terça-feira, 11 de março de 2014

Cidade do Vinho pronta em 2016

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments

Cidade do Vinho vai custar 63 milhões de euros e ficará pronta em 2016 

A construção da “Cidade das Civilizações de Vinho” tem recursos da União Europeia e espera-se que o projecto atraia 450 mil visitantes por ano. 

Uma novidade para o mundo do vinho está prevista para ser inaugurada em 2016. O projecto “Cidade das Civilizações de Vinho”, na região de Bordeaux, cuja estimativa de custo está em mais de 63 milhões de euros, será viabilizado com recursos da União Europeia com a premissa de estar incentivando e fortalecendo a cultura vinícola no país. 

A ideia começou a tomar forma em 2008 e pôde entrar em execução graças aos 77% do financiamento viabilizados pela UE. O conglomerado de Bordeaux e o governo francês também ajudaram com o orçamento do projecto, mas a sua finalização está a ser planeada com recursos ao sector privado. A equipa responsável pelas obras avalia que aproximadamente 450 mil pessoas visitem o ponto turístico anualmente, sendo que destes, 20% serão estrangeiros. 

Além disso, o projecto prevê a realização de duas grandes exposições por ano, bem como diversos eventos artísticos, científicos e culturais relacionados ao vinho. A Cidade do Vinho deverá ter um auditório com 250 lugares, um salão de leitura e seis salas para eventos especiais. 

E para que seja possível a visita completa ao complexo, os arquitectos calculam que o tempo de visita será de aproximadamente três horas, tempo suficiente para que os visitantes vivam todas as experiências sensoriais da degustação de vinho.

Ansiosos...

in. revistaadega

Vencedor de Março dos Wenneker Swizzle Mestres 2014

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments


Dez receitas de todo o mundo foram escolhidos para a única competição virtual de cocktails no mundo, sendo que todos os cocktails foram concebidos em torno do tema 'Fruity Scotch".
Soley (o vencedor) impressionou os juízes com o encantador sabor do seu cocktail muito bem equilibrado, de seu nome "Barcelona 1992", uma mistura de Glenfiddich 15 anos, Wenneker Morango, Wenneker Cranberry, mel azedo, manjericão e framboesas.
Soley agora vai competir pessoalmente com os outros oito semi-finalistas em Outubro, onde serão escolhidos para a final os cinco melhores que por sua vez vão concorrer ao título de Mestre Swizzle 2014 e ao grande prêmio de £1.000 na final de Novembro, além de ganharem o reconhecimento internacional.
A próxima "rodada" do Masters Swizzle 2014 está agora aberta para inscrições e o tema é Vodka Stolichnaya simplista.
Para acompanhar a competição: swizzlemasters.com

segunda-feira, 10 de março de 2014

Vinho Rosé - Os escolhidos

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments


O Vinho rosé é produzido a partir de mosto e uvas tintas. A pigmentação é conseguida através do contacto entre as películas (casca) e o mosto, pelo que o Vinho rosé não é uma mistura de vinho tinto com vinho branco.
Vinho rosé ou rosado apresenta uma coloração rosada, intermediária entre os tintos e os brancos. Esta cor pode variar de um laranja pálido a um púrpura vivido, dependendo das uvas utilizadas e técnicas de fermentaçãoOs vinhos rosés não são muito populares no Brasil e na América Latina. Em alguns países da Europa, sobretudo os que são banhados pelo Mar Mediterrâneo, como EspanhaFrança e Itália, bem como em Portugal, os vinhos rosés são bastante apreciados e largamente consumidos, principalmente no verão.

E como o Sol está a aparecer, nada melhor que colocar já alguns na sua garrafeira. Eis algumas sugestões, entre as muitas disponíveis em estadoliquido.pt :

Apreciadores: 

Valle Pradinhos

De cor vermelha carregada, muito apelativa. 

Intenso e perfumado, tem um aroma a groselha, framboesa e morango, com ligeiras notas florais. 

Na boca é frutado, fino e elegante, com acidez equilibrada. 

Tem boa persistência e uma excelente relação qualidade/preço






A provar:
Vila Real 

Aroma a frutos vermelhos, intenso. 

Na boca é suave com notas de groselha e morango com acidez equilibrada. 

Gastronomia: 
Acompanha refeições estivais ligeiras, carnes frias, queijos frescos, excelente com cozinha indiana muito especiada. 

Servir a 8-10ºC.






Um dos mais vendidos no Mundo

Mateus

Servido fresco, MATEUS ROSÉ é ideal para um aperitivo, para acompanhar um momento refrescante do dia, quando o pôr-do-sol antecipa momentos relaxantes, de prazer e convívio, e sempre que procure uma boa alternativa a um espumante, champagne ou mesmo uma cerveja. 

MATEUS ROSÉ também acompanha muito bem refeições ligeiras, vários peixes e mariscos, carnes brancas, grelhados e saladas. 

As suas características únicas tornam-no também ideal para servir com massas e vários pratos da cozinha italiana, e acompanha magnificamente várias cozinhas asiáticas – Chinesa, Japonesa, Vietnamita e Tailandesa. 

Recomenda-se que seja servido em flute ou em copo tipo tulipa. 

Temperatura ideal situa-se enter os 5º-8º C.

Loja The Glenlivet em Taiwan

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments


Uma das vantagens de quem viaja de avião por vários destinos do Mundo, é poder ser surpreendido com espaços como este, muito agradáveis e com conceitos muito actuais. Neste caso é um espaço da responsabilidade da Pernod Ricard, onde divulga o "ouro liquido" Glenlivet no terminal 2 do aeroporto de Taoyuan-Taiwan.

Há cerca de 200 anos a Escócia era um verdadeiro "estado selvagem": com a dramática subida de impostos para financiar as campanhas militares, o contrabando institucionalizou-se. Só no remoto vale do rio Livet, havia mais de 200 destilarias ilícitas. Os alambiques eram quase de miniatura para se esconderem facilmente perante a ameaça dos "Excisemen", os zelosos cobradores de impostos. Os contrabandistas armados em bandos dominavam o negócio, em particular naquela região montanhosa e inóspita.

Em 1823, tudo mudou. A nova legislação, no "combate à evasão fiscal", reduziu drásticamente o imposto e incentivou a legalização das destilarias. George Smith, um modesto rendeiro do Duke de Gordon, foi o primeiro a fazê-lo em 1824. Nascia assim o célebre The Glenlivet. No espaço de 10 anos, após ter sobrevivido a todas as ameaças (o seu celebre par de pistolas é hoje orgulhosamente ostentado no museu da destilaria), era também o único: todas as destilarias ilegais tinham fechado as portas!


The Glenlivet situa-se à entrada dos montes Grampian, no vale do rio Livet e daí o nome Glenlivet, na zona mais alta de Speyside. 


Artigos Relacionados

Johnnie Walker apresenta um novo conceito de loja




sexta-feira, 7 de março de 2014

Johnnie Walker apresenta um novo conceito de loja

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments


A Diageo apresentou um novo conceito de loja para a sua coleção Johnnie Walker Explorers Club no Aeroporto de Heathrow, esta semana. O conceito possui um bar de degustação com três garrafas na coleção Club Johnnie Walker Explorers. 

Johnnie Walker é uma marca de uísque escocês e é produzido em Kilmarnock, condado de Ayrshire, Escócia. É a marca de uísque mais distribuída no mundo, vendida em quase todos os países, com vendas anuais de cerca de 130 milhões de garrafas. 

Originalmente conhecido como Walker's Kilmarnock Whisky, a marca Johnny Walker é um legado deixado por John ‘Johnnie’ Walker depois dele ter começado a vender whisky na sua loja, localizada em Ayrshire, Escócia. A marca tornou-se popular apenas após a sua morte, em 1857, quando o seu filho, Alexander Walker e o neto, Alexander Walker II estabeleceram a marca como uma das mais populares na Escócia.

Sob o comando de John Walker, a venda de uísque representava apenas 8% do faturamento da empresa, sendo que, sob o comando de Alexander, este percentagem passou para uma margem entre 90 e 95%. Até 1860 era considerada ilegal a venda de blended whisky. Neste período John Walker vendeu um grande número de garrafas do seu Walker’s Kilmarnock. Em 1865 Alexander produziu o seu primeiro uísque misturado, o Walker’s Old Highland. 

Alexander Walker criou a tradicional garrafa quadrada, que acompanha a marca até hoje, em 1870, possibilitando o armazenamento de um maior número de garrafas num menor espaço físico.

Grande Reserva - Grande Vinho

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments


A Casa Brites Aguiar é uma Sociedade Agrícola familiar de três irmãos (Lúcia, Paulo e Tomy) após doação do património por parte dos seus pais, Fernanda Brites e Manuel Aguiar. Situada no Douro/Cima Corgo, nas encostas do Rio Torto e de um dos seus afluentes, a Ribeira de Galegos, em Várzea de Trevões, pequena aldeia do concelho de S. João da Pesqueira. Conta com 45ha instalados no local onde nasce o Vinho do Porto numa faixa de altitude entre os 230 e os 450m, são cultivadas variedades autóctones segundo práticas que respeitam o meio ambiente. Vinhas com 20 anos de idade com as castas: 17ha Touriga Franca, 15ha Tinta Roriz, 7ha Touriga Nacional, 3ha Tinta Amarela e 1ha Tinta Francisca. A enologia fica a cargo de Pedro Sequeira e António Rosas que dão forma à firma Duplo PR.



Bafarela Grande Reserva 2011 - Um tinto excepcional

Castas:
Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz

14,5%Vol


Cor intensa e carregada. Aroma distinto de grande intensidade e complexidade com notas florais. Na boca tem boa amplitude e precisão, sedutor com fruta evidente muito focado no floral, apresenta uma boa estrutura com taninos densos mas finos.


Impõe-se na prova mais pela sua frescura do que pela sua concentração, o final é longo, sedutor e persistente.


Recomendado

Abrir com cuidado e decantar para melhor apreciação.

Servir entre os 16º a 17ºC



quinta-feira, 6 de março de 2014

Os melhores vinhos do Tejo por menos de 5 euros

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , , No comments

Na região do Tejo existem actualmente cerca de 20 mil hectares plantados de vinha (representam cerca de 8.5% do total nacional), dos quais 12 mil hectares são de castas brancas (60% da produção) e 8 mil hectares são de castas tintas (40% da produção), que produzem anualmente, no total, cerca de 650 mil hectolitros de vinho (representam cerca de 12% do total nacional).

Destes, são certificados cerca de 85 mil hectolitros, dos quais 80% são vinho regional e 20% são vinhos com Denominação de Origem Controlada (DOC). Da produção dos vinhos da região do Tejo (DOC e Regional) 30% destinam-se à exportação (União Europeia e países terceiros).

Alguns destes magníficos vinhos com uma excelente relação preço/qualidade (inferior a 5 euros/16.02 reais/4.11GBP):




Fiuza Sauvignon Blanc

Feito exclusivamente de sauvignon blanc, temos aqui um branco muito fiel aos aromas da casta, com muitas notas verdes de espargos, relva cortada e um enfoque evidente nos frutos tropicais (ananás e maracujá). 

Muito limpo e atractivo. tem frescura na boca e há aqui um toque mineral que lhe confere boa complexidade. 

Para acompanhar peixes pouco gordos e principalmente marisco.




Quinta da Alorna Tinto
Castas
Tinta Roriz, Castelão , Syrah, e Alicante Bouschet

Cor 
Rubi carregado

Prova
Limpo, notas de frutas vermelhas madura e ligeiro toque a madeira. Encorpado, redondo com taninos suaves. Final de boca intenso, suave e agradável.

Gastronomia
Consumir a 16-18ºC para acompanhar carnes brancas, aves, salsicharia e queijos de pasta mole.



Fiuza 3 Castas Tinto

Castas
Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional

Aroma imediato a frutos silvestres bem maduros e ervas frescas e amargas, com ligeiras sugestões de especiarias e azeitona verde. 

Corpo rubi, escuro, intenso, cheio de fruta generosa, generosamente especiada, fresco e razoavelmente longo fim de boca.

Vinho recomendado para beber de imediato.





 Padre Pedro Casa Cadaval Tinto

O Padre Pedro é o vinho de entrada de gama da Casa Cadaval. Sob a supervisão do prestigiado enólogo Rui Reguinga, foi elaborado a partir de uvas das castas Aragonês (40%), Trincadeira (40%), Cabernet Sauvignon (15%) e Merlot (5%). Vinificado em cubas indox com controlo de temperatura, de forma a preservar os aromas frutados e jovens, estagiou depois 6 meses em barricas de carvalho francês.

É um vinho com aroma bastante frutado, com sugestões de framboesas e um toque floral elegante. Na boca prima pela suavidade, com taninos maduros e redondos, um tinto que sem perder o carácter ribatejano, forma um conjunto bastante equilibrado e fácil de gostar.

Castas
Arinto, Alvarinho, Fernão Pires, Sauvignon Blanc e Verdelho.

A sua cor é de uma amarela esverdeado desmaiado e no nariz seduz com uma promessa doce e frutada. Já na boca mostra o seu potencial com aromas frutados e tropicais, como o da papaia e a acidez do maracujá num conjunto harmonioso de acidez e estrutura. 

Fica na boca uma frescura prolongada e muito agradável. 

Acompanha saladas, massas, marisco, carnes magras, peixes grelhados ou queijos de pasta mola.Também serve como um bom aperitivo.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Vinho - Fundos do ambiente de trabalho

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments

Todos já vimos imagens alusivas a vinhos que nos ficam na memória, quer pela sua beleza ou pela originalidade. Desta feita, decidimos recordar algumas das imagens alusivas ao vinho e que ficam perfeitas para se usar como fundo do ambiente de trabalho nos computadores de casa ou do escritório.

Vinho com Morangos

Vinho ao Por do Sol

Vinho Leve

A Velejar

Pausa na Vindima

Vinho no Jantar à Beira Mar

Chateau D´Yquem

Jantar na vinha

Barolo Wine Museum and Castle

Beautiful colours of vineyards in Rioja during Autumn

Clicquot Vintage Rosé Bubbles

Delaire Graff Wine Estate, at Stellenbosch, SA

Hunawihr

Paradise Ridge Winery in Santa Rosa

Quinta Da Bacalhoa

Perfect summer evening

Tokaj Wine Cellars. Hungary

Adega Centenária

Wine making in Bordeaux

terça-feira, 4 de março de 2014

Os diferentes tipos de vinho

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments


Original Source: Different Types of Wine

segunda-feira, 3 de março de 2014

China poderá vir a ser o maior produtor de vinho do mundo

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN 4 comments

De acordo com o centro de pesquisas The French National Centre for Scientific Research (CNRS), em cinco anos, a produção de vinho na China vai duplicar e superar a Espanha, França e Itália, que são actualmente os países que mais produzem no mundo.

Segundo a Organização da Vinha e do Vinho (OIV), a Espanha tinha 1 milhão de hectares em 2012, seguida pela França com 800 mil hectares. As vinhas chinesas cobriam 570 mil hectares no ano passado, mais do que nos Estados Unidos. Boris Petric, antropólogo do instituto de pesquisa, acredita que o crescimento será continuado, especialmente por razões políticas. «Vai ajudar as regiões mais pobres, que estão a sofrer economicamente», disse. Petric ainda aponta que o crescimento das vinhas impede as tempestades de areia em locais que estão a passar pelo processo de desertificação.

in. mariajoaodealmeida.com

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Os Melhores Vinho do Dão até 5 euros

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments

Nesta região as vinhas situam-se entre os 400 e os 700 metros de altitude e em solos onde predominam os pinheiros e as culturas de milho. A região do Dão, rodeada de serras que a protegem dos ventos, produz vinhos com elevada capacidade de envelhecimento em garrafa.

As vinhas são constituídas por uma grande diversidade de castas, entre as quais a Touriga Nacional, Alfrocheiro, Jaen e Tinta Roriz (nas variedades tintas) e Encruzado, Bical, Cercial, Malvasia Fina e Verdelho (nas variedades brancas). Os vinhos brancos são bastantes aromáticos, frutados e bastante equilibrados. Os tintos são bem encorpados, aromáticos e podem ganhar bastante complexidade após envelhecimento em garrafa.

E toda esta qualidade por menos de 5 euros.

Casa De Santar
A origem da vila de Santar remonta à Idade Média e às lutas pelo território português e a Casa de Santar, na época chamada Quinta do Casal Bom, foi doada a um dos cavaleiros que combateu com bravura ao lado de D. Sancho II. A Casa de Santar é a mais emblemática propriedade vinícola do Dão, pela sua história, dimensão e prestígio dos seus vinhos.

Um tinto com alguma ambição, muito fruto e chocolate no aroma, leve tostado, num todo com alguma complexidade. Na boca tem taninos sólidos mas maduros, corpo e largura num estilo capitoso, termina longo com notas de especiaria.



Casa da Passarella - A Descoberta
A história começa em 1942, quando uma caixa é emparedada numa das divisões da Casa da Passarella, pelos seus antigos proprietários, contendo um documento escrito a cursivo com instruções para ser aberta 50 anos mais tarde. No documento, assinado por um conjunto de personagens emblemáticas da época, constava também uma última vontade: a de que fossem distribuídos pelos pobres todos os valores guardados na caixa. O certo é que nenhuma destas duas coisas aconteceu. Só em 2010, quando a Casa sofreu obras, a caixa foi encontrada e aberta. E não havia nada lá dentro. As investigações foram avançando, sem nunca se ter desvendado o mistério. Quando parecia que a resignação acabava por vencer a persistência, um especialista em acontecimentos insólitos foi chamado ao local: "a caixa estava de facto repleta" - explicou o professor K. Noronha - "mas não de coisas palpáveis, materiais. A caixa estava impregnada de uma essência extraordinária que, reagindo com os tempos vindouros, haveria de trazer a felicidade através do vinho a todos os que dela fizessem arte e proveito." "Ora, esses tempos vindouros fazem já parte do presente. E isto é uma dupla descoberta" - concluiu.


 Duque de Viseu

Este vinho apresenta cor vermelha rubi. No aroma sobressaem os frutos pretos maduros (framboesa e amora), nuances especiadas e notas mentoladas e resinosas que conferem muita frescura. Tem taninos firmes mas discretos, o que torna o vinho muito elegante e suave. Na boca sobressaem aromas minerais e frutados num conjunto com uma acidez muito fresca e com um final persistente.

Quinta da Garrida

De longe o mais corpulento e concentrado de todos os Garrida. Aqui as notas florais de Touriga Nacional abrem o aroma seguido de chocolate negro, algum químico a dar o toque de austeridade e poder. 

Na boca é um tinto avantajado, com excelentes taninos, muito fruto, rico e complexo, ainda alguma reverência de juventude. Um tinto que vai crescer muito em garrafa.

Vai um Vodka Tónico?

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments

Provavelmente inspirados na grande explosão europeia do consumo de Gin Tónico, a marca de vodka islandês Reyka, introduziu no mercado britânico o seu primeiro Bitters para servir um "vodka tónico" de assinatura, onde se inclui Vodka, Bitters, Água Tónica e Fruta fatiada.

Ficou a vontade de provar?

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Já conhece o Vinho ao estilo "Novo Douro"

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments


Com cerca de 600ha, distribuídos por 5 quintas, a Casa de Arrochella faz parte da nova geração de produtores de vinhos DOC Douro e azeites DOP Trás-os-Montes. 

Descendente e Sucessor de Nicolau de Arrochella Moraes e Castro Pimentel, 1.º Conde de Arrochella, Bernardo de Arrochella Alegria é o grande impulsionador deste projecto que possui mais de 600ha no Douro Superior, com mais de 115ha de vinhas, e que procurou unir as ligações e a história dos importantes Vínculos da Casa de Arrochella na região de Trás-os-Montes e Alto Douro à sua paixão e entrega ao Douro, assumindo assim este projecto como um desafio também cultural no qual a Casa de Arrochella pretende valorizar a excelência e as potencialidades únicas da sua região duriense, como o seu legado para as futuras gerações.





Vila Flor Tinto

O Vila Flor Tinto é um vinho representativo de uma nova tendência, o reflexo de uma nova geração. Marcado por um estilo "Novo Douro", que recorre às novas técnicas de produção para valorizar as características únicas dos vinhos da mais antiga região demarcada do Mundo. 

É um vinho com um perfil jovem e moderno, pensado para surpreender pessoas audaciosas que procuram novas experiências. 

13% Vol

Castas: Touriga Franca; Tinta Barroca; Tinta Roriz e Touriga Nacional. 

Para beber simples ou com pratos de cozinha italiana, carnes grelhadas ou peixe assado.






Vila Flor Reserva Tinto

Cor ruby intenso, com notas de frutos silvestres de baga, boa frescura e especiaria. Na boca é volumoso, com notas abaunilhadas da barrica, boa fruta e final longo. 

Pronto a beber já ou nos próximos 5 a 7 anos. 

Servir a 16-17ºC 

Recomendamos com pratos de carne vermelha, caça, peixes gordos assados e queijos fortes.

Castas: Touriga Nacional; Tinto Cão; Touriga Franca e Tinta Roriz. 

Enólogo: Luis Soares Duarte 

14%Vol


Compre online que nos entregamos: Comprar
*Disponível à unidade e à caixa 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

17º Simpósio Internacional de Enologia

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments

Este evento, que se realiza de 4 a 6 de Maio, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, é organizado pela Associação Internacional de Enologia, Gestão de Empresas e Marketing e.V., em parceria com a Associação Portuguesa de Enologia e a ADVID – Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense.


Traduzido simultaneamente em 3 línguas (Inglês, Português e Alemão), o seminário conta com apresentações científicas sobre viticultura, enologia, gestão e marketing, bem como workshops com profissionais e executivos do sector e representantes das indústrias subsidiárias. Aproveite ainda, para troca de experiências e estabelecimento de redes profissionais a nível internacional, com profissionais do sector do Vinho.

Veuve Clicquot

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN , No comments

Já a planear os fins de semana que se avizinham com sol. Apenas para apreciadores que entendem quando se diz: 
"...consegue conciliar dois factores opostos - força e "finesse" - e os mantêm em perfeito equilíbrio. Este poder consistente o torna ideal como aperitivo, e perfeito para desfrutar com uma refeição...".

Ora nada como juntar o útil ao agradável e adquirir uma auto-caravana destas, concordam?

Para apreciadores de campismo e champagne 
veuve clicquot car


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Video - Concurso Melhor Sommelier Vinhos do Alentejo no Brasil 2014

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments

Reportagem no programa Portugal em Directo (RTP1), sobre a final do Concurso -Melhor sommelier Vinhos do Alentejo no Brasil 2014-, que decorreu no Alentejo, com os sommeliers apurados das cidades de Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.