sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Ginja

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Ginjas por apanhar em Óbidos

                                        A Fruta
A criação de licores à base de frutas remonta a tempos e locais ancestrais, onde estas eram tidas como medicinais ou na cura de diversos males. É difícil estabelecer com exactidão a origem do aparecimento da ginja. Contudo, pensa-se ser procedente da Ásia menor, das margens do Rio Cáspio, tendo sido gradualmente dispersa pelos países mediterrânicos através das rotas comerciais. Na Etnografia Portuguesa, José Leite Vasconcelos, refere que Plínio o velho (séc. I DC), famoso escritor romano, louva as ginjas da Lusitânia. Portugal tem, de facto, no Oeste, nomeadamente no concelho do Óbidos, graças ao seu particular microclima, as melhores ginjas silvestres da Europa.

O Licor
Também denominada por “Ginjinha de Óbidos”, o licor tem um forte sabor, intensamente perfumado com o agridoce das ginjas. De cor vermelho escuro, o licor apresenta duas variedades distintas: o licor simples e o licor com frutos no seu interior, por vezes aromatizado com baunilha ou um pau de canela. Acredita-se que a origem deste licor remonta ao séc. XVII, de receita conventual, da qual um frade tirou partido das grandes quantidades de fruto existentes na região, executando o refinamento do licor hoje conhecido. A fórmula foi gradualmente difundida, passando o licor a ser confeccionado a nível familiar por obidenses, orgulhosos de presentear ilustres hóspedes com a melhor das ginjas. Mais ou menos alcoólica, doce ou ácida.

Alguns Licores de ginja recomendados

 Licor de Ginja Frutobidos

Ao longo dos tempos, o Licor de Ginja de Óbidos tem sido motivo de convívio, alegria e inspiração para muitos apreciadores, que encontraram na Ginginha, e no seu paladar e aroma inconfundíveis, uma companhia perfeita para momentos de diversão rodeados de amigos ou momentos de relaxe no aconchego do lar.

Servir como Aperitivo ou Digestivo, para se desfrutar toda a elegância do licor, consumir entre 15º a 17ºC. Nas estações quentes recomenda-se servir fresco. Pode utilizar-se em cocktails e na gastronomia.
Conjunto de Licor de Ginja Mariquinhas comcopos de chocolate

Servir simples num cálice ou ballon de vidro como aperitivo ou digestivo. Também é excelente para cocktails ou utilizado para fins culinários. 

Deve consumir-se à temperatura compreendida entre 15º a 18º Celsius. No tempo quente recomenda-se servir fresco. Pode ser aplicado na gastronomia e em cocktails

Licor de Ginja Musa com chocolate

Atenta à crescente procura dos clientes pelos copos de chocolate com ginja que são vendidos em diversos eventos, como o Festival de Chocolate, Óbidos Vila Natal ou a Feira Medieval, a Frutóbidos entendeu por bem criar um Licor de Ginja especial que é misturado com o mais delicioso chocolate para criar uma combinação irresistível aos sentidos. “Musa” foi o nome escolhido para este novo Licor de Ginja e Chocolate que inspira já muitos consumidores e faz as delícias dos mais gulosos. De realçar que o Licor de Ginja com Chocolate é uma tradição na Vila de Óbidos desde o primeiro Festival do Chocolate, em 2002, altura em que o Jardim de Infância de Amoreira, através da sua educadora Graça Jordão, ganhou o 1º prémio do Concurso de Receitas de Chocolate e Ginjinha, precisamente com a ideia de misturar o delicioso Licor de Ginja e o doce chocolate, que se revelou, de imediato, um sucesso.


Feita através de fabrico artesanal, este licor apresenta uma elevada qualidade. Todos os ingredientes são seleccionados um por um, o que aliado a uma receita familiar, resulta numa bebida de sabor intenso, agradável e com um aroma muito requintado. Aqui apresenta-se numa bela garrafa com um design exclusivo.

Servir simples num cálice ou ballon de vidro como aperitivo ou digestivo. Também é excelente para cocktails ou utilizado para fins culinários. Deve consumir-se à temperatura compreendida entre 15º a 18º Celsius. No tempo quente recomenda-se servir fresco. Pode ser aplicado na gastronomia e em cocktails.






Em Alcobaça também se faz um licor de Ginja excepcional.

A Origem
O licor de Ginja M.S.R. é produzido em Alcobaça, por processo artesanal, exclusivamente a partir de ginjas frescas da melhor qualidade, da variedade Folha-no-pé, colhidas manualmente na região Oeste de Portugal, nomeadamente na área geográfica correspondente ás antigas terras Cistercienses, onde se encontram condições edafoclimáticas únicas, caracterizadas por um clima temperado e húmido devido á influência próxima do mar. De qualidade ímpar, reúne em si o saber, a tradição ancestral dos Monges de Cister e a qualidade excepcional dos frutos das regiões de Alcobaça e limítrofes. É absolutamente natural, sem corantes e conservantes artificiais.

De aroma e sabor intenso a ginja, cor rubi e toque aveludado, o licor de Ginja M.S.R. pode ser apreciado em qualquer momento. O final de uma boa refeição realça as suas qualidades digestivas.


Servir simples num cálice ou ballon de vidro como aperitivo ou digestivo. Também é excelente para cocktails ou utilizado para fins culinários. Deve consumir-se à temperatura compreendida entre 15º a 18º Celsius. No tempo quente recomenda-se servir fresco. Pode ser aplicado na gastronomia e em cocktails.

Estes licores de ginja e muitos outros podem ser adquiridos online em: www.estadoliquido.pt

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Vinho do Porto Vintage

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Vinho do Porto Vintage - Dá cor à sua vida

Origem do termo Vintage
Vintage (do francês antigo vendenge - que deriva da palavra latina vindēmia) ou safra refere-se ao vinho produzido com uvas colhidas em determinado ano em que as condições climáticas, de produção e outros fatores que colaboram para que esse vinho tenha uma qualidade excepcional. 

A sua origem vem de uma palavra inglesa que está registada em alguns dicionários nossos. Naquele idioma está atestada desde 14501 , com o sentido de “colheita de uma vinha”, do latim vindemia, formado por vinum mais demere. E esta palavra vem de de - “fora”, mais emere - “tirar”. Em 1746 passou a significar “ano em que foi feito um vinho”. Em linguagem geral, agora significa “algo antigo e bom”, “um clássico”. 

Denominam-se também vintage os vinhos do porto mais especiais que se caracterizam por terem a capacidade de envelhecer dentro da garrafa, sendo pois um vinho do porto não filtrado que ganha sabores muito especiais com o passar dos anos.

Conheça melhor 6 maravilhosos vintages


Fonseca Vintage 2003
Bonita cor profunda com auréola vermelho tijolo. Nariz de boa profundidade, doce e harmonioso, algo espirituoso, rico, toques suaves de chocolate negro e cereja (tomate cereja). 

Vinho harmonioso e elegante, alguma estrutura de qualidade com espantosas notas de especiarias e menta, fruta muito nítida, macio. 

Um Porto Vintage de grande prazer, agora com bons taninos para o levar até a uma idade avançada. Parece mais macio do que o normal. Nariz a fechar. 

Imensa fruta, groselha negra e amora, compotas verdadeiramente intensas com notas de cacau e taninos firmes mas sedosos. Um poderoso vinho do Porto Vintage. Fruta madura de qualidade, boa expressão, cereja, um carácter encantador.


Graham´s Vintage Port 2011
A Graham’s é reconhecida como um produtor de excelentes Vinhos do Porto Vintage. 

Estes vinhos são famosos pelo seu estilo encorpado, concentração e estrutura firme, cuja combinação produz uma longevidade impressionante. Os Vintages da Graham’s obtêm consistentemente as classificações mais elevadas em provas. Cor púrpura escura muito profunda e intensa. 

Os aromas florais de violetas e eucalipto da T.Franca conferem uma elegância especial a este vinho. Palato atractivo e rico em amoras silvestres. 

O vigor puro, o corpo,a complexidade garantem a sua longevidade.



Quinta do Noval Vintage 2007


Cor muito concentrada. 

Um aroma rico, intenso e complexo e sobretudo maduro, con fruto bonito, alguma passa, chocolate, tudo a um nível muito alto. 

Excelente boca, taninos musculados, maduros e macios, muito gordo e cheio, largo, mas com muita frescura num final sedoso e portentoso.



 Dow´s Vintage Port 2007
Os Vinhos do Porto Vintage da Dow’s são produzidos apenas em anos de qualidade excepcional e representam uma pequena parte da produção total da empresa nesse ano. 

Em média, apenas duas ou três vezes em cada década se reúnem condições climáticas suficientemente boas para permitir a produção de um Porto Vintage da Dow’s. 

100 pontos Wine Spectator.

Sabores a frutos abundantes com notas de amoras silvestres maduras conferem elegância e porte. O nariz é intenso e poderoso com notas concentradas de violetas quando jovem, evoluindo para canela e rosa-chá à medida que envelhece. A elevada percentagem de Touriga Franca e Touriga Nacional plantada nas vinhas dá origem à estrutura poderosa e potencial de envelhecimento dos Vinhos do Porto Vintage da Dow’s.





Taylor´s Vintage Port 1994
O inverno de 1993/1994 foi extremamente chuvoso em toda a região. Como resultado, a maioria das vinhas tiveram rendimentos muito baixos. 

Em algumas áreas do Douro, os níveis de produção foram de até menos 75% em relação à média. 

Apesar do início fraco, a época de crescimento foi satisfatória, com tempo cálido e seco, apenas interrompido por poucos e curtos períodos de chuva. 

O Porto Vintage 1994 recebeu 100 pontos do altamente reconhecido James Suckling, que formava parte da equipa da revista Wine Spectator na altura.



Taylor´s Vargellas Vinha Velha Vintage Port 2007
Trata-se de um ‘Vintage de Quinta’, que é feito exactamente da mesma maneira que o Vintage Declarado da Taylor’s, usando exclusivamente as uvas provenientes desta mesma propriedade onde são pisadas. 

O nome Taylor’s é, por si só, uma garantia, independentemente do seu ano. A Taylor’s é proprietária desta magnifica Quinta de Vargellas há mais de um século, que por sua vez, é reconhecida como sendo uma das vinhas de maior renome no mundo. 

Tem a percentagem mais alta de vinhas velhas do que qualquer outra Quinta do Douro, tendo 60% mais de 75 anos. 

Os Vintages da Quinta de Vargellas estão prontos a beber a partir dos 10 anos de armazenamento, mas continuarão a melhorar durante mais ou menos 20 anos quase tantos como os Vintages declarados da Taylor’s.

Estes e muitos outros Vinho do Porto Vintages disponíveis para comprar online em: www.estadoliquido.pt


5 Vinhos Alentejanos que todos deviam degustar

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O Vinho no Alentejo
É uma história faustosa e duradoura, como o comprovam os indícios arqueológicos presentes por todo o Alentejo, testemunhas silenciosas de um passado já distante, evidências materiais da presença ininterrupta da cultura do vinho e da vinha na paisagem tranquila alentejana. Infelizmente, por ora ainda não foi possível determinar com acuidade histórica quando e quem introduziu a cultura da videira no Alentejo. O que se sabe, sim, é que quando os romanos aportaram a terras do sul de Portugal, ao território que é hoje o Alentejo, a cultura do vinho e da vinha já faziam parte dos hábitos e tradições das populações locais. Presume-se que os tartessos, civilização ibérica herdeira da impressionante cultura megalítica andaluza, terão sido os primeiros e principais propulsores da domesticação da vinha e posterior introdução do vinho na região.


É dificil escolher ou apontar quais os melhores, pois a oferta é grande e de extrema qualidade. Esta é uma lista de 5 vinhos alentejanos que nos, os apreciadores, deviamos degustar no minimo uma vez na vida. Claro que existem muitos outros que são merecedores de estar nesta lista, mas iremos aguardar que nos digam quais na vossa opinião deveriam estar presentes nesta lista.

5 (dos muitos) fantásticos néctares alentejanos:


Cartuxa Pêra-Manca
Pêra-Manca é a marca que a Adega Cartuxa destina aos vinhos de excepção. Foi produzido pela primeira vez, pela Fundação Eugénio de Almeida em 1990. Produzido a partir das castas Aragonez e Trincadeira cuidadosamente colhidas e seleccionadas. 

As uvas são provenientes de talhões seleccionados das vinhas com mais de 30 anos, nos quais a maturação ocorre suavemente sem stress hídrico exagerado, mantendo as potencialidades aromáticas e de extracto próprio das castas. Quando as uvas atingem o estado de maturação ideal são colhidas e transportadas para a adega, onde se inicia o processo tecnológico com desengace total e ligeiro esmagamento, fermentação em balseiros de carvalho francês com temperatura controlada, maceração pós-fermentativa prolongada. 

Estagiou dezoito meses em tonéis de carvalho francês, seguido de estágio em garrafa nas caves do Convento da Cartuxa. 




Cartuxa Scala Coeli - Touriga Franca

O nome SCALA COELI exige explicação. Em latim, Scala Coeli, o nome que a Adega Cartuxa deu a este vinho, significa "escada para o céu". O vinho Scala Coeli deve o seu nome ao Convento de Santa Maria de Scala Coeli, mais conhecido como Convento da Cartuxa.

Cartuxa Scala Coeli Tinto é mais um grande vinho produzido pela Adega da Cartuxa. Um vinho que merece ser apreciado com calma, para que sejamos contemplados com todo o seu esplendor.





Cortes de Cima Incógnito

Cortes de Cima Incógnito apresenta uma cor intensa, opaca com reflexos violeta escuros. 

Aroma a ameixas negras e cerejas com notas de licor de alcaçuz. 

Extremamente poderoso, mas elegante no palato, com um intenso sabor a frutos silvestres, a carvalho. 

Com taninos fortes e maduros que lhe conferem estrutura e equilíbrio.




Marias da Malhadinha


Vinho Regional Alentejano, produzido das castas Aragonês, Alicante Bouschet, Cabernet, Syrah e Touriga Nacional. 

Envelheceu durante 26 meses em barricas novas de carvalho francês. 

O aroma é profundo e complexo, como frutos pretos, amêndoas tostadas e especiarias. 

Tem um sabor de fruta rica com grande elegância. A sua estrutura de taninos é robusta, permitindo que o vinho atinja uma vida longa sem perder o seu sabor. 

Graduação alcoólica: 14,5% 


Paulo Laureano Reserva Talhão 24
Vinho Regional Alentejano (Vidigueira – Vinea Julieta), produzido a partir das castas Tinta Grossa, Alfrocheiro e Alicante Bouschet. 

Fermentou em barricas de carvalho Francês durante 24 meses.

Estagiou durante 12 meses em garrafa. 

Duma cor granada intensa, revela um aroma exótico, onde se misturam sensações de compotas frescas de frutos negros, especiarias, tabaco e chocolate. 

Macio, fresco, estruturado e profundo. Final de boca longo, reproduzindo toda a complexidade que o vinho transporta. 



Todos estes fantásticos vinhos podem ser comprados online em: www.estadoliquido.pt

Gin

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O que é o Gin?
O Gin é uma bebida destilada, normalmente a partir de cereais como milho, trigo e cevada,
que é posteriormente aromatizada com “botânicas”.
O zimbro é presença obrigatória no Gin.
A palavra germânica para ‘zimbro’ é Jenever (ginevier), que os ingleses rapidamente abreviaram
para Gin.


5 TIPOS DE GIN
London Dry

Gin Dry (ou seco) é ideal para um Gin tónico ou para um Dry Martini. 

Plymouth

Serve para qualquer bebida em que use um Gin Dry. 

Old Tom

É um tipo de gin mais doce e após muitos anos, voltou recentemente ao mercado. 

Genever

Usa uma base de malte e acaba por ter semelhanças ao whisky. É um tipo de gin menos aromático que os outros.

International Style

Este é um novo tipo de Gins com uma mistura de plantas mais evidente e aromas mais distintos. 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Gin para presente

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Aproxima-se o dia dos namorados e as dúvidas do que oferecer à "cara metade", voltam...mas...Este ano o Estado Líquido irá ajudar todos os que queiram presentear de forma original.

Gostaria de fazer uma surpresa á sua “cara metade”?

Escolha o produto que quer oferecer e na morada de entrega coloque o nome e morada onde quer que deixemos a Sua Surpresa!

Mais do que a Prenda, acrescente as Palavras.

Escreva a mensagem ou escolha uma das nossas sugestões, que pretende enviar junto da Sua Prenda, que nós tratamos de tudo por Si.

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Os melhores vinhos até 3 euros

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Uma lista de 4 vinhos tintos com um valor máximo de 3,07 euros. São vinhos portugueses de boa qualidade que se apresentam como ideais para o consumo diário, em grande parte devido à sua excelente relação preço/qualidade.

Qual a sua opinião sobre estes vinhos?

Que vinhos recomendam?


SOLAR DOS LOBOS
Castas: Castelão, Touriga Nacional, Aragonês e Trincadeira.

Cor rubi, aroma intenso a frutos vermelhos.Na boca é fresco e harmonioso, com taninos muito polidos e final aveludado.

Enólogo: Susana Esteban

Álcool: 14%.

MONTARIA TINTO 
História: Este vinho reflecte a essência desta região alentejana, num momento de calmaria e cumplicidade entre os homens e os seus animais, companheiros que se encontram no campo, envoltos pelo mistério e beleza das herdades alentejanas.
Notas de Prova: Cor rubi, aromas a frutos vermelhos com notas de especiarias e tabaco a enriquecer o conjunto. Suave na boca, cassis e amoras pretas em perfeito equilíbrio com taninos bem maduros.

HERDADE DAS ALBERNOAS
Castas: Aragonez 60% , Trincadeira 20%, Castelão 20% 

Cor rubi. Aroma frutado, com notas de frutos vermelhos. Paladar macio, equilibrado e muito suave no final de prova.

Servir com: Pratos de peixe, tapas italianas, carnes frias, grelhadas, sem molho




COURELAS DE PIAS RESERVA
Castas: AragonezAlfrocheiroMoretoAlicante Bouschet

Álcool: 13.5% 

Aroma suave, Fruta madura e algumas notas de fumo.Final médio



Disponível em www.estadoliquido.pt













terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Imagens de vinho

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Todos sabemos que existem momentos, que nem os melhores escritores conseguem transmitir em palavras. Quando pensamos numa frase ligada ao maravilhoso mundo do vinho, podemos ficar a pensar como iremos conseguir que visualizem o que pretendemos. Fica o desafio aos mais criativos de colocar legendas nestas belas imagens...



















Noticias sobre Gin

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Brockmans Gin vai começar a ser distribuído nos EUA após uma prova cega realizada em Nova York que foi um sucesso tremendo. 

Da prova cega realizada, 63% dos consumidores nomearam o gin Brockmans como o favorito entre todos os provados, onde se incluíram duas marcas muito populares nesse território. 

Saber mais sobre este Gin 
Para quem ainda não teve o prazer de degustar este belo gin, podemos informar que as notas de sabor que fazem do Brockmans um gin tão original, são derivadas de um vínculo único e intrigante de sabores. O coentro búlgaro desempenha o seu papel, tem um sabor aromático, que combina lindamente com frutos silvestres. 

Perfect Serve
Brockmans é um gin suave, que pode beber puro com gelo, combinado com tónicas de qualidade ou em cocktails. Experimente com morangos, amoras ou framboesas e limão.

Encomendar on-line sem pagar portes de envio
Escolha o seu Gin, as especiarias desejadas e a água tónica e usufrua da comodidade de receber em sua casa ou no seu emprego, sem custos adicionais (encomendas acima de 50 euros).

Encomendar Agora

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Conhecer as castas tintas - Trincadeira; Vinhão e Vinhas Velhas

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Trincadeira 
A Trincadeira é uma casta especialmente cultivada nas regiões do Alentejo e do Douro (onde é designada por Tinta Amarela). É uma casta que apresenta cachos médios e compactos e bagos médios e arredondados.

É sensível às doenças e à podridão (se os bagos apanharem chuva apodrecem facilmente), por isso desenvolve-se melhor em climas secos e muito quentes. Os vinhos produzidos são ricos em cor e aromas (especialmente frutados e vegetais), ligeiramente alcoólicos e com boas condições para o envelhecimento.


Vinhão 
A casta Vinhão é essencialmente apreciada pelas suas qualidades corantes, pois origina vinhos de cor vermelha intensa e opacos à luz. Pensa-se que será oriunda da zona do Minho e terá sido levada para a região do Douro, onde é conhecida por Sousão. Esta casta apresenta cachos de tamanho médio compostos por bagos médios e uniformes de cor negro-azulada.

Na região dos Vinhos Verdes, a Vinhão é a casta tinta mais cultivada da região. Os vinhos produzidos com a casta Vinhão apresentam também elevada acidez e por vezes, ficam muito acídulos. No Douro esta casta é essencialmente utilizada para conferir boa cor ao vinho, incluindo o vinho do Porto.


Vinhas Velhas 
Por norma utiliza-se o termo "Vinhas Velhas" para designar um conjunto de castas com muitos anos de vida (geralmente idades superiores a 60/70 anos). Antigamente não era habitual utilizar a plantação separada por castas. As castas eram plantadas misturadas pois, uma vez que era raro uma doença atacar todas as estirpes ao mesmo tempo, protegia-se a produção desta forma.

Era normal existir mais de 35 variedades plantadas no mesmo lote de terreno. Com o passar dos anos certas castas foram deixando de ser plantadas em detrimento de outras que, segundo o critério de cada viticultor, tinham melhores atributos.

Hoje em dia muitas vezes não é possível identificar todas as castas que compõem um talhão de "Vinhas Velhas", mas todas as "Vinhas Velhas" têm em comum as baixas produções por hectare e uma maior concentração de todos os componentes na uva.

Vinho do Alentejo - BD Branco 2010

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Uma colheita antecipada, vindimado cedo, quando as uvas já revelam fruta madura, mas ainda conservam uma acidez segura que tornou este BD num vinho ainda mais vivo na boca. E é precisamente por as uvas terem sido vindimadas mais cedo que se consegue apresentar este branco doce e suave, graças a uma paragem de fermentação intencional que lhe permitiu manter o açúcar natural das uvas, com uma frescura e nervo notáveis, bem como uma graduação alcoólica baixa, perfeito para ser bebido dentro ou fora das refeições, durante os dias mais quentes ou mais frios do ano, à beira da piscina ou junto à lareira, sempre suavemente refrescado.

NOTAS DE PROVA:

Cor 
Cor amarela palha. 

Aroma
Fresco e perfumado, fortemente apelativo, sugere logo de imediato notas florais e frutadas, num casamento entre pêssego e jasmim. 

Paladar
A boca inspira uma doçura moderada, sempre bem temperada pela acidez refrescante do final de boca.

Vinificação
A vindima 2010 foi trabalhosa, daquelas capazes de testar a paciência e o saber de qualquer enólogo. Depois de um início de Verão fresco e manso, as temperaturas subiram sem parar, dando azo a maturações muito rápidas em algumas variedades… e a atrasos significativos em outras castas. 

Foram escolhidas duas variedades especialmente aromáticas, o Sémillon e o Sauvignon Blanc, e vindimadas mais cedo, ainda longe da maturação fenólica, para colher uvas em equilíbrio perfeito entre açúcar e acidez. Quando se conseguir atingir o grau pretendido, equilibrado com a acidez e a doçura desejada, a fermentação foi interrompida, o que ajudou a apresentar um vinho tão vivo e fresco.

Vinho

Produtor
Tiago Cabaço

Região
Alentejo

Produção
6.800 garrafas

Enólogo
Susana Esteban

Castas
66% Sémillon e 34% Sauvignon Blanc

Idade das Cepas
5 anos

Fermentação
Cuba inox

Estágio
Inox

Álcool
12,3%

Acidez Total
4,9

Ph
3,18

Video - Como Decantar e servir vinho

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Um vinho para ser bem degustado deve ser bem servido. Abrir um vinho não é só remover a rolha, é uma arte, e encanta a quem assiste. O bom serviço implica ter bons copos e conhecer o vinho que tem relativamente à idade e às temperaturas a que deve ser servido. Uma má temperatura de serviço é um dos factores responsáveis pela má apreciação dos vinhos.

Este é um video feito pela WSET, com o titulo:
Servir um vinho decantado

Este video foi originalmente criado para o WSET Nível 1 em "Serviço do vinho".

Nota:
De realçar que em Portugal existem grandes profissionais experientes e certificados que o podem ajudar a  aprender, seja por motivos profissionais ou mesmo pessoais, surpreenda os seus amigos.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Gin Hendricks - Criativos voltam a surpreender

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Esta semana os criativos da Hendricks voltaram a surpreender, com mais uma das suas imaginativas ideias. Desta feita "construíram" um circo em miniatura no Aeroporto de Singapura, onde "houve" trapezistas invisíveis, ilusionistas, contorcionistas, facas de pepino, entre outros...

Gin Hendricks, sempre a surpreender...



Gin Bombay Sapphire - Tapete Vermelho é um cocktail inovador

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Considerado por muitos como o mais inovador e imaginativo Bartender do Mundo, Matteo Vanzi revelou esta semana o seu novo cocktail "Tapete Vermelho". 

Uma criação com o Gin Bombay Sapphire que promete conquistar os adeptos de cocktails e trazer novos consumidores com esta deliciosa e agradável criação.

Ingredientes utilizados: Gin Bombay Sapphire, Licor St Germaine Elderflower, Creme de Framboesa e Limão fresco.








quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Abrir uma garrafa de vinho sem saca rolhas

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Original e não deixa de ser engraçado como se consegue abrir uma garrafa de vinho sem saca rolhas.

Quem experimenta? Voce?