terça-feira, 25 de maio de 2010

Gloria Reynolds Tinto 2004

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Gloria Reynolds Tinto 2004

O Produtor

A Família Reynolds estabeleceu-se no Alentejo em 1856. Foram pioneiros na indústria da cortiça e criaram grandes vinhos nas suas terras, alguns dos quais ainda se produzem. O vinho Gloria Reynolds foi concebido na busca da tradição e como Homenagem à mãe do produtor.

O Vinho

País - Portugal

Região - Alentejo - Arronches

Castas - Alicante Bouschet e Trincadeira

Álcool - 13.5 % vol.

Acidez Total - 6,1 g / l

Açúcares Redutores - 2,2 g/ l

Terroir - Solo de xisto, encostas suaves com influência climática da Serra de São Mamede.


Viticultura / Enologia - As uvas foram colhidas manualmente para pequenas caixas nas vinhas da Herdade da Figueira de Cima, que rodeiam a adega. Após desengace total as uvas fermentaram em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau com temperatura controlada e uma parte do lote estagiou depois em barricas de carvalho francês da mesma tanoaria durante 24 meses.

O engarrafamento foi antecedido por filtração por terras de porosidade média e as garrafas estagiaram pelo menos mais ano antes de serem comercializadas.


Apreciação Organoléptica - Cor granada, que surpreende pela elegância e profundidade das suas características. Aromas de frutos negros confinados, notas de chocolate amargo e especiarias, definem a sua complexidade que acompanha uma estrutura marcante, fresca e de larga persistência, que traduz um vinho altamente personalizado e distinto, motivo de prazer e valorização para consumidores exigentes.

Estrutura, que lhe permite uma boa evolução em garrafa.


Modo de servir - Deve ser servido a uma temperatura de 16ºC a 18ºC.

Sugestão gastronómica - Lombos de veado, Bifes de novilho.


Para comprar - www.estadoliquido.pt / Gloria Reynolds 2004

Fita Preta Tinto 2007

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Fita Preta Tinto 2007


Clima - Mediterrâneo continental, dias quentes e secos, com noites muito frias.


Localização das Vinhas - Évora e Bencantel


Solos - Xistoso


Castas - Aragonês (40%), Trincadeira (35%) e Alicante bouschet (25%)


Denominação - Vinho Regional Alentejano


Vinificação - Vindima manual selectiva em caixas de 20 Kg. Selecção em mesa de escolha. Enchimento da cuba por gravidade. Fermentações alcóolica e malolática espontâneas. “Cuivason” de 15 dias.


Estágio - 9 meses 50% em car valho francês e 50% em cuba


Acidez Total - 5,20 g/L

Álcool - 14,5 % em volume

Garrafas - 20.000 de 0,75 L

Data de Lançamento - Maio de 2009

Conservação - 12 -14ºC


Serviço - Servir a 16 ºC para ser bebido a 18 ºC


Gastronomia - Funciona bem com carnes vermelhas grelhadas e condimentadas


Notas de Prova - Cor ruby-violeta concentrado. Nariz exuberante, frutos vermelhos quentes notas terossas e alguma eucalipto. Ataque cheio, encorpado, rico nos aromas, muito redondo e com boa persistência.


Viticultor - David Booth

Enólogo - António Maçanita


Para comprar - www.estadoliquido.pt / Fita Preta

Dona Maria Amantis 2005

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Dona Maria Amantis 2005

Região - Alentejo (Estremoz)
Solo - Argilo-Calcário
Tipo - Tinto
Castas - Syrah (30%), Petit Verdon (30%), Cabernet Sauvignon (30%) e Touriga Nacional (10%)

Produção - 22.800 garrafas

Envelhecimento - Estagiou durante 1 ano em barricas de carvalho Francês (70%) e carvalho Americano (30%)

Engarrafamento - Outubro de 2007

Garrafa - Bordalesa 750 ml.

Teor alcoólico - 14,5% Vol
Acidez total - 6 g/l
Acidez volátil - 0,66 g/l
pH - 3,48
Açucares redutores - 3,6 g/l

Apreciação Organoléctica
Cor - Rubí escuro com muito brilho
Aroma - Muito complexo, misto de vários frutos silvestres maduros
Paladar - Rico e com sabor a menta, especiarias e frutos vermelhos. Muito elegante com taninos suaves e com um final persistente. Uma acidez que transmite frescura.

Recomendado - Abrir de preferência 2 horas antes de consumir e servir a uma temperatura entre os 18-19ºC.

Cortes de Cima Reserva 2003

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Cortes de Cima Reserva 2003

Vindima 2003 - O calor foi um factor de atraso na maturação fenólica das uvas. A vindima começou devagar a 26 de Agosto. Hans seleccionou cuidadosamente em cada talhão apenas as áreas onde se verificava uma maior maturação das uvas para vindimar, deixando as restantes para amadurecerem um pouco mais.

Em contraste com o ano anterior em que Setembro foi incrivelmente chuvoso, a vindima de 2003 decorreu debaixo de um céu azul com apenas um dia em que se registou chuva. O último dia de vindima foi a 5 de Outubro. O Baumé atingiu em média 14.5º.


Castas - 42% Syrah, 39% Aragonez, 19% Touriga Nacional


Ácidos Totais - 5.8

pH Final - 3.72

Açúcares Redutores - 3.6

Álcool - 14.5%

Estágio em Barricas - 12 meses em barricas de carvalho Americano (25%) e carvalho Francês (75%)

Produção total - 18.366 garrafas (75 cl)


Vinificação - As uvas são fermentadas sem engaços, a temperaturas controladas, numa combinação do método “rack and return” e regulares remontagens, precedido de um alargado período de maceração das películas, o que realça as características frutadas das castas, e fornece estrutura taninosa e equilíbrio.

O vinho foi envelhecido durante doze meses em barricas de carvalho americano (75%) e de carvalho francês (25%), tempo durante o qual houve uma combinação das características próprias das castas e dos componentes do carvalho. Colheita, produção e engarrafamento na propriedade familiar. Engarrafamento sem colagem e com filtração em Junho de 2005.


Notas de Prova - Este vinho apresenta um aroma intenso a ameixas maduras e frutos silvestres com notas de tosta e baunilha do carvalho. O paladar é cheio, macio e redondo, com notas intensas a fruta doce, algum chocolate e mocca. Os taninos apresentam-se maduros e bem integrados com as especiarias provenientes do carvalho.


Este é um vinho muito bem equilibrado, onde a fruta, o carvalho e a textura rica estão muito bem suportados pelos taninos finos, sendo um exemplo típico da colheita de 2003, podendo por isso ser apreciado jovem, mas que irá melhorar em garrafa nos próximos 5 a 7 anos.



Para comprar - www.estadoliquido.pt / Cortes Cima Reserva 2003

Athayde Grande Escolha Tinto 2007

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Athayde Grande Escolha Tinto 2007

Região - Alentejo

Castas - Syrah, Touriga Nacional, Aragonês e Alicante Bouschet

Vinificação - Escolha de uvas, desengace total com ligeiro esmagamento. Fermentação alcoólica em lagares de inox de manta submersa a temperatura controlada, para preservar os aromas frutados e florais das castas, fermentação maloláctica e estágio de 12 meses em barricas novas de carvalho francês e americano das melhores tanoarias.


Engarrafamento - Novembro de 2008

Produção - 8.000 garrafas

Enólogo - Carlos Magalhães

Apreciação Organoléctica
Cor - Cor rubi e brilhante
Aroma - Aroma muito concentrado e elegante a frutos vermelhos compotados, com ligeiro floral e ligeira tosta onde a fruta vermelha e a sua elegância se combinam na perfeição com notas balsâmicas da madeira.
Prova - Na boca é um vinho cheio, complexo, evidenciando o perfeito casamento da fruta com as notas balsâmicas e os seus taninos redondos da madeira. Tem um final longo e persistente que completam o retrato de um grande vinho.

Teor alcoólico - 13,5% Vol

Modo de servir - Recomendado a uma temperatura de 17-19ºC

Sugestão de consumo - Ideal para acompanhar carnes vermelhas, bem como assados e queijos.

Longevidade - Evoluirá, calma e progressivamente nos próximos 7 anos.

Borba Montes Claros Garrafeira 2005

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Borba Montes Claros Garrafeira 2005

Região - Borba - Alentejo – Portugal

Classificação - DOC Alentejo

Tipo - Tinto

Colheita - 2005

Designativo de Qualidade - Garrafeira

Castas - Trincadeira (45%), Aragonez (35%) e Tinta Caiada (20%)

Solos - Argilo-calcários e xistosos


Vinificação - Na colheita de 2005 surge o primeiro vinho Montes Claros com designativo “Garrafeira”. Foi elaborado a partir duma selecção prévia de vinhas velhas instaladas em solos de xisto, com controlo rigoroso da produção de uva por hectare e acompanhamento da evolução da maturação em cada casta e talhão específico.

Este processo envolveu particularmente os viticultores associados, os quais tiveram um extremo cuidado para a produção de uvas de qualidade extra. Na chegada à Adega as uvas foram esmagadas suavemente com desengace total, ao qual se seguiu o processo de fermentação alcoólica em lagar de inox, com pisa mecânica moderada, terminando em maceração durante 10 dias, sob controlo de temperatura a 24ºC.

A fermentação maloláctica ocorreu em barricas de 1ª utilização de carvalho françês, americano e castanho, ao qual se seguiu um estágio de 12 meses nas mesmas barricas. Após ligeira filtração, ocorreu o engarrafamento e um estágio final em cave de 30 meses em garrafa.


Notas de Prova - Aspecto límpido e cor granada com profundidade. Boa intensidade aromática, com destaque nas notas de frutos vermelhos em compota, café, chocolate e especiarias. Sabor macio, com frescura frutada, excelente estrutura, ligeira adstringência especiada e tostada, com taninos silvestres, mas suaves e encorpados. Final gordo muito prolongado, com equilíbrio, elegância e persistência.


Como Servir - Temperatura de 16-17ºC. Em acompanhamento de pratos elaborados de carne (vitela, borrego e caça), doces conventuais. Este vinho pode ser consumido de imediato, de preferência, poderá também deixá-lo estagiar pelo menos 10 anos.


Produção - 6500 Garrafas


Teor Alcoólico - 14,0%Vol


Medalha de Ouro:

Concurso Mundial de Bruxelas 2009

Concurso de Vinhos Engarrafados 2009


Para Comprar - www.estadoliquido.pt / Borba Garrafeira 2005

Scala Coeli 2007 - Touriga Nacional

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Scala Coeli 2007
Vinho Regional Alentejano

Origem do nome - Scala Coeli, deve o seu nome ao Convento de Santa Maria Scala Coeli, normalmente conhecido por convento da Cartuxa, local onde os monges cartuxos permanecem em silêncio e oração. Resulta das melhores vinificações de cada ano de castas menos tradicionais ao Alentejo. Foi produzido pela primeira vez em 2005.

Castas - Touriga Nacional

Tipo de solo - Granítico

Álcool (%) – 14,0

Acidez total (g/l) – 4,8

pH – 3,74

Açúcares redutores (g/l) – 2,5

Vinificação - Obtido a partir das melhores vinificações da colheita, utilizando castas menos tradicionais na região. Em 2007 resultou da vinificação da casta Touriga Nacional, vindimada a 27 de Setembro. Neste dia as uvas foram cuidadosamente colhidas e levadas para a adega, onde se procedeu à maceração pré-fermentativa a frio, seguida de fermentação alcoólica à temperatura de 28ºC e de maceração prolongada. Encuba total de quarenta dias.

Estágio - Estagiou quinze meses em barricas novas de carvalho francês.

Temperatura de Serviço - 16ºC a 18ºC

Produtor - Fundação Eugénio de Almeida

Enólogo - Pedro Baptista

Soberana 2004

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Soberana Tinto 2004

Vinho Regional Terras do Sado

Descrição - O Soberana 2004 é o segundo vinho produzido pelas Soberanas e representa a aposta do produtor na elegância e no equilíbrio. Produzido a partir de algumas das castas plantadas nas vinhas próprias das Soberanas, este vinho é produzido todos os anos, com a composição mais favorável ao seu desempenho na mesa e no palato.

A frescura do vinho advém da proximidade do mar, característica das Terras do Sado, enquanto a sua profundidade e volume evocam o aveludado dos tintos alentejanos. Isso deve-se ao facto de estarmos numa zona de transição, na qual o comportamento das castas típicas alentejanas revela aspectos até hoje quase desconhecidos. É o terroir das Soberanas.

Recomenda-se - O vinho deve beber-se à temperatura de 16-17º, aconselhando-se a decantação, apesar de não ser indispensável.

Teor Alcoólico - 14,5 %Vol.

Acidez total - 6,25 g/l pH: 3,70

Castas - Alicante Bouschet (33%) Trincadeira (31%) Aragonez (16%) Alfrocheiro (13%) Tinta Caiada (7%)

Vindima - 1ª Quinzena Set'04; Vindima manual

Vinificação - Fermentação em inox a 27º Maceração longa (3 semanas)

Estágio - Barricas novas de carvalho francês. Estágio de 12 meses

Cavalo Maluco 2006

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Cavalo Maluco 2006

História - Cavalo Maluco (Crazy Horse) foi um grande Chefe Sioux que resistiu à ocupação e destruição das terras e cultura do seu Povo pelos Pioneiros Americanos. Representa uma personalidade potente e intensa, indominável e irreverente, mas também sensível e gracioso, como o vinho que assume agora o seu nome.

Um vinho que é uma forma da natureza que presta homenagem a todos os cavalos malucos deste mundo, apaixonados e desassobrados, que pensam pela sua cabeça e trilham o seu caminho, que tem paixão pela diferença.

Nesta ordem, para demonstrar o seu carácter diferenciador, cada ano de Cavalo Maluco é dedicado a uma personalidade que se identifique com o espírito do vinho (no rotulo com as iniciais e no contra-rotulo com o nome). Esta edição, de 2006, é dedicada ao Francisco Sousa Cardoso.

Prova - Irreverente, consistente e irresistível é assim este Cavalo Maluco. De cor granada profunda e intensa, conjuga os aromas florais, frutos exóticos e alcaçuz das Tourigas, com a imensa e complexa especiaria do Petit Verdot. Uma entrada suave na boca, transportanos depois a uma sólida estrutura, fresca acidez e um conjunto de finos e elegantes taninos, das castas e das barricas onde estagiou, que lhe asseguram uma forte persistência e um prometedor envelhecimento em garrafa.

Vinificação - Fermentação em balseiros de carvalho.

Estágio - 18 meses em barricas de carvalho Francês.