Na região do Tejo existem actualmente cerca de 20 mil hectares plantados de vinha (representam cerca de 8.5% do total nacional), dos quais 12 mil hectares são de castas brancas (60% da produção) e 8 mil hectares são de castas tintas (40% da produção), que produzem anualmente, no total, cerca de 650 mil hectolitros de vinho (representam cerca de 12% do total nacional).
Destes, são certificados cerca de 85 mil hectolitros, dos quais 80% são vinho regional e 20% são vinhos com Denominação de Origem Controlada (DOC).
Da produção dos vinhos da região do Tejo (DOC e Regional) 30% destinam-se à exportação (União Europeia e países terceiros).
Alguns destes magníficos vinhos com uma excelente relação preço/qualidade (inferior a 5 euros/16.02 reais/4.11GBP):
Feito exclusivamente de sauvignon blanc, temos aqui um branco muito fiel aos aromas da casta, com muitas notas verdes de espargos, relva cortada e um enfoque evidente nos frutos tropicais (ananás e maracujá).
Muito limpo e atractivo. tem frescura na boca e há aqui um toque mineral que lhe confere boa complexidade.
Para acompanhar peixes pouco gordos e principalmente marisco.
Quinta da Alorna Tinto
Castas
Tinta Roriz, Castelão , Syrah, e Alicante Bouschet
Cor
Rubi carregado
Prova
Limpo, notas de frutas vermelhas madura e ligeiro toque a madeira. Encorpado, redondo com taninos suaves. Final de boca intenso, suave e agradável.
Gastronomia
Consumir a 16-18ºC para acompanhar carnes brancas, aves, salsicharia e queijos de pasta mole.
Fiuza 3 Castas Tinto
Castas
Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional
Aroma imediato a frutos silvestres bem maduros e ervas frescas e amargas, com ligeiras sugestões de especiarias e azeitona verde.
Corpo rubi, escuro, intenso, cheio de fruta generosa, generosamente especiada, fresco e razoavelmente longo fim de boca.
Vinho recomendado para beber de imediato.
Padre Pedro Casa Cadaval Tinto
O Padre Pedro é o vinho de entrada de gama da Casa Cadaval. Sob a supervisão do prestigiado enólogo Rui Reguinga, foi elaborado a partir de uvas das castas Aragonês (40%), Trincadeira (40%), Cabernet Sauvignon (15%) e Merlot (5%). Vinificado em cubas indox com controlo de temperatura, de forma a preservar os aromas frutados e jovens, estagiou depois 6 meses em barricas de carvalho francês.
É um vinho com aroma bastante frutado, com sugestões de framboesas e um toque floral elegante. Na boca prima pela suavidade, com taninos maduros e redondos, um tinto que sem perder o carácter ribatejano, forma um conjunto bastante equilibrado e fácil de gostar.
Castas
Arinto, Alvarinho, Fernão Pires, Sauvignon Blanc e Verdelho.
A sua cor é de uma amarela esverdeado desmaiado e no nariz seduz com uma promessa doce e frutada. Já na boca mostra o seu potencial com aromas frutados e tropicais, como o da papaia e a acidez do maracujá num conjunto harmonioso de acidez e estrutura.
Fica na boca uma frescura prolongada e muito agradável.
Acompanha saladas, massas, marisco, carnes magras, peixes grelhados ou queijos de pasta mola.Também serve como um bom aperitivo.