e seco, alternando com um inverno relativamente frio e chuvoso.

Sugestão de 6 maravilhosos vinhos desta zona 
 Anima Tinto 2005

A sua cor é de um rubi escuro e o seu aroma intenso e profundamente sedutor. 


A sua fruta negra, a lembrar amoras, cerejas e mirtilos em nobres compotas, manifesta-se na dose certa. 


A tosta da barrica mostra-se muito elegante e bem integrada com o chocolate e as notas balsâmicas que se sentem ao fundo. 


Na boca mostra-se delicado, com bom corpo e deliciosamente cremoso. 


Os seus taninos são redondos e muito seguros. Estamos inquestionavelmente perante um vinho bastante complexo e detentor de uma elegância aristocrática.



 Cavalo Maluco 2009

De cor negra, retinta mesmo, com reflexos de púrpura, este vinho revela um nariz exuberante onde ressaltam de imediato as frutas pretas, mas também a menta, algum tabaco e muita erva aromática. 

A madeira está bem presente mas faz-se notar de forma controlada, não prejudicando em nada a sua memorável panóplia de aromas. Acidez firme, com taninos bem presente mas muito refinados. 

Este elixir possui um final quase interminável, revelando, ao longo de uma refeição, e à medida que o tempo e a oxigenação se vão desenrolando, nuances sempre novas e inolvidáveis.
 Leo D´Honor 2008

Castas: Castelão “Periquita” 
Colheita: Inicio de Outubro 
Origem: Vinha com mais de 60 anos situada em Fernando Pó, zona privilegiada do concelho de Palmela. 
Solo: Arenoso 
Clima: Mediterrânico 
Vinificação: Fermentação em cubas-lagar de Inox com maceração pelicular prolongada de 4 semanas 
Aconselha-se Guardar Durante: 15 anos 14.5 º vol

Aroma profundo e concentrado. A casta Castelão no seu melhor com notas de frutos pretos, compota e especiarias. Complexo na boca com ligeiras nuances a tabaco e chocolate provenientes do estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês. É um vinho bem encorpado, com taninos presentes e um elegante final de boca.




 Má Partilha Merlot 2009

Produzido inteiramente com a casta Merlot, de vinhas localizadas nas encostas de Azeitão, onde encontra um terroir óptimo para o seu plantio com elevada qualidade. 

A sua fermentação foi finalizada em barricas novas de carvalho francês "Allier", seguido de um estágio nas mesmas, o que contribuiu para a excelente integração dos aromas e sabores e que lhe conferem uma estrutura complexa e muito persistente. 


Apresenta um óptimo potencial de envelhecimento em garrafa e é o acompanhante ideal de pratos de carne, caça e queijos.


Um vinho de cor vermelha intensa, apresenta notas de fruta madura combinadas com chocolate no aroma; na boca tem taninos finos e elegantes mas firmes, que lhe conferem uma estrutura complexa e muito persistente. 


Servir à temperatura de 14-16ºC




Castas: Cabernet Sauvignon e Merlot. Grau: 14,5% Vol. 
Vinificação: As castas escolhidas no encepamento da Quinta, o Cabernet Sauvignon e o Merlot, beneficiam das condições naturais para uma maturação lenta e equilibrada. Após uma fermentação dos vinhos elementares, durante uma semana, a temperatura controlada, seguiu-se um período de "cuvaison" (maceração pelicular pós-fermentativa) de três semanas. 
Estágio: Com uma selecção criteriosa, contemplando numerosas provas e análises, criou-se o lote final que estagiou em barricas novas de carvalho francês durante 11meses.
Aromas de frutos vermelhos combinados com "nuances" de madeira e especiarias; na boca, as sensações de frutas vermelhas são realçadas e combinadas com taninos suaves bem presentes; tem um final fresco, algo mineral, elegante e muito complexo. Possui um grande potencial de envelhecimento. 
Gastronomia: Pratos de carne vermelha e caça. Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C

No ano em que a marca Periquita celebra o seu 160º aniversario, a José Maria da Fonseca apresenta o primeiro Periquita topo de gama, o Superyor, produzido a partir das castas Castelão, Tinta Francisca e Cabernet Sauvignon. 
O Periquita Superyor 2008 é uma homenagem do enólogo Domingos Soares Franco ao encontro entre a casta e a região.
Cor: vermelho escuro. 
Aroma: Framboesa, amoras, eucalipto, couro, madeira bem integrada e especiarias. 
Corpo: Muito macio, mas com continuidade. 
Paladar: Frutado, harmonioso, elegante com taninos suaves. 
Final de prova: Longo



*Notas de prova utilizadas: Oficiais e de Olga Cardoso em aminhaloucapaixão

terça-feira, 11 de março de 2014

Será o melhor vinho em Bag-in-Box do Mundo?

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , , No comments

O calor, quase irrespirável é apenas contrariado pela suave brisa habitual das noites quentes de verão no sul do País. A lua redonda e branca, espreita por detrás da Anta que se impõe poderosa, ilumina os campos do vale cultivados com vinha, ampliando e deformando silhuetas sombrias. Barulhos sibilantes e indecifráveis completam o cenário misterioso, quase assustador...

E quando um conceituado Chef de cozinha se junta a um magnifico produtor de vinho para atingir o sonho de obterem um vinho excepcional e marcante, para depois juntaram também uma embalagem que oferece-se maior protecção e conservação desse néctar, eis o resultado:


Le Loup Noir Summer Edition Branco BiB 2Lt
Vinho Regional Alentejano
Castas: Antão Vaz, Chardonnay e Sauvignon Blanc 

13,5 % Vol

É um vinho de aroma com notas de fruta tropical, limão e um pouco de flores. Na boca acidez. Frutado com nota floral. Boa persistência. Um vinho muito gastronómico que consegue acompanhar um bom leque de pratos ou até ser bebido como aperitivo se estiver bem fresco. 

O formato bag in box facilita estar sempre disponível no frigorífico para se ir bebendo quando se quer durando sem se estragar muito mais tempo que uma garrafa.


Le Loup Noir Colheita Tinto BiB 2Lt
Vinho Regional Alentejano
Castas: Syrah, Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Aragonez

Estagiou durante 8 meses em barricas de carvalho francês. 

Enóloga: Susana Esteban 

14%Vol

Cor rubi. Apresenta um aroma intenso a fruta madura com notas de madeira bem integradas. Paladar: Na boca é persistente, com taninos macios e bem integrados.

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sexta-feira, 7 de março de 2014

Grande Reserva - Grande Vinho

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A Casa Brites Aguiar é uma Sociedade Agrícola familiar de três irmãos (Lúcia, Paulo e Tomy) após doação do património por parte dos seus pais, Fernanda Brites e Manuel Aguiar. Situada no Douro/Cima Corgo, nas encostas do Rio Torto e de um dos seus afluentes, a Ribeira de Galegos, em Várzea de Trevões, pequena aldeia do concelho de S. João da Pesqueira. Conta com 45ha instalados no local onde nasce o Vinho do Porto numa faixa de altitude entre os 230 e os 450m, são cultivadas variedades autóctones segundo práticas que respeitam o meio ambiente. Vinhas com 20 anos de idade com as castas: 17ha Touriga Franca, 15ha Tinta Roriz, 7ha Touriga Nacional, 3ha Tinta Amarela e 1ha Tinta Francisca. A enologia fica a cargo de Pedro Sequeira e António Rosas que dão forma à firma Duplo PR.



Bafarela Grande Reserva 2011 - Um tinto excepcional

Castas:
Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz

14,5%Vol


Cor intensa e carregada. Aroma distinto de grande intensidade e complexidade com notas florais. Na boca tem boa amplitude e precisão, sedutor com fruta evidente muito focado no floral, apresenta uma boa estrutura com taninos densos mas finos.


Impõe-se na prova mais pela sua frescura do que pela sua concentração, o final é longo, sedutor e persistente.


Recomendado

Abrir com cuidado e decantar para melhor apreciação.

Servir entre os 16º a 17ºC



quinta-feira, 6 de março de 2014

Os melhores vinhos do Tejo por menos de 5 euros

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , , No comments

Na região do Tejo existem actualmente cerca de 20 mil hectares plantados de vinha (representam cerca de 8.5% do total nacional), dos quais 12 mil hectares são de castas brancas (60% da produção) e 8 mil hectares são de castas tintas (40% da produção), que produzem anualmente, no total, cerca de 650 mil hectolitros de vinho (representam cerca de 12% do total nacional).

Destes, são certificados cerca de 85 mil hectolitros, dos quais 80% são vinho regional e 20% são vinhos com Denominação de Origem Controlada (DOC). Da produção dos vinhos da região do Tejo (DOC e Regional) 30% destinam-se à exportação (União Europeia e países terceiros).

Alguns destes magníficos vinhos com uma excelente relação preço/qualidade (inferior a 5 euros/16.02 reais/4.11GBP):




Fiuza Sauvignon Blanc

Feito exclusivamente de sauvignon blanc, temos aqui um branco muito fiel aos aromas da casta, com muitas notas verdes de espargos, relva cortada e um enfoque evidente nos frutos tropicais (ananás e maracujá). 

Muito limpo e atractivo. tem frescura na boca e há aqui um toque mineral que lhe confere boa complexidade. 

Para acompanhar peixes pouco gordos e principalmente marisco.




Quinta da Alorna Tinto
Castas
Tinta Roriz, Castelão , Syrah, e Alicante Bouschet

Cor 
Rubi carregado

Prova
Limpo, notas de frutas vermelhas madura e ligeiro toque a madeira. Encorpado, redondo com taninos suaves. Final de boca intenso, suave e agradável.

Gastronomia
Consumir a 16-18ºC para acompanhar carnes brancas, aves, salsicharia e queijos de pasta mole.



Fiuza 3 Castas Tinto

Castas
Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional

Aroma imediato a frutos silvestres bem maduros e ervas frescas e amargas, com ligeiras sugestões de especiarias e azeitona verde. 

Corpo rubi, escuro, intenso, cheio de fruta generosa, generosamente especiada, fresco e razoavelmente longo fim de boca.

Vinho recomendado para beber de imediato.





 Padre Pedro Casa Cadaval Tinto

O Padre Pedro é o vinho de entrada de gama da Casa Cadaval. Sob a supervisão do prestigiado enólogo Rui Reguinga, foi elaborado a partir de uvas das castas Aragonês (40%), Trincadeira (40%), Cabernet Sauvignon (15%) e Merlot (5%). Vinificado em cubas indox com controlo de temperatura, de forma a preservar os aromas frutados e jovens, estagiou depois 6 meses em barricas de carvalho francês.

É um vinho com aroma bastante frutado, com sugestões de framboesas e um toque floral elegante. Na boca prima pela suavidade, com taninos maduros e redondos, um tinto que sem perder o carácter ribatejano, forma um conjunto bastante equilibrado e fácil de gostar.

Castas
Arinto, Alvarinho, Fernão Pires, Sauvignon Blanc e Verdelho.

A sua cor é de uma amarela esverdeado desmaiado e no nariz seduz com uma promessa doce e frutada. Já na boca mostra o seu potencial com aromas frutados e tropicais, como o da papaia e a acidez do maracujá num conjunto harmonioso de acidez e estrutura. 

Fica na boca uma frescura prolongada e muito agradável. 

Acompanha saladas, massas, marisco, carnes magras, peixes grelhados ou queijos de pasta mola.Também serve como um bom aperitivo.