quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Harmonização entre Comida e Vinho - Parte I

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Harmonização entre Comida e Vinho
Existem motivos pelos quais alguns vinhos funcionam melhor que outros com a comida. Há alguns princípios básicos que podem ser seguidos no que diz respeito às harmonizações entre comida e vinho.

Em termos gerais, o peixe precisará de um tipo de vinho diferente do que, por exemplo, um bolo de chocolate. As carnes brancas são geralmente melhores com vinho branco do que com vinho tinto. No entanto, você não poderá escolher o tipo de vinho que vai beber tendo apenas em conta a proteína principal do prato, já que outros factores entram também em jogo. Não existe uma escolha única do que se deve beber com determinado prato mas, definitivamente, algumas escolhas são melhores do que outras. Você deverá analisar os elementos básicos do sabor, tanto no vinho como na comida. O princípio é tentar equilibrar estes elementos para que, nem a comida nem o vinho, se sobreponham.

Sabores e texturas da comida
Formas de cozinhar
A forma como os alimentos foram cozinhados pode determinar que o mesmo ingrediente principal venha a precisar de um estilo de vinho diferente. Se um prato for cozinhado de forma suave e húmida, como por exemplo ao vapor, escalfado ou cozido em água, vai necessitar de um vinho com menos corpo do que se for feito no churrasco, grelhado ou assado. Nestes últimos casos, o prato irá necessitar de vinhos mais encorpados e robustos, pois estes métodos de confecção adicionam sabores à comida. Os pratos cozinhados com recurso a uma fritura rápida, como por exemplo na frigideira, na panela (refogado) ou na fritadeira, necessitam de vinhos mais ligeiros, com boa acidez, já que estes métodos aumentam o conteúdo de gordura do prato. Um prato cozinhado lentamente, que tenha sido guisado ou estufado, será mais pesado e suculento, pelo que necessitará de vinhos mais encorpados, pois os sabores do prato são intensificados por estes métodos de confecção.

Temperatura de serviço
A temperatura da comida também pode ser importante na altura de escolher o vinho. Um prato frio vai necessitar de um vinho mais ligeiro, que possa ser refrescado. No entanto, isto não implica apenas vinhos brancos - poderão ser usados vinhos rosés e vinhos tintos que se possam servir frescos, como por exemplo um ligeiro e frutado tinto, tipo Beaujolais.

Temperos
Quanto mais forte for o sabor dos temperos usados no prato, mais forte terá que ser o sabor e o corpo do vinho para que possa estar em equilíbrio com a comida. Imagine um prato de peito de frango confeccionado ao vapor. Servido desta maneira, necessitará de um vinho seco, de corpo ligeiro e suficientemente neutro. Mas, se este mesmo prato for temperado com piri-piri, alho ou qualquer outro condimento forte, o seu carácter mudará e você iria precisar de um vinho com mais sabor e mais corpo para poder suportar o tempero. Neste caso, se o tal vinho neutro fosse servido, iria mostrar-se apagado.

Acompanhamentos
O seu prato pode ter sido cozinhado de maneira simples, mas poderá ir acompanhado de vegetais saborosos ou de qualquer outra guarnição de sabor intenso. Se pensar na ementa tradicional de Natal, o peru assado até tem um sabor bastante suave. São os sabores fortes do recheio e dos acompanhamentos que vão influenciar a escolha do vinho. Faça sempre a harmonização tendo em conta o sabor mais forte do prato, o qual, na maioria dos casos, é o molho que o acompanha.

Continua...



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Aprender mais sobre vinhos - Copos para vinho

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Existe um enorme leque de formas e tamanhos de copos para o serviço de vinho, cada um desenhado para realçar as características particulares de cada vinho. O uso do copo correcto potenciará a sua experiência. A maioria dos restaurantes e bares têm poucos tipos de copos. É importante que você saiba qual é o copo correcto a usar.

Vinho Tinto
O melhor é servir os vinhos tintos em copos de maior dimensão. Isto permitirá que o ar entre em contacto com uma maior superfície do vinho e que se desenvolvam os aromas e sabores. Os aromas ficam mais fáceis de sentir ao agitar o vinho (ver artigo de como provar vinhos).

Vinho branco e rosé
Os vinhos brancos requerem copos de tamanho médio para que as características da frescura e da fruta sejam concentradas e direccionadas para o topo/boca do copo.

Vinhos espumantes
Os vinhos espumantes são servidos em “flutes” (taças alongadas). Este formato potência o efeito das borbulhas (e, como tal, o aroma do vinho) permitindo que façam um longo percurso pelo vinho antes de rebentarem no topo do copo. Por este motivo, os copos em forma de taça larga e aberta são inapropriados, pois as borbulhas perdem-se rapidamente.

Vinhos Fortificados
Os vinhos fortificados devem ser servidos em copos menores para dar ênfase às características da fruta e não ao álcool.

A Preparação dos Copos
É de fundamental importância ter os copos limpos. Uma pequena mancha pode arruinar o sabor do vinho. Isto também se aplica aos copos “limpos”, acabados de sair da máquina de lavar a louça. Vale a pena verificar os copos para certificar-se de que não ficaram com resíduos de detergente ou sal, o que poderia dar um sabor estranho ao vinho. No caso do espumante, isto fará com que o vinho perca as borbulhas mais rapidamente. A melhor maneira de preparar os copos é poli-los antes de cada serviço. Isto vai garantir que estejam impecáveis, livres de marcas de dedos e de pó.

Panos
Para polir os copos, o melhor é utilizar panos próprios para copos, que não larguem pêlo.

Como servir o vinho - A Preparação do Vinho

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Vejamos a preparação dos vinhos que precisam de ser refrescados. Os vinhos brancos, os rosés e os vinhos espumantes precisam ser refrescados antes do serviço.
Lembre-se que, nos vinhos brancos, um excessivo refrescamento poderá ocultar sabores.

Os vinhos tintos também devem ser preparados e devem estar disponíveis à temperatura correcta. Isto pode significar tirá-los antecipadamente de uma cave, onde estão muito frios ou, ao contrário, proceder a um ligeiro refrescamento antes do serviço.
Lembre-se que a temperatura ambiente varia conforme a época do ano, o aquecimento ou o ar condicionado. Tenha cuidado para que os tintos não fiquem nem demasiado quentes nem demasiado frios.

Abrir uma garrafa de champagne

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Está a chegar uma altura do ano em que normalmente o consumo dos espumantes/champagnes é significativamente maior comparado com o restante ano. Para quem gosta de servir bem os familiares e/ou amigos, ficam umas dicas para servir como um profissional.

Abrir uma garrafa de vinho espumante

Perigo - É importante não esquecer que existe uma enorme pressão numa garrafa de vinho espumante. Refrescar a garrafa à temperatura correcta ajuda a diminuir esta pressão. Mas, mesmo tendo refrescado o espumante, é possível que a rolha possa saltar violentamente da garrafa e magoar alguém.

Para diminuir o risco de isto vir a acontecer, você poderá utilizar um pano para cobrir a rolha e o gargalo da garrafa enquanto está a abri-la. Existem diferentes formas de abrir uma garrafa de vinho espumante. A descrição que se segue é um dos exemplos de como abrir uma garrafa de vinho espumante.

1 - Escolha o Espumante ou Champagne da sua preferência (escolha aqui).

2 - Pode começar por mostrar o rótulo a todos os seus familiares/amigos para um rápido conhecimento da marca que irão degustar.

3 - Retire o invólucro metálico e depois desaperte e retire o precinto de arame (muselet).

4- A partir do momento em que retirar o precinto de arame, segure a rolha com a sua mão.

5 - Incline a garrafa num ângulo de aproximadamente 30 graus, segurando a rolha e use a outra mão para segurar a base da garrafa.

6 - Gire a garrafa, não a rolha.

7 - Segure a rolha com firmeza, de maneira a resistir à sua tendência a sair disparada e controle-a para que saia lentamente da garrafa.

8 - A pressão do gás deve ser libertada com um suave “Puufft” e não com uma explosão ou rolhas a voar.

9 - Sirva em flutes - Os vinhos espumantes são servidos em “flutes” (taças alongadas). Este formato potência o efeito das borbulhas (e, como tal, o aroma do vinho) permitindo que façam um longo percurso pelo vinho antes de rebentarem no topo do copo. Por este motivo, os copos em forma de taça larga e aberta são inapropriados, pois as borbulhas perdem-se rapidamente.

10 - Conte-nos como foi a sua experiência...

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Aprender mais sobre vinhos - Como provar vinhos como um profissional

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Introdução ao vinho - Como provar vinhos como um profissional: Ajuda para quem se quer iniciar neste maravilhoso e saboroso Mundo.

Os vinhos são frequentemente descritos em termos das várias características de sabores. Você já terá ouvido as pessoas falarem de vinhos secos e doces, vinhos de corpo ligeiro ou encorpados, vinhos com “notas de madeira”, ou vinhos que lembram diferentes tipos de frutas. Antes de continuar, devemos ver como os profissionais provam e descrevem o vinho.

Técnica de Prova
Qualquer um pode se tornar um "bom profissional" se seguir este simples esquema:

Observar
Primeiro, observe o vinho que está no seu copo sobre uma folha de papel branco. Deverá classificar o seu vinho como tinto, branco ou rosé. Também poderá completar as suas notas com comentários, tipo limão pálido ou púrpura profundo. Pode reconhecer algumas das cores mas, o que é importante, é que saiba quais os vinhos da sua lista que são tintos, brancos ou rosés, para que possa ajudar outros a fazerem as escolhas.

Cheirar
Cheire o vinho. Em seguida, abane o vinho no copo, em círculo, e cheire novamente. Repare como os aromas são libertados. O aroma do vinho deverá ser limpo; você não quer vinhos com defeito. O aroma vai dar-lhe uma ideia do carácter do vinho.

Aromas de frutas
Podem indicar uma determinada casta. Por exemplo, o Sauvignon Blanc liberta aromas de groselhas ou de citrinos e o Cabernet Sauvignon pode libertar aromas de cassis.

Aromas florais
Podem indicar determinada casta, como um Riesling novo, o qual costuma libertar aromas de madreselva.

Aromas e especiarias
Os aromas de baunilha e cravo podem indicar o uso de madeira de carvalho. Algumas castas, como o Shiraz, podem ter aromas especiados e apimentados.

Aromas vegetais
Podem indicar idade (evolução em garrafa) ou algum tipo de casta, como a Pinot Noir. Quando estiver a descrever um aroma de carácter vegetal, é provável que este seja herbáceo como relva recém cortada ou pimenta verde (no caso dos vinhos novos) ou um certo aroma a folhas molhadas e cogumelos no caso de vinhos mais velhos.

Aromas defeituosos
No entanto, estes aromas devem ser agradáveis! Se você detectar aromas a mofo (como armário com humidade), aromas de vinagre, verniz para unhas ou qualquer outro aroma desagradável, pergunte sempre a alguém com mais conhecimentos para verificar o estado do vinho antes de ele ser servido.

Sabor
Prove o vinho e, sem o deixar escapar da boca, aspire um pouco de ar por entre o vinho e sobre as suas papilas gustativas.

O sabor do vinho pode indicar o seguinte:
Doçura - Seco, meio-seco ou doce
Características do Sabor - Frutado, floral, especiado, vegetal
Corpo - Ligeiro, médio ou encorpado
Outros - Taninos, acidez, madeira

Cuspa!
Todos os provadores profissionais de vinho expelem o vinho para evitar o consumo excessivo de álcool e para manter o palato fresco para o vinho seguinte.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Como é feito o vinho

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As uvas são vindimadas no Outono. 

As uvas tintas usadas para vinho tinto são esmagadas e os engaços (talos) são retirados. O sumo fica em contacto com as peles durante a fermentação para dar cor ao vinho e incorporar taninos, pois ambos encontram-se na pele. À mistura da pele, polpa e sumo das uvas chama-se mosto. 

No caso dos vinhos rosé, o tempo de contacto com a pele é mais curto e, por isso, estes vinhos têm uma cor mais clara, mais rosado do que vermelho. 

Nos vinhos brancos, apenas se usa o sumo, seja de uvas brancas e/ou tintas, já que qualquer contacto com a pele provocará a coloração do vinho. 

O mosto/sumo é então fermentado. O produtor poderá escolher entre tonéis de madeira, tanques de inox ou tanques de cimento. Isto poderá influenciar o estilo final, pois vai adicionar ou não sabores ao vinho. 

O vinho recém fermentado será retirado do recipiente de fermentação e, no caso do vinho tinto, será primeiro prensado para separar o vinho das peles. 

O vinho será agora estagiado. Alguns vinhos irão estagiar por mais tempo do que outros, tudo dependendo do estilo de vinho que se quer obter. Os vinhos estagiados em barricas de carvalho vão adquirir aromas e sabores de carvalho. 

Por último, o vinho é engarrafado. Alguns vinhos estão prontos para serem bebidos, outros, em particular os vinhos tintos taninosos e os Porto vintage, evoluirão ainda na garrafa.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Introdução ao Vinho - Castas

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A casta, ou a combinação de castas, usadas para produzir um vinho será aquilo que maior influência exercerá no estilo final do vinho. Existem centenas de castas apropriadas para fazer vinho, mas apenas um pequeno número tem a reputação de permitir fazer vinhos excepcionais. Vamos conhecer algumas das castas “nobres”. Cada uma delas possui um carácter distinto e um sabor que é reconhecível, independentemente de onde é cultivada.

Uvas Brancas
Diz-se » char-dô-nêe
É provavelmente a mais conhecida das castas no mundo. Produz vinhos secos muito variados, desde vinhos ligeiros com aromas e sabores a maçã fresca (nos climas frescos), a vinhos mais encorpados e amanteigados (nas regiões mais quentes). A casta Chardonnay é plantada em todo o globo e é utilizada em muitos dos vinhos clássicos mundiais, como por exemplo o Chablis e o Champagne, de França. Nos países do Novo Mundo, na maioria das vezes, o Chardonnay tem um carácter mais acentuado a fruta tropical e é mais encorpado. Para além disso, no Novo Mundo, são raras as vezes em que este seu carácter não é complementado por uma utilização regular de madeira de carvalho.

Diz-se » Çô-vi-nhôn-blon
Geralmente descrita como tendo um aroma e sabor a fruta verde fresca, esta casta produz vinhos muito frutados, de corpo ligeiro a médio, com uma acidez crocante e refrescante. Os Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, os Sancerre e os Pouilly Fumé de França, são vinhos populares feitos a partir desta casta. Na
Califórnia é produzido um Sauvignon Blanc com madeira conhecido como Fumé Blanc.

Diz-se » Rizz-ling
A casta Riesling produz vinhos que vão desde o muito seco até ao deliciosamente doce, mas, sobretudo, serão vinhos aromáticos e terão um nível elevado de acidez. Podem ter aroma mineral, a pêssego ou petróleo, com sabores que vão da maçã verde fresca até ao alperce seco. A Riesling é a casta clássica da Alemanha, produzindo alguns dos melhores vinhos doces do mundo. Na Alsacia, França, produzem-se estilos secos. No Novo Mundo, a Austrália está a produzir alguns vinhos merecedores de destaque.

Uvas Tintas 
Diz-se » Cá-brr-nêe Çô-vi-nhôn
Amplamente cultivada em todo o mundo, a Cabernet Sauvignon produz vinhos com aromas e sabores a cassis, contemplando, frequentemente, taninos firmes. O estilo pode variar entre os exemplos de corpo médio e os mais encorpados. Devido à sua poderosa presença, a casta Cabernet Sauvignon utiliza-se
frequentemente em combinações com outras castas, como a Merlot, em Bordéus, onde o vinho tinto é também conhecido como ‘Claret’. É muito cultivada na Califórnia e também na Austrália, onde é frequentemente usada em combinação com a casta Shiraz, a qual dá ao vinho uma riqueza extra e um carácter especiado. Muitos dos vinhos feitos a partir da casta Cabernet Sauvignon necessitam de estagiar antes de estarem prontos a beber.

Diz-se » Mér-lô
É uma alternativa popular ao Cabernet Sauvignon, mostrando-se mais suave e frutada. A casta Merlot tem um rico sabor a ameixas e frutos de bago, com uma refrescante acidez e taninos suaves a médios.
St Emilion é uma denominação de origem de vinhos de Bordéus cuja composição se baseia na casta Merlot. No Novo Mundo, o Chile produz exemplares intensos e frutados, de excelente relação preço/qualidade. A casta Merlot pode ganhar uma riqueza extra se estagiar em madeira.

Diz-se » Pi-nô Nuare
Este vinho, quando novo, pode ter sabores de frutas de verão, como framboesas e cerejas. No entanto, com a idade, esses aromas vão-se transformando em aromas vegetais. Os vinhos de Pinot Noir são mais ligeiros em cor e corpo que os Cabernet Sauvignon, mas podem envelhecer bem. A Pinot Noir é a casta
utilizada nos tintos da Borgonha. A Pinot Noir pode também ser usada no Champagne. No Novo Mundo, a Nova Zelândia produz vinhos desta casta com bastante classe.

Diz-se » Ci-rá / Chirá-zz
Esta casta produz vinhos ricos, poderosos e apimentados. São vinhos de cor profunda e com capacidade para envelhecer. Na região do Rhône, em França, esta casta é usada para produzir os vinhos da denominação Hermitage e da denominação Côte Rôtie. Na Austrália pode dar vinhos encorpados, cálidos e especiados, com sabores a frutos negros e frequentemente com aromas a baunilha e sabores especiados.

Outros Vinhos Populares
Além das sete castas nobres listadas anteriormente, existem outros vinhos que você encontrará com frequência.

Pinot Grigio é uma casta cultivada na Itália e que dá vinhos de corpo ligeiro, frutados e com acidez moderada.

Muscadet é cultivado em França e produz vinhos com um paladar ligeiro e refrescante, excelentes para harmonizar com peixes e mariscos.

Sauternes é um estilo de vinho feito em Bordéus. É um vinho doce com sabores de fruta e mel, mas equilibrado pela acidez que possui.

Chateauneuf du Pape, de França, é um vinho tinto encorpado, que mostra fruta vermelha e sabores especiados.

Rioja, de Espanha, é um vinho de corpo médio a muito encorpado, que mostra frequentemente sabores especiados provenientes da madeira.

Chianti, de Itália, é um tinto de corpo médio, frutado, com alta acidez e que harmoniza bem com uma parte da gastronomia italiana.


Beaujolais é um vinho tinto da Borgonha, sem madeira, de corpo ligeiro, fresco e frutado.

O top dos melhores vinhos da Wine Enthusiast tem um português em segundo lugar

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É tinto, alentejano e designa-se Rúbrica. Este vinho criado pelo enólogo Luís Duarte foi considerado o segundo melhor vinho do ano para a revista norte-americana Wine Enthusiast.
Os críticos de vinho da revista aconselham a esperar pelo menos 6-7 anos para degustar o vinho Rúbrica e elogiam a sua riqueza nas notas de ameixas negras, especiarias e um carácter herbáceo que o torna um vinho complexo.

Para a elaboração deste top foram provados mais de 16500 vinhos de vários países e categorias de preço.

Introdução ao Vinho - continuação

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DOÇURA
O sumo de uva é doce por natureza, mas como as leveduras se alimentam deste açúcar durante a fermentação, o sumo se torna menos doce. As leveduras morrerão quando o grau de álcool atingir 15% ou quando todo o açúcar tenha sido consumido. Qualquer açúcar que permanecer no vinho, uma vez mortas as leveduras, determinará a doçura do vinho.

Seco
A maioria dos vinhos que você irá provar serão secos porque as leveduras terá convertido todo o açúcar em álcool e dióxido de carbono. A maior parte dos vinhos tintos e a maioria dos brancos são secos, embora alguns sejam mais secos do que outros. Exemplos de vinhos brancos secos são o Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, o Sherry/Jerez Fino de Espanha e o Champagne Bruto. Os vinhos tintos secos incluem o Châteauneuf-du-Pape de França, o Valpolicella de Itália e o Pinotage da África do Sul.

Meio-Seco
Os vinhos de sabor meio-seco que você irá provar serão geralmente brancos e rosés. Para fazer um vinho meio-seco, o enólogo poderá retirar as leveduras do sumo antes de todo o açúcar ter sido consumido ou adicionar ao vinho seco sumo de uva doce não fermentado. Um vinho meio-seco deverá ter alguma doçura, mas não deverá ser cansativo nem enjoativo. Muitos vinhos conhecidos da Alemanha, tal como o Liebfraumilch, encaixam neste estilo; e há também muitos vinhos rosé, como o Blush Zinfandel da Califórnia.

Doce
A doçura de um vinho é logo percebida na ponta da língua. Frequentemente, o açúcar far-nos-á sentir o vinho mais denso e rico. Os melhores vinhos doces são feitos a partir de uvas tão ricas em açúcar que as leveduras morrem antes mesmo de todo o açúcar ter sido consumido. Apesar do seu grau de açúcar elevado, é comum os vinhos doces conseguirem ser equilibrados em sabor devido à refrescante acidez que geralmente contêm. Exemplos de vinhos doces são o Sauternes, de França, o Vinhodo Porto, de Portugal e o Asti, de Itália.

CORPO
O corpo é a sensação geral do vinho na boca, quando se prova.

Corpo ligeiro
Os vinhos de corpo ligeiro são normalmente refrescantes e fáceis de beber. Um exemplo de vinho branco de corpo ligeiro é o Pinot Grigio, de Itália e um exemplo de vinho tinto, o Beaujolais, de França.

Corpo médio
O vinho sente-se mais rico e mais substancial. Isto poderá ser devido às uvas utilizadas ou devido ao estágio em barricas de carvalho, o que acaba por dar ao vinho uma textura extra. Exemplos de vinhos de corpo médio são os brancos da Borgonha, França e os tintos Merlot, do Chile.

Encorpado
Este vinho é poderoso e mostra-se mais concentrado e pesado. Isto é geralmente devido ao estado de maturação das uvas e em alguns vinhos será devido ao uso de madeira. Exemplos de vinhos encorpados são os Chardonnay da Califórnia estagiados em carvalho e o Shiraz da Austrália.

OUTROS FACTORES
Outras considerações que deverá ter em conta quando descrever o estilo de um vinho são:

Madeira (Carvalho)
Já deverá ter reparado na expressão 'oaked' (estágio em madeira de carvalho) nos rótulos dos vinhos. Isto significa que o vinho fermentou ou estagiou em contacto com madeira de carvalho e terá adquirido sabores, taninos e textura através do contacto com a madeira. Os vinhos podem mudar bastante de estilo quando em contacto com a madeira de carvalho. Nos brancos, o vinho torna-se amanteigado e ganha sabores de baunilha, nos tintos, o vinho pode ficar mais macio e, adicionalmente, adquirir um carácter especiado.

Taninos
Já referimos antes que os taninos são uma substância que se encontra na pele das uvas. Os taninos sentem-se nos dentes, gengivas e língua e fazem você sentir a boca seca. Podem fazer parecer áspero ou adstringente um vinho tinto novo. Pode não parecer bom que um vinho tenha taninos, mas eles trazem algumas qualidades positivas ao vinho, podendo ajudar um vinho a evoluir, dando-lhe estrutura e complexidade e equilibrando o seu sabor.

Acidez
A acidez é muito importante para o vinho: dá ao vinho as suas qualidades refrescantes. Você pode detectar a acidez pela sensação de água na boca (a sua boca começa a salivar). Demasiada acidez pode fazer com que o vinho pareça agrio; pouca acidez pode fazer com que o vinho pareça brando e sem vida. A acidez pode ajudar na evolução do vinho como no caso dos vinhos brancos alemães feitos a partir da casta Riesling ou pode evitar que os vinhos doces sejam demasiado enjoativos, limpando o nosso palato e conferindo equilíbrio.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Introdução ao Vinho

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Introdução ao Vinho - Estilos de Vinho

Estilos de Vinho
Cada um dos três tipos de vinho pode ser produzido numa variedade de estilos, segundo a cor e o sabor.

Cor
A cor de um vinho pode ser determinada pelo tipo de uvas usadas e/ou pela maneira como o vinho é feito:

Tinto 
A cor do vinho vem da utilização de uvas tintas, já que a cor de um vinho provém da película (pele) das uvas. A película contém também outras substâncias, tais como os taninos (que é a substância presente no chá e que produz uma sensação de secura na nossa boca), substâncias essas que fazem o vinho tinto ser diferente do vinho branco, não apenas em cor, mas também em sabor.

Branco
O vinho branco é geralmente feito a partir do sumo de uvas brancas, mas porque a cor das uvas está apenas na sua película (pele), é possível fazer vinho branco a partir de uvas tintas, se se retirarem as peles antes da fermentação. Os vinhos brancos, em relação aos vinhos tintos, são frequentemente considerados como uma alternativa mais leve e refrescante.

Rosé
Estes vinhos são feitos a partir de uvas tintas, sendo que o vinho teve menos contacto com as peles. Com alguma frequência, você poderá ver vinhos rosé muito pálidos, com indicação no rótulo da palavra “blush” (este termo não é contudo usado nos vinhos portugueses). Os vinhos rosé normalmente não são tão encorpados como os tintos, mas têm mais corpo do que os brancos. Os rosés tendem a ser uma bebida muito sazonal, vendendo-se principalmente no verão.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O que é o Vinho?

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Explicado de maneira simples, o vinho é uma bebida feita a partir da fermentação do sumo de uvas recém apanhadas. Por isso, é com frequência indicado como a mais natural das bebidas alcoólicas.

A fermentação é um processo natural originado pelas leveduras. As leveduras são organismos microscópicos que vivem naturalmente entre as uvas nas vinhas e nas adegas. Para viver, as leveduras alimentam-se de açúcar, tal como o que se encontra no sumo das uvas, convertendo-o em álcool e dióxido de carbono.

No entanto, como você sabe, há muito mais no vinho do que apenas sumo de uva alcoólico. Há muitas particularidades que influenciam o aspecto, aroma e sabor de um vinho, resultando numa ampla variedade de estilos. Esta ampla variedade termina dando aos consumidores uma alargada gama de vinhos para escolher quando compram vinho num bar, restaurante ou loja.

Tipos de vinhos / Estilos de vinhos
Comecemos pelo básico.

Existem três tipos de vinhos.
São eles:
• Vinhos tranquilos;
• Vinhos espumantes;
• Vinhos fortificados.

Vinhos Tranquilos
A maioria dos vinhos entram dentro desta categoria. Estes vinhos são aqueles nos quais pensamos quando se fala em “vinho”. São tranquilos, ou seja, não gasosos e têm entre 8 e 15% de álcool, sendo que a maioria contém entre 11,5% e 15% de álcool. Muitos vinhos tranquilos têm por nome a região onde são produzidos; por exemplo, Chianti de Itália. Os vinhos dos países do Novo Mundo, como a Austrália, quase sempre indicam no rótulo o nome da casta utilizada, como por exemplo, Chardonnay ou Shiraz.

Vinhos Espumantes
São vinhos nos quais as borbulhas, ou seja, o gás de dióxido de carbono, ficou retido no vinho. São vinhos frequentemente associados a celebrações, sendo que o mais conhecido exemplo é o Champagne, de França. Outros exemplos é o Asti de Itália, embora existam vinhos espumantes feitos um pouco por todo o mundo.

Vinhos Fortificados
Também conhecidos como vinhos “licorosos” (em Portugal, também se usa o termo “generoso” para alguns licorosos), o que significa que a estes vinhos se adicionou álcool extra e, portanto, têm um nível mais elevado de álcool, de entre 15 a 22%. Exemplo de vinho licoroso é o Vinho do Porto, de Portugal.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Gin Premium NAO

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Para qualquer produtor de um novo gin, a pergunta que se lhe coloca é:
“O que deverá o meu gin ter de distintivo quando comparado com a oferta actual?”.

Já faz algum tempo que um grupo de empreendedores nacionais decidiu criar um gin com um cunho marcadamente português. E pensaram no vinho do Porto como o produto embaixador de referência. E decidiram criar um gin com estágio em barricas usadas para vinho do Porto.

Chamaram-lhe NAO, um trocadilho com ‘nau’, navios que eram muito usados pelos portugueses na época dos Descobrimentos.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Aprender mais sobre o vinho

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Teve um dia de muito trabalho? Nada como descansar, ler um pouco e beber um bom vinho (fotografia ao lado mostra uma boa solução). Para a leitura de hoje recomendamos:

Aprender mais sobre o vinho - Designações Oficiais
DO - Denominação de Origem
Esta designação é aplicável a produtos cuja originalidade e individualidade estão ligados de forma indissociável a uma determinada região, local, ou denominação tradicional, que serve para identificar o produto vitivinícola, sendo considerada:

• Origem e produção nessa região ou local determinado.
• Qualidade ou características especificas, devidas ao meio geográfico, factores naturais e humanos.

Para beneficiar de uma Denominação de Origem, todo o processo de produção é sujeito a um controlo rigoroso em todas as suas fases. As castas utilizadas, os métodos de vinificação, as características organolépticas são apenas alguns dos elementos verificados para a atribuição desse direito cabendo às Entidades Certificadoras efectuar o controlo, de forma a garantir a genuinidade e qualidade dos vinhos.

DOP - Denominação de Origem Protegida
Designação comunitária adoptada para designar os vinhos com Denominação de Origem aos quais é conferida protecção nos termos estabelecidos na regulamentação e que integram um registo comunitário único.

DOC - Denominação de Origem Controlada
Menção tradicional especifica que pode ser utilizada em Portugal na rotulagem dos produtos com denominação de origem. A referência a esta menção dispensa a utilização de Denominação de origem protegida (DOP).

IG - Indicação Geográfica
Designação é aplicável a produtos com direito a indicação geográfica produzidos numa região específica cujo nome adoptam, elaborados com, pelo menos, 85% de uvas provenientes dessa região e de castas previamente estabelecidas. À semelhança dos vinhos com denominação de origem, são controlados por uma entidade certificadora.

IGP - Indicação Geográfica Protegida
Designação comunitária adoptada para designar os vinhos com Indicação Geográfica aos quais é conferida protecção nos termos estabelecidos na regulamentação e que integram um registo comunitário único.

Vinho Regional
Menção tradicional especifica prevista para a rotulagem dos vinhos com direito a indicação geográfica. A referência a esta menção dispensa a utilização de Indicação Geográfica Protegida (IGP).

Vinho
Os vinhos destinados ao consumo humano que não se enquadram nas designações atrás referidas são considerados vinhos. Tem de cumprir com as disposições nacionais e comunitárias em vigor.

fonte:anuarioivv

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Presentes de Natal

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Quase a chegar o Natal e voltam as dúvidas sobre o que comprar para presentear os amigos e familiares. Todos temos amigos e família longe geograficamente e por várias razões apenas ficamos com a possibilidade de fazer um telefonema para desejar as boas festas. A pensar nestas situações, colocamos a oportunidade de poder presentear quem você desejar de uma forma simples e segura. 

Escolha o presente pretendido na nossa loja online, receba a factura em sua casa e nos entregamos apenas os produtos aos seus familiares e amigos, independentemente do local onde estejam (em qualquer lugar do mundo).

Surpreenda este ano...

 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Croft Vintage 2011 ocupa o 13º lugar do TOP 100 da Wine Spectator

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Há mais um Porto Vintage 2011 a conquistar a crítica internacional. Desta vez é o Croft Vintage 2011, que mereceu 97 pontos pela norte-americana “Wine Spectator”, por muitos considerada a bíblia do mundo do vinho. Reforça assim o reconhecimento  e excelência deste vinho, depois de lhe ter atribuído recentemente 97 pontos (0-100), a pontuação mais alta de sempre dos Vintages da Croft.
Apresenta um enorme potencial de envelhecimento, sendo uma valiosa adição para qualquer garrafeira.
“Efusivamente suculento, rico e concentrado, revelando em plenitude os sabores da amora silvestre, groselha e ameixa. Notas de chocolate e laranja perduram num final exótico e preenchido de mocca”, assim o descreveu o provador Kim Marcus.
2011 foi um ano vitícola quase perfeito no vale do Douro tendo culminado numa extraordinária vindima com a produção de vinhos de qualidade excepcional


Aprender a degustar um vinho

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A degustação, também denominada de exame organoléptico ou prova sensorial, é onde temos a oportunidade descobrir o que o vinho nos faz sentir. Na prova, estão envolvidos quase todos os nossos sentidos. Quase todos, porque somente o tato não é necessário, todos os outros são. Assim sendo, visão, olfato e paladar, são ferramentas necessárias para podermos fazer uma correta análise ao nosso vinho.

Para provar devidamente, deve utilizar-se um copo de vidro fino e incolor, de pé alto, pelo qual se deve segurar, pois evita o aquecimento do vinho nas mãos, e torna possível a sua visualização. O corpo deve ser longo, com boca mais estreita, para que os aromas possam ser concentrados e devidamente apreciados.

Quanto à temperatura, deve servir-se à temperatura recomendada no contra-rótulo da garrafa, ou, caso não se faça nenhuma referência, entre os 16º e os 18º, se for um tinto e os 9º e os 12º, se for um branco.

Fase visual
A visão, é o primeiro dos sentidos. Ao termos um vinho no copo, devemos cuidadosamente observar a cor, limpidez, brilho e intensidade. No caso de um vinho espumante, deve notar-se também, o tamanho das bolhas e a persistência do seu cordão, após o desaparecimento da espuma inicial.

Sendo a cor um dos parâmetros de caracterização de um vinho, não se pode definir uma cor padrão. Cada casta tem as suas características próprias, e a cor depende de vários fatores, como por exemplo o envelhecimento, em que os tintos passam das tonalidades púrpura (nos vinhos novos) para os atijolados (vinhos com envelhecimento); nos brancos, o envelhecimento provoca a mudança da cor amarelo palha (vinhos jovens) para dourado (vinhos envelhecidos).

Fase olfativa
O segundo parâmetro a ter em conta é o olfato.
Inicia-se quando se cheira o copo, e acaba por via retronasal, quando o vinho já está no palato.
Num vinho, existem aromas que se perdem mais facilmente que outros. Nesta fase, podem detectar-se logo alguns defeitos do vinho (rolha, mofo, vinagre, entre outros), ou descobrir a sua complexidade aromática. O leque de aromas é vastíssimo e a sua descoberta dependerá sempre da memória olfativa de quem prova, e do seu treino.

Assim sendo, é importante captar os primeiros aromas e isso consegue-se com a aproximação do nariz ao copo, inalando os aromas vigorosamente, sem agitar o copo. Depois de captar os primeiros aromas, aí sim agita-se o copo para sentir os restantes.

Nos vinhos, existem 3 tipos de aromas:
Primários – São os aromas provenientes da uva.
Secundários – São os aromas resultantes da fermentação. Nos vinhos brancos geralmente lembram frutas frescas (maçã, pêssego, abacaxi, maracujá, pera) e às vezes aromas mais complexos (mel, hortelã, menta, etc.). Nos vinhos tintos são aromas de frutas vermelhas (cereja, amora, frutos silvestres) de frutas secas (ameixa, nozes, amêndoa), especiarias (pimenta, canela, baunilha).
Terciários – São os aromas provenientes do envelhecimento do vinho. Aromas animais (couro, suor), aromas de madeira (baunilha, serradura).

Fase gustativa
Por fim, o paladar é o terceiro e último sentido a ser utilizado.
Esta fase inicia-se com a primeira impressão que o vinho causa ao beber-se (o ataque) e dura até à apreciação do seu conjunto de sabores, do corpo e textura. Após termos cheirado um vinho, vamos então prová-lo, com um gole generoso, para que possamos sentir o vinho a percorrer toda a boca.
É importante que o façamos, porque as papilas gustativas que nos dão a sensação dos diferentes sabores (doce, salgado, amargo e ácido) estão situadas em locais diferentes da língua.

Doce – Sentido na extremidade da língua.
Ácido – Sentido nas laterais da língua.
Amargo – Sentido na região posterior da língua
Salgado – Normalmente não se sente pois são mascarados pela acidez.
A última parte da prova, consiste em fazer o cruzamento da informação obtida pelo nariz (olfato) e pela boca (paladar). A este cruzamento dá-se o nome de aroma retronasal.

E o que é este aroma retronasal?
É tão-somente o sabor que fica na boca, quando expiramos pelo nariz (quando ainda temos o vinho na boca, ou quando o acabámos de engolir). Após ser engolido (ou cuspido) o vinho deve deixar um conjunto de sensações, devendo apreciar-se a sua persistência, os sabores, os aromas retronasais e o final de boca.
A prova conclui-se quando conseguimos caracterizar o vinho segundo os três parâmetros: Cor, Aroma e Sabor, levando-nos a concluir a maior ou menor originalidade de um vinho, o seu equilíbrio, harmonia, tipicidade, etc.

in: provadovinho/wikipedia/wset

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Um brinde para todos

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Há duas versões para a origem da palavra brinde. Para alguns, viria da cidade italiana de Brindisi, às margens do Adriático, na região da Puglia. Ali, depois de uma ceia que culminava com ruidosos votos de boa sorte, os jovens aristocratas romanos embarcavam para a Grécia, a fim de aperfeiçoar a educação. Outros sustentam que deriva do espanhol brindis, variação do alemão bring dir’s (levo-o a você) assimilado dos lansqueneses, soldados mercenários dos séculos 15 e 16, originários do Sacro Império Romano. Os ingleses falam toast. Na época em que adotaram esse nome, praticavam o ritual com um copo que passava de mão em mão. No fundo dele havia uma toast (torrada). Cabia ao último bebedor.

No século 19, firmou-se o costume de brindar usando copos separados, embora casais
apaixonados até hoje se saúdem à moda antiga. A seguir, adotou-se o tchintchin, que apesar de imitar o ruído produzido pelos copos, muitos sustentam ter origem na China. Chin, naquele país, significa felicidade; chinchin, muita felicidade. Antes ou depois de bater os copos, pronuncia-se uma palavra exaltativa. Os brasileiros e portugueses desejam saúde. Acontece o mesmo com os italianos (salute), franceses (santé), espanhóis (salud), gregos (steniyasas), alemães (prosit) e holandeses (proost). Os russos preferem dizer felicidade (za zdorov).

Agora que sabe a origem da palavra, só tem de escolher o seu vinho na nossa loja e brindar.

Gosta de brindar com que bebida?
Quero brindar com Vinhos
Quero brindar com Champagne
Quero brindar com Espumante
Quero brindar com Vinhos do Porto
Quero brindar com Aguardente
Quero brindar com Gins

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Saber mais sobre os gins haymans

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150 anos de história

As origens de Hayman´s remontam a 1863 quando James Burrough, estudante de química comprou uma destilaria de gin. Lanços no mercado o gin Beefeater na década de 60 do mesmo século, tendo esta sido considerada uma das 60 bebidas medicinais. Este gin era um elemento chave durante a primeira era dos cocktails em 1880.

A companhia começos a exportar no inicio do século 18. Depois da segunda grande guerra a empresa foi reestruturada sob a direção de Neville Hayman e em 1971, 2 milhões de caixas eram vendidas para 166 países.

Em 1987 a James Burrough PLC foi comprada pela empresa inglesa Whitbread PLC. A família Hayman está na 5ª geração da tradição de destilar gin, sendo este o mais longo percurso de uma família em inglaterra na destilação de gin.

A filosofia de Cristopher Hayman
- Hayman´s London Gin é o culminar de 40 anos de esperiência de Cristopher Hayman na destilação de gin.
- Hayman´s reflete a crença de Cristopher Hayman de que o estilo tradicional é o que melhor incorpora o espírito do London Dry Gin.
- Os elementos e o método de destilação influenciam o carácter do gin.
- Cristopher Hayman acredita que o consistente equilíbrio do zimbro, do coentro, da pele de laranja e do limão são vitais na manufactura do estilo clássico de London Dry Gin.

4 Notas primárias
Zimbro; Terra/Raizes; Picante/Especiaria; Citricos

Frente - Notas doces, floral, noz moscada e amêndoas.
Acidez - Citricos
Laterais - Especiarias e coentro
Fundo - Amargura e notas secas de angélica e raízes


1850 Perfect Serve:       Sloe Perfect Serve       London Dry Perfect Serve  Old Tom Perfect Serve
Limão                             Laranja                            Limão                                 Lima
Água tónica premium     Água tónica premium    Água tónica premium          Água tónica premium


                                                                          

terça-feira, 19 de novembro de 2013

The Yeatman, o "Melhor Hotel Vínico"

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O The Yeatman, hotel vínico de luxo da cidade do Porto, foi o grande vencedor da categoria de “Alojamento”, nos prémios internacionais de enoturismo “Best of Wine Tourism 2014”, promovidos pela organização “Great Wine Capitals”, rede que integra as “capitais” das principais regiões vínicas do mundo.

O hotel conquistou a medalha “Global Winner”, trazendo para o Porto o ambicionado prémio. Para Miguel Velez, diretor do The Yeatman, “Estes prémios reconhecem as melhores ofertas de enoturismo das mais prestigiadas regiões vínicas do mundo, entre as quais Napa Valley, na Califórnia, Bordéus, em França, ou a Cidade do Cabo, na África do Sul. É uma honra trazer esta prestigiada distinção para o The Yeatman e para o Porto, reforçando a atenção internacional em torno do destino.”

A organização dos prémios descreve o The Yeatman como sendo um “hotel vínico de luxo com uma garrafeira premiada e um restaurante com Estrela Michelin reconhecido pela interpretação moderna da cozinha tradicional portuguesa". Enquanto embaixador dos vinhos portugueses, o The Yeatman oferece uma várias experiências: desde a decoração, à gastronomia, bar, spa, e até ao próprio enquadramento paisagístico, que proporciona uma vista panorâmica sobre a cidade do Porto e o rio Douro. Os prémios “Best of Wine Tourism” premeiam a excelência e inovação da oferta de enoturismo em sete categorias. A concurso estiveram mais de 350 candidatos das várias regiões vinícolas integradas na rede: Porto (Portugal), Rioja (Espanha), Bordeaux (França), Cidade do Cabo (África do Sul), South Island (Nova Zelândia), Tuscânia (Itália), Rheinhessen (Alemanha), Mendoza (Argentina) e Napa Valley (Califórnia).

Muitos parabéns...

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Fábio Alves é o Bulldog Bartender of the Year 2013

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Fábio Alves, 27 anos, é o vencedor do Portuguese Bulldog Bartender of the Year 2013. O jovem barman vai ter a oportunidade única de conhecer Nova Iorque com Anshuman Vohra, CEO da Bulldog Gin. A final mundial será em 2014. «Quando me inscrevi neste concurso, sabia que a concorrência ia ser renhida e que chegar à final seria um enorme desafio. Ter sido eleito o Bulldog Bartender of the Year é um enorme orgulho e sem dúvida um impulso único na minha carreira profissional”, afirma Fábio Alves.

Os nossos parabéns e votos de sucesso na grande final mundial. 

Para quem ainda não teve o prazer de conhecer este Gin maravilhoso, pode encomendar na nossa loja online

Bulldog Gin, recomendado...