quinta-feira, 20 de março de 2014

As Mulheres e o Vinho

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Se antes o mundo do vinho era composto quase exclusivamente por homens, actualmente há vinhos portugueses criados por enólogas em várias regiões vitivinícolas do país. Vinhos com enorme potencial e já reconhecidos pela crítica nacional e internacional, alguns premiados em prestigiados meios de comunicação e concursos.

A nível de consumo também se notou uma grande diferença e neste momento as vendas de vinhos  praticamente se dividem em 50% para mulheres / 50% para homens. Uma das diferenças mais relevantes é que se os homens preferem comprar para guardar, as mulheres preferem comprar para partilhar.

O aroma, o visual das garrafas e principalmente o factor confiança são os 3 principais factores de escolha. Por norma a primeira compra é feita em locais recomendados por pessoas da sua confiança. 

Como consumidoras exigentes, optam maioritariamente por vinho de reconhecida qualidade.

Um brinde a todas as mulheres que adoram degustar um bom vinho...

Sandeman Porto Tawny 40 Years Old

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The House of Sandeman foi fundada em Londres, em 1790, por George Sandeman, um jovem escocês natural de Perth que decidiu investir 300 libras emprestadas por seu Pai na criação de um negócio de comercialização de Vinhos do Porto (Portugal) e de Jerez (Espanha). 

A capacidade de inovação revelada desde a primeira hora acabaria por projectar a Sandeman para uma posição de destaque no sector das bebidas, sendo hoje, sem dúvida, uma das marcas mais reconhecidas em todo o mundo. 

Sempre pioneira, a Sandeman foi a primeira Companhia a marcar uma pipa a fogo com o seu nome. Em 1805, a assinatura GSC (George Sandeman & Co.) era a garantia da qualidade do vinho que comercializava. Foi também uma das primeiras empresas a rotular e a publicitar os seus vinhos, que no início do século XIX eram já exportados para diversos países da Europa, América do Norte e do Sul, África e Ásia. 



Sandeman Porto Tawny 40 Years Old é um vinho intenso com um bouquet profundo e aromas fortes de baunilha, carvalho e mel. 

Na boca é muito complexo com paladar de fruta seca, especiarias e frutos secos. 

À medida que o vinho se abre suavemente e se desenvolve na boca, apercebemo-nos do extraordinário equilíbrio entre o envelhecimento em madeira e a vivacidade do vinho, bem característico dos Portos Tawny da Sandeman.


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EN
Tasting Notes:
An intense, deeply flavoured Porto Tawny 40 Years Old, with a massive bouquet suggesting vanilla, oak and honey, and a mouthful of very complex flavours of dried fruits, spices, and nuts. As the wine unfolds smoothly and develops in the mouth, one discovers a superb balance of wood ageing and vibrancy, characteristic of Sandeman Tawny Portos.

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quarta-feira, 19 de março de 2014

Chocolates à base de vinho

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São cunhados e ambos decidiram fundar um projecto familiar que era um sonho relacionado com as suas paixões. O escanção Nuno Jorge é ‘winelover’ e Nuno Andrade  (chocolatelover), daí terem pensado na ideia de fundir as suas paixões, o vinho com o chocolate. 

Depois de um ano em testes, protótipos e pesquisas de mercados, lançaram uma colecção de chocolates com sabores a várias castas. Os doces estão embalados numa caixa cilíndrica de cortiça, que tira partido das qualidades térmicas do material. «A ideia da cortiça foi uma maneira mais próxima de associar o chocolate ao vinho, e as monocastas foi uma maneira mais nobre de apresentar o chocolate», explica Nuno Jorge. 

«Vamos também ter várias colecções ao longo do ano. No dia de São Valetim, por exemplo, tivemos chocolates com rosas e malaguetas. Ainda há colecções de produtor, quem quiser fazer um chocolate com o seu vinho, pode vir ter connosco», remata. Os chocolates são depois embalados numa caixa de madeira personalizada.


in. mariajoaodealmeida.com

ZEST by Gin Lovers – a primeira revista dedicada ao Gin

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ZEST by Gin Lovers – a primeira revista do mundo inteiramente dedicada ao mundo do Gin.
Muito brevemente disponível.

in. ginlovers.pt

Saber mais sobre o vinho de Espanha

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A Espanha se no passado era sobretudo conhecida pelos seus Vinhos fortificados de Jerez e Riojas têm vindo a empreender uma revolução na produção vitivinícola, ao ponto de actualmente ser o país com maior área de vinha do mundo.

Penedés
Local: situada na região em redor de Vilafranca del Penedés, sendo que a região mais alta é a que produz vinhos de melhor qualidade. Os solos são de muita drenagem arenosos na costa, as regiões montanhosas de calcário. O clima é mediterrânico, seco e quente, com geadas e chuvas nas zonas altas. A base dos vinhos de Penedés é o espumante (Cava) obtido principalmente das castas Xarel-lo e Macabeo, Parellada nas zonas altas. Entre os produtores independentes mais conhecidos contam-se as Bodegas Torres.

Priorat
Local: município com o mesmo nome numa pequena região interior do Sudoeste da Catalunha, nos vales dos rios Montsant e Siurana. Priorat é uma das 3 DOC’s de Espanha, juntamente com Rioja e Ribera del Duero. Os solos são de um terroir único de ardósia negra que conserva o calor e quartzo. O clima é uma combinação do clima mediterrânico e continental com Verões quentes, com influência dos ventos mistral do mediterrânico e Invernos continentais com ventos do norte. Precipitação entre os 400 e 600mm. As vinhas são de rendimentos muito pobres e as castas sobretudo a Grenache e tambem Cariñena, mais recentemente combinadas com a Cabernet Sauvignon e Syrah.

Ribera del Duero
Local: zona planáltica em redor do rio Douro entre Burgos, Soria e Valladolid. Os solos são argilosos, alternado com camadas de marga e calcário. O clima é continental com Invernos rigorosos e Verões muito quentes, chuvas com menos de 450mm / ano e quase 2,500 horas de sol. Foi-lhe conferido o estatuto DOC desde 2008 e é sobretudo conhecida pelo lendário Vega Sicília “Único” ou mais recentemente pelo Pesquera. Elaborados sobretudo a partir da casta Tempranillo são mais concentrados, encorpados e frutados (ameixa) do que os Rioja.

Rioja
Local: zona planáltica em redor do rio Douro entre Burgos, Soria e Valladolid. Os solos são argilosos, alternado com camadas de marga e calcário. O clima é continental com Invernos rigorosos e Verões muito quentes, chuvas com menos de 450mm / ano e quase 2,500 horas de sol. Foi-lhe conferido o estatuto DOC desde 2008 e é sobretudo conhecida pelo lendário Vega Sicília “Único” ou mais recentemente pelo Pesquera. Elaborados sobretudo a partir da casta Tempranillo são mais concentrados, encorpados e frutados (ameixa) do que os Rioja.

5 vinhos recomendados

Marquês de Riscal Reserva

Marquês de Riscal Reserva, Espanha - Rioja - Castas Tempranilho (80%), Graciano (10%) e Mazuelo (10%). 

De cor rubi intensa, com nuances levemente acastanhadas. 

Apresenta nariz acentuado a madeira clássica e algumas notas de fruta madura bem marcada. 

Tem profundidade e final com retro gosto. 

Taninos suaves, mas muito agradável, fresco e fácil de beber.

Presunto, queijos, carnes vermelhas guisadas e cozidas. Deve ser servido a 17º / 18ºC

Akyles Priorat

Akyles 2006 Espanha - Priorat. Castas 18% Garnacha Peluda, 42% Garnacha tinta, 25% Cariñena, 15% Cabernet Sauvignon. 

Nariz atractivo e elegante com certos toques de amora e frutas negras. 

Na boca, a entrada é suave e gulosa mostrando um bom equilíbrio, sedoso e persistente, muito suave e fácil de beber.

Devido à sua estrutura equilibrada, este é um vinho para todas as estações, que combina bem com uma infinidade de pratos, sejam carne, peixe o queijos. Deve ser servido a 16ºC embora no verão possa muito bem beber-se a 14ºC.
Roda Cirsion

Possui uma profunda cor negra-púrpura e os seus aromas desembaraçam-se em sucessivas ondas de fruta muito negra, terra húmida, violetas, chocolate e menta, eucaliptos, fumo... 

Na boca tem um volume enorme, combinando de maneira surpreendente uma grande estrutura com uma fantástica suavidade. Camadas e camadas de aromas e sabores que permanecem na boca, acarinhando-a antes de se desenvolverem num final que fica na boca e regressa ao nariz.

É aconselhável decantar o vinho várias horas antes do serviço, especialmente as colheitas mais recentes.
Roda I - Reserva

Vindima excelente em Rioja 

Cor: Fundo cereja picota e auréola púrpura. 

Nariz: Fruta negra que sai desde o fundo do copo, matizes de ameixa preta. Especiarias doces, canela, cravo, notas de chocolate e cedro. Sensação mineral, de enorme elegância. 

Boca: Tacto cremoso, de tanino muito fino. Grande volume na boca, com sensações de frutas negras e minerais. Saboroso, longuíssimo e com potente expressão retronasal. Deixa uma agradável sensação de frescura. Muito elegante.

Vinho para harmonizar, de preferência, na segunda parte da refeição, com carnes ou pratos elaborados, perfeito para acompanhar queijos e chocolates.


Terra D´Uro - Finca La Rana

Elaborado a partir de castas com mais de 18 anos seguindo as melhores técnicas biológicas. Estagiou em barricas de primeiro, segundo e terceiro ano. 

Este excelente vinho é de produção limitada. 

Um vinho intenso e muito saboroso que em nada desaponta.

Aromas sedutores, intensos e muito agradáveis. Fruta expressiva com expressividade e intensidade. 

Aparece acompanhado de ligeiras notas herbaceas e florais num conjunto muito agradável. Intenso e elegante.

terça-feira, 18 de março de 2014

Pesquisa revela preferência do consumidor quanto ao nível de álcool dos vinhos

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Consumidores degustaram vinhos com cinco diferentes níveis de álcool e preferiram os vinhos com teor alcoólico acima de 13,6%. 

Um estudo do Australian Wine Research Institute publicado pela revista Food Chemistry, avaliou a preferência dos consumidores em relação ao teor alcoólico dos vinhos e percebeu que lhes agrada mais as bebidas com níveis intermediários a altos, entre 13,6% e 15,5%. 

Para essa pesquisa, uvas da variedade Cabernet Sauvignon foram colhidas num intervalo entre uma a quatro semanas, o que produziu cinco vinhos com volumes de álcool diferentes (devido ao grau de maturação das uvas). 

Os vinhos, com teores alcoólicos entre 11,8% (menor), 12,9%, 13,6%, 14,2% e 15,5% (maior), foram oferecidos a cerca de 100 consumidores para que avaliassem os seus preferidos. 

in.revistaadega.uol.com.br

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Gin e Kit de preparação para o dia do Pai

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Uma sugestão para um presente ideal, um kit de preparação de gin tónico para os fazer como um profissional. Este Kit é composto por um copo de gin, um doseador 2.5cl/5cl, um filtro 4 orelhas e uma colher misturadora. Com este kit, apenas tem de escolher o seu gin de preferência ou um que não tenha degustado para novas experiências e deixar-se surpreender.

Como Gin, sugerimos o Bombay Sapphire que é o gin da categoria premium que mais cresce e o gin premium número um por valor. Baseado em uma receita secreta de 1761, o gin Bombay Sapphire é criado para perfeitamente equilibrar uma combinação única de 10 ervas de todo o mundo selecionadas à mão. O sabor natural das ervas é capturado por meio de um delicado processo destilatório chamado infusão a vapor que resulta no encantador, suave e complexo sabor que é Bombay Sapphire. Bombay Sapphire inspira pessoas a expandirem as suas mentes, pensando algo diferente para revelar mais sobre elas mesmas.

O Bombay Saphire tem um sabor equilibrado, que se deve a uma selecção de ingredientes especiais e a um método de produção único que resulta em qualquer cocktail.

Disponível em: A Maior Variedade de Gins e Os Melhores Acessórios


segunda-feira, 17 de março de 2014

Quinta Do Côa Tinto 2011

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Um bom vinho com uma excelente relação preço/qualidade e que dá por exemplo uma deliciosa e original prenda...Ou ofereça a si mesmo...

Castas
Touriga Nacional; Tinta Roriz e Touriga Franca.

Ano
2011

14,5% alc./Vol

750 ml

Foi elaborado com cerca de 1/3 de cada casta, procurando as notas especiadas e os taninos firmes da Tinta Roriz, as notas de esteva e os taninos suaves da Touriga Franca, completados pela complexidade de aromas de frutos pretos e silvestres, de notas florais e frescas muito marcadas da Touriga Nacional do Douro Superior.

Aroma com notas de frutos silvestres e especiarias com final prolongado e elegante com notas de "liquorice".
Este vinho acompanha carnes, queijos e cozinha mediterrânica em geral.

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EN
Touriga Nacional; Tinta Roriz e Touriga Franca.

Used about 1/3 of each variety, looking for the spicy notes and firm tannins of Tinta Roriz, cistus notes and soft tannins of the Touriga Franca, supplemented by the complexity of aromas of black fruits and berries, and fresh floral notes too scheduled the Touriga Nacional Douro Superior.

On the nose, fresh and elegant with notes of black fruit and wild black cherries balanced with enticing nuances of "liquorice", being complexed by the aroma very discreet wood notes.

14,5% alc./Vol
750 ml
DOC

Barcelos celebra o vinho verde e a casta Loureiro

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A Cidade do Vinho 2014 pretende pôr em evidência o facto de estarem no concelho algumas das casa produtoras mais antigas e das de maior reconhecimento da região.
Potenciar o vinho como produto de excelência na área do turismo e dar a conhecer as vinhas e os principais produtores, são os propósitos maiores das iniciativas de Barcelos Cidade do Vinho 2014, que decorrerão ao longo do ano. 

Ao vinho, sobretudo da casta Loureiro e produzido na área do concelho, junta-se o galo, um símbolo que se converteu em ícone nacional do turismo, e que assado no forno se converte no emblema maior da gastronomia do concelho. Além da instalação da Casa do Vinho de Barcelos, no centro da cidade, e da criação do Passaporte Cidade do Vinho 2014, a programação prevê visitas técnicas para profissionais, a associação de uma feira de vinhos à mostra de artesanato e a realização no centro da cidade de uma grande festa do vinho, mais vocacionada para as camadas mais jovens da população. 

A iniciativa, que começou em 2009 no concelho de Palmela, é da Associação dos Municípios Portugueses do Vinho e Barcelos sucede agora ao concelho alentejano de Vidigueira, que foi cidade do vinho no ano passado.

Barcelos pretende celebrar também o vinho verde e pôr em evidência o facto de estarem no concelho algumas das casas produtoras mais antigas e das de maior reconhecimento da região. É o caso da Quinta de Santa Maria e do Tamariz, em cuja adega centenária teve lugar a apresentação do programa, e da Quinta de Azevedo, pertencente ao Grupo Sogrape, bem como produtores cuja actividade se conta por séculos de existência, como acontece com a histórica Casa de Paços, que se mantém na mesma família ao longo de 15 gerações e mais de 500 anos.

Outro dos objectivos passa pela afirmação das características diferenciadoras do terroir local dentro da região, designadamente da casta Loureiro, que encontra em Barcelos, nas margens do Cávado, condições ideais para a sua produção. Um concurso exclusivo para vinhos da casta produzidos no concelho é outra das iniciativas programadas.


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in. fugas.publico.pt

sexta-feira, 14 de março de 2014

Vinho e Espirituosos - As fotografias que marcaram a semana

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A semana em revista. Veja em fotografias os principais acontecimentos sobre vinho e espirituosos publicados esta semana. Uma viajem desde Setúbal até Taiwan, passando pela Suiça e com uma breve paragem em França.

De Portugal para o Mundo, do Mundo para Portugal - Porque o vinho e espirituosos de qualidade não reconhecem fronteiras...



Vencedor de Março dos Wenneker Swizzle Mestres 2014



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Grandes vinhos de Setúbal


Competição Gin Bloom só para senhoras


quinta-feira, 13 de março de 2014

Competição Gin Bloom só para senhoras

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A competição, que será realizada no dia 28 de Abril, no County Hall Marriott Hotel, em Londres, onde apenas são aceites inscrições de pessoas do sexo feminino. Será obrigatório apresentar receitas inspiradas na natureza e utilizar apenas ingredientes naturais. 

"É a primeira vez que temos uma competição apenas para senhoras e já se está a revelar um sucesso a nível de inscrições."

As inscrições devem ser enviadas até 20 de Abril em m.sweetman2 @ ntlworld.com.

Gin Bloom é um Dry Gin floral e delicado, inspirado pelas flores dos jardins britânicos. Camomila, pomelo e madressilva foram escolhidas como as botânicas chave. Crie uma experiência mais delicada e subtil de beber o seu gin.

quarta-feira, 12 de março de 2014

6 Grandes vinhos de Setúbal

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As vinhas da Península de Setúbal repartem-se na sua esmagadora maioria por duas zonas: a montanhosa, formada pelas serras, Arrábida, São Luís e Rasca e seus prolongamentos nos montes de Palmela, Barris, São Francisco e Azeitão, variando a altitude entre os 100 e os 500 metros; e as planícies dos concelhos de Palmela e Montijo, que se estendem param sul, dominadas pela formação geológica do Plioceno de Pegões, envolvendo a bacia do Sado, com cota compreendida entre os 30 e 100 metros.

Estas características orográficas condicionam de forma marcada o clima que se faz sentir na região. O clima do Sul de Portugal, é tipicamente mediterrânico, com um verão quente e seco, alternando com um inverno relativamente frio e chuvoso.

Sugestão de 6 maravilhosos vinhos desta zona 
 Anima Tinto 2005

A sua cor é de um rubi escuro e o seu aroma intenso e profundamente sedutor. 


A sua fruta negra, a lembrar amoras, cerejas e mirtilos em nobres compotas, manifesta-se na dose certa. 


A tosta da barrica mostra-se muito elegante e bem integrada com o chocolate e as notas balsâmicas que se sentem ao fundo. 


Na boca mostra-se delicado, com bom corpo e deliciosamente cremoso. 


Os seus taninos são redondos e muito seguros. Estamos inquestionavelmente perante um vinho bastante complexo e detentor de uma elegância aristocrática.



 Cavalo Maluco 2009

De cor negra, retinta mesmo, com reflexos de púrpura, este vinho revela um nariz exuberante onde ressaltam de imediato as frutas pretas, mas também a menta, algum tabaco e muita erva aromática. 

A madeira está bem presente mas faz-se notar de forma controlada, não prejudicando em nada a sua memorável panóplia de aromas. Acidez firme, com taninos bem presente mas muito refinados. 

Este elixir possui um final quase interminável, revelando, ao longo de uma refeição, e à medida que o tempo e a oxigenação se vão desenrolando, nuances sempre novas e inolvidáveis.
 Leo D´Honor 2008

Castas: Castelão “Periquita” 
Colheita: Inicio de Outubro 
Origem: Vinha com mais de 60 anos situada em Fernando Pó, zona privilegiada do concelho de Palmela. 
Solo: Arenoso 
Clima: Mediterrânico 
Vinificação: Fermentação em cubas-lagar de Inox com maceração pelicular prolongada de 4 semanas 
Aconselha-se Guardar Durante: 15 anos 14.5 º vol

Aroma profundo e concentrado. A casta Castelão no seu melhor com notas de frutos pretos, compota e especiarias. Complexo na boca com ligeiras nuances a tabaco e chocolate provenientes do estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês. É um vinho bem encorpado, com taninos presentes e um elegante final de boca.




 Má Partilha Merlot 2009

Produzido inteiramente com a casta Merlot, de vinhas localizadas nas encostas de Azeitão, onde encontra um terroir óptimo para o seu plantio com elevada qualidade. 

A sua fermentação foi finalizada em barricas novas de carvalho francês "Allier", seguido de um estágio nas mesmas, o que contribuiu para a excelente integração dos aromas e sabores e que lhe conferem uma estrutura complexa e muito persistente. 


Apresenta um óptimo potencial de envelhecimento em garrafa e é o acompanhante ideal de pratos de carne, caça e queijos.


Um vinho de cor vermelha intensa, apresenta notas de fruta madura combinadas com chocolate no aroma; na boca tem taninos finos e elegantes mas firmes, que lhe conferem uma estrutura complexa e muito persistente. 


Servir à temperatura de 14-16ºC




Castas: Cabernet Sauvignon e Merlot. Grau: 14,5% Vol. 
Vinificação: As castas escolhidas no encepamento da Quinta, o Cabernet Sauvignon e o Merlot, beneficiam das condições naturais para uma maturação lenta e equilibrada. Após uma fermentação dos vinhos elementares, durante uma semana, a temperatura controlada, seguiu-se um período de "cuvaison" (maceração pelicular pós-fermentativa) de três semanas. 
Estágio: Com uma selecção criteriosa, contemplando numerosas provas e análises, criou-se o lote final que estagiou em barricas novas de carvalho francês durante 11meses.
Aromas de frutos vermelhos combinados com "nuances" de madeira e especiarias; na boca, as sensações de frutas vermelhas são realçadas e combinadas com taninos suaves bem presentes; tem um final fresco, algo mineral, elegante e muito complexo. Possui um grande potencial de envelhecimento. 
Gastronomia: Pratos de carne vermelha e caça. Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C

No ano em que a marca Periquita celebra o seu 160º aniversario, a José Maria da Fonseca apresenta o primeiro Periquita topo de gama, o Superyor, produzido a partir das castas Castelão, Tinta Francisca e Cabernet Sauvignon. 
O Periquita Superyor 2008 é uma homenagem do enólogo Domingos Soares Franco ao encontro entre a casta e a região.
Cor: vermelho escuro. 
Aroma: Framboesa, amoras, eucalipto, couro, madeira bem integrada e especiarias. 
Corpo: Muito macio, mas com continuidade. 
Paladar: Frutado, harmonioso, elegante com taninos suaves. 
Final de prova: Longo



*Notas de prova utilizadas: Oficiais e de Olga Cardoso em aminhaloucapaixão

terça-feira, 11 de março de 2014

Será o melhor vinho em Bag-in-Box do Mundo?

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O calor, quase irrespirável é apenas contrariado pela suave brisa habitual das noites quentes de verão no sul do País. A lua redonda e branca, espreita por detrás da Anta que se impõe poderosa, ilumina os campos do vale cultivados com vinha, ampliando e deformando silhuetas sombrias. Barulhos sibilantes e indecifráveis completam o cenário misterioso, quase assustador...

E quando um conceituado Chef de cozinha se junta a um magnifico produtor de vinho para atingir o sonho de obterem um vinho excepcional e marcante, para depois juntaram também uma embalagem que oferece-se maior protecção e conservação desse néctar, eis o resultado:


Le Loup Noir Summer Edition Branco BiB 2Lt
Vinho Regional Alentejano
Castas: Antão Vaz, Chardonnay e Sauvignon Blanc 

13,5 % Vol

É um vinho de aroma com notas de fruta tropical, limão e um pouco de flores. Na boca acidez. Frutado com nota floral. Boa persistência. Um vinho muito gastronómico que consegue acompanhar um bom leque de pratos ou até ser bebido como aperitivo se estiver bem fresco. 

O formato bag in box facilita estar sempre disponível no frigorífico para se ir bebendo quando se quer durando sem se estragar muito mais tempo que uma garrafa.


Le Loup Noir Colheita Tinto BiB 2Lt
Vinho Regional Alentejano
Castas: Syrah, Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Aragonez

Estagiou durante 8 meses em barricas de carvalho francês. 

Enóloga: Susana Esteban 

14%Vol

Cor rubi. Apresenta um aroma intenso a fruta madura com notas de madeira bem integradas. Paladar: Na boca é persistente, com taninos macios e bem integrados.

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Cidade do Vinho pronta em 2016

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Cidade do Vinho vai custar 63 milhões de euros e ficará pronta em 2016 

A construção da “Cidade das Civilizações de Vinho” tem recursos da União Europeia e espera-se que o projecto atraia 450 mil visitantes por ano. 

Uma novidade para o mundo do vinho está prevista para ser inaugurada em 2016. O projecto “Cidade das Civilizações de Vinho”, na região de Bordeaux, cuja estimativa de custo está em mais de 63 milhões de euros, será viabilizado com recursos da União Europeia com a premissa de estar incentivando e fortalecendo a cultura vinícola no país. 

A ideia começou a tomar forma em 2008 e pôde entrar em execução graças aos 77% do financiamento viabilizados pela UE. O conglomerado de Bordeaux e o governo francês também ajudaram com o orçamento do projecto, mas a sua finalização está a ser planeada com recursos ao sector privado. A equipa responsável pelas obras avalia que aproximadamente 450 mil pessoas visitem o ponto turístico anualmente, sendo que destes, 20% serão estrangeiros. 

Além disso, o projecto prevê a realização de duas grandes exposições por ano, bem como diversos eventos artísticos, científicos e culturais relacionados ao vinho. A Cidade do Vinho deverá ter um auditório com 250 lugares, um salão de leitura e seis salas para eventos especiais. 

E para que seja possível a visita completa ao complexo, os arquitectos calculam que o tempo de visita será de aproximadamente três horas, tempo suficiente para que os visitantes vivam todas as experiências sensoriais da degustação de vinho.

Ansiosos...

in. revistaadega

Vencedor de Março dos Wenneker Swizzle Mestres 2014

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Dez receitas de todo o mundo foram escolhidos para a única competição virtual de cocktails no mundo, sendo que todos os cocktails foram concebidos em torno do tema 'Fruity Scotch".
Soley (o vencedor) impressionou os juízes com o encantador sabor do seu cocktail muito bem equilibrado, de seu nome "Barcelona 1992", uma mistura de Glenfiddich 15 anos, Wenneker Morango, Wenneker Cranberry, mel azedo, manjericão e framboesas.
Soley agora vai competir pessoalmente com os outros oito semi-finalistas em Outubro, onde serão escolhidos para a final os cinco melhores que por sua vez vão concorrer ao título de Mestre Swizzle 2014 e ao grande prêmio de £1.000 na final de Novembro, além de ganharem o reconhecimento internacional.
A próxima "rodada" do Masters Swizzle 2014 está agora aberta para inscrições e o tema é Vodka Stolichnaya simplista.
Para acompanhar a competição: swizzlemasters.com

segunda-feira, 10 de março de 2014

Vinho Rosé - Os escolhidos

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O Vinho rosé é produzido a partir de mosto e uvas tintas. A pigmentação é conseguida através do contacto entre as películas (casca) e o mosto, pelo que o Vinho rosé não é uma mistura de vinho tinto com vinho branco.
Vinho rosé ou rosado apresenta uma coloração rosada, intermediária entre os tintos e os brancos. Esta cor pode variar de um laranja pálido a um púrpura vivido, dependendo das uvas utilizadas e técnicas de fermentaçãoOs vinhos rosés não são muito populares no Brasil e na América Latina. Em alguns países da Europa, sobretudo os que são banhados pelo Mar Mediterrâneo, como EspanhaFrança e Itália, bem como em Portugal, os vinhos rosés são bastante apreciados e largamente consumidos, principalmente no verão.

E como o Sol está a aparecer, nada melhor que colocar já alguns na sua garrafeira. Eis algumas sugestões, entre as muitas disponíveis em estadoliquido.pt :

Apreciadores: 

Valle Pradinhos

De cor vermelha carregada, muito apelativa. 

Intenso e perfumado, tem um aroma a groselha, framboesa e morango, com ligeiras notas florais. 

Na boca é frutado, fino e elegante, com acidez equilibrada. 

Tem boa persistência e uma excelente relação qualidade/preço






A provar:
Vila Real 

Aroma a frutos vermelhos, intenso. 

Na boca é suave com notas de groselha e morango com acidez equilibrada. 

Gastronomia: 
Acompanha refeições estivais ligeiras, carnes frias, queijos frescos, excelente com cozinha indiana muito especiada. 

Servir a 8-10ºC.






Um dos mais vendidos no Mundo

Mateus

Servido fresco, MATEUS ROSÉ é ideal para um aperitivo, para acompanhar um momento refrescante do dia, quando o pôr-do-sol antecipa momentos relaxantes, de prazer e convívio, e sempre que procure uma boa alternativa a um espumante, champagne ou mesmo uma cerveja. 

MATEUS ROSÉ também acompanha muito bem refeições ligeiras, vários peixes e mariscos, carnes brancas, grelhados e saladas. 

As suas características únicas tornam-no também ideal para servir com massas e vários pratos da cozinha italiana, e acompanha magnificamente várias cozinhas asiáticas – Chinesa, Japonesa, Vietnamita e Tailandesa. 

Recomenda-se que seja servido em flute ou em copo tipo tulipa. 

Temperatura ideal situa-se enter os 5º-8º C.

Loja The Glenlivet em Taiwan

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Uma das vantagens de quem viaja de avião por vários destinos do Mundo, é poder ser surpreendido com espaços como este, muito agradáveis e com conceitos muito actuais. Neste caso é um espaço da responsabilidade da Pernod Ricard, onde divulga o "ouro liquido" Glenlivet no terminal 2 do aeroporto de Taoyuan-Taiwan.

Há cerca de 200 anos a Escócia era um verdadeiro "estado selvagem": com a dramática subida de impostos para financiar as campanhas militares, o contrabando institucionalizou-se. Só no remoto vale do rio Livet, havia mais de 200 destilarias ilícitas. Os alambiques eram quase de miniatura para se esconderem facilmente perante a ameaça dos "Excisemen", os zelosos cobradores de impostos. Os contrabandistas armados em bandos dominavam o negócio, em particular naquela região montanhosa e inóspita.

Em 1823, tudo mudou. A nova legislação, no "combate à evasão fiscal", reduziu drásticamente o imposto e incentivou a legalização das destilarias. George Smith, um modesto rendeiro do Duke de Gordon, foi o primeiro a fazê-lo em 1824. Nascia assim o célebre The Glenlivet. No espaço de 10 anos, após ter sobrevivido a todas as ameaças (o seu celebre par de pistolas é hoje orgulhosamente ostentado no museu da destilaria), era também o único: todas as destilarias ilegais tinham fechado as portas!


The Glenlivet situa-se à entrada dos montes Grampian, no vale do rio Livet e daí o nome Glenlivet, na zona mais alta de Speyside. 


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sexta-feira, 7 de março de 2014

Johnnie Walker apresenta um novo conceito de loja

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A Diageo apresentou um novo conceito de loja para a sua coleção Johnnie Walker Explorers Club no Aeroporto de Heathrow, esta semana. O conceito possui um bar de degustação com três garrafas na coleção Club Johnnie Walker Explorers. 

Johnnie Walker é uma marca de uísque escocês e é produzido em Kilmarnock, condado de Ayrshire, Escócia. É a marca de uísque mais distribuída no mundo, vendida em quase todos os países, com vendas anuais de cerca de 130 milhões de garrafas. 

Originalmente conhecido como Walker's Kilmarnock Whisky, a marca Johnny Walker é um legado deixado por John ‘Johnnie’ Walker depois dele ter começado a vender whisky na sua loja, localizada em Ayrshire, Escócia. A marca tornou-se popular apenas após a sua morte, em 1857, quando o seu filho, Alexander Walker e o neto, Alexander Walker II estabeleceram a marca como uma das mais populares na Escócia.

Sob o comando de John Walker, a venda de uísque representava apenas 8% do faturamento da empresa, sendo que, sob o comando de Alexander, este percentagem passou para uma margem entre 90 e 95%. Até 1860 era considerada ilegal a venda de blended whisky. Neste período John Walker vendeu um grande número de garrafas do seu Walker’s Kilmarnock. Em 1865 Alexander produziu o seu primeiro uísque misturado, o Walker’s Old Highland. 

Alexander Walker criou a tradicional garrafa quadrada, que acompanha a marca até hoje, em 1870, possibilitando o armazenamento de um maior número de garrafas num menor espaço físico.

Grande Reserva - Grande Vinho

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A Casa Brites Aguiar é uma Sociedade Agrícola familiar de três irmãos (Lúcia, Paulo e Tomy) após doação do património por parte dos seus pais, Fernanda Brites e Manuel Aguiar. Situada no Douro/Cima Corgo, nas encostas do Rio Torto e de um dos seus afluentes, a Ribeira de Galegos, em Várzea de Trevões, pequena aldeia do concelho de S. João da Pesqueira. Conta com 45ha instalados no local onde nasce o Vinho do Porto numa faixa de altitude entre os 230 e os 450m, são cultivadas variedades autóctones segundo práticas que respeitam o meio ambiente. Vinhas com 20 anos de idade com as castas: 17ha Touriga Franca, 15ha Tinta Roriz, 7ha Touriga Nacional, 3ha Tinta Amarela e 1ha Tinta Francisca. A enologia fica a cargo de Pedro Sequeira e António Rosas que dão forma à firma Duplo PR.



Bafarela Grande Reserva 2011 - Um tinto excepcional

Castas:
Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz

14,5%Vol


Cor intensa e carregada. Aroma distinto de grande intensidade e complexidade com notas florais. Na boca tem boa amplitude e precisão, sedutor com fruta evidente muito focado no floral, apresenta uma boa estrutura com taninos densos mas finos.


Impõe-se na prova mais pela sua frescura do que pela sua concentração, o final é longo, sedutor e persistente.


Recomendado

Abrir com cuidado e decantar para melhor apreciação.

Servir entre os 16º a 17ºC