quinta-feira, 15 de maio de 2014

Primeira Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Turismo

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Primeira Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Turismo


Decorre, em Braga, de 16 a 18 de maio, a primeira Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Turismo. Esta feira, com o carimbo da InvestBraga, e que visa a promoção de “três áreas chave para o Minho”, aposta na promoção do que melhor se faz no vinho verde, gastronomia e turismo na região.
Ao longo dos três dias em que decorre o evento, os visitantes poderão participar em várias conferência e workshops, para além de acções de formação. Também irão decorrer várias provas e degustações de vinhos, para além de concursos e encontros de confrarias.
Depois do sucesso da AGRO 2014, que se realizou no passado mês de Março e contou com a presença de cerca de 100 mil pessoas, a InvestBraga, a nova agência de dinamização económica de Braga, parte para a organização do seu segundo evento no Parque de Exposições de Braga com expectativa redobradas.
No primeiro dia do certame, antecedendo a inauguração, terá lugar a conferência “modernizar o mundo rural”, organizada em conjunto pelo BIC Minho e a Minho Empreende. Este primeiro dia será ainda palco para uma demonstração gastronómica da autoria do conceituado Chefe, José Vinagre, uma prova de espumantes da Espumaria Portuguesa e um curso de vinhos. Durante este curso, os visitantes da feira terão a oportunidade de aprender com os mais experientes enólogos, entre os quais se encontra Bruno Almeida, da Comissão Vitivinícola da Região dos Vinhos Verdes.

Estados Unidos lideram consumo de vinho

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Os norte-americanos estão a desenvolver o gosto pelo vinho e a prova disso é o aumento do consumo. Os Estados Unidos destronaram, no ano passado, a França e tornaram-se o maior mercado consumidor em termos de volume, segundo a Organização Internacional do Vinho e da Vinha.
Mas quando se trata de consumo “per capita” as contas são outras. Os franceses consomem em média uma garrafa e meia por semana, seis vezes mais do que os norte-americanos.
No ano passado, os Estados Unidos consumiram um total de 29,1 milhões de hectolitros de vinho. A França pouco mais de 28 milhões, o que representa uma queda de sete por cento. Surgem depois Itália (21,7 milhões de hectolitros), onde o consumo cai, e a Alemanha (20,3 milhões), um dos poucos países europeus onde o consumo sobe.
Em Portugal, o consumo ficou pelos 4,5 milhões de hectolitros.
Nos Estados Unidos, há uma mudança de mentalidade, como explica Antony Riboli, cuja família produz vinho há 90 anos na região de Los Angeles: “No passado, penso que o vinho tinha uma conotação de produto de luxo, muito caro. Agora, veem-se pessoas a dizer “posso encontrar uma boa garrafa de vinho por menos de vinte ou quinze dólares”, ou bebem um copo ao jantar. Essa é a nova tendência do setor e acho que se vai manter. As pessoas estão a ver o vinho como uma bebida nacional”.
Entre 2002 e 2011, o consumo anual “per capita” dos norte-americanos subiu 17%. A Organização Internacional do Vinho e da Vinha reconhece que ainda há margem de progressão, sobretudo, ao nível da qualidade, privilegiada pelos franceses.
Já o consumo mundial ascendeu a 239 milhões de hectolitros, 40 milhões de hectolitros aquém da quantidade produzida no planeta.
In. euronews

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Vamos dar o pontapé de saída da final da Liga Europa

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Feita através de fabrico artesanal, este licor apresenta uma elevada qualidade. Todos os ingredientes são seleccionados um por um, o que aliado a uma receita familiar, resulta numa bebida de sabor intenso, agradável e com um aroma muito requintado. 

Aqui apresenta-se numa bela garrafa com um design exclusivo.

Servir simples num cálice ou ballon de vidro como aperitivo ou digestivo. Também é excelente para cocktails ou utilizado para fins culinários. Deve consumir-se à temperatura compreendida entre 15º a 18º Celsius. No tempo quente recomenda-se servir fresco. 

Partilhe este pontapé com a sua família e amigos - estadoliquido.pt/Comprar a Melhor Ginja








terça-feira, 13 de maio de 2014

Gin Sharish - Lentamente destilado no Alentejo

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Nome
Gin Sharish

Capacidade

700Ml.

Álcool

40%Vol.

História

De carácter português e produzido no Alentejo vai buscar o seu nome à vila de Monsaraz. Utilizado durante a ocupação muçulmana, o termo árabe, SHARISH significa Xara ou Jara, a muito alentejana ESTEVA (cistus ladanifer). Assim Mont Sharish significaria "Monte erguido num impenetrável brenhal de estevas. Originando posteriormente MONSARAZ.

Botânicos

Zimbro, Maça Bravo de Esmolfe DOP, Lúcia-Lima, Casca de Laranja e Casca de Limão do Alentejo, Semente de Coentros, Cravinho, Baunilha e Canela.

Destilação e Engarrafamento

Destilado num alambique tradicional Português, dá origem a lotes de 300 garrafas numeradas e assinadas manualmente pelo destilador António Cuco.

Carácter
Lentamente destilado no Alentejo, é um gin de carácter português produzido com ingredientes de Portugal. 

Perfect Serve

Maçã bravo (sliced) e Fever Tree Mediterranean.

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E foi assim que o gin conquistou Portugal

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Bares de gin a aparecer como cogumelos, uma revista dedicada exclusivamente à bebida, um evento, o GinTasting, quatro marcas nacionais a nascer num ano. O que aconteceu aos portugueses para, de repente, andarem todos com um copo--balão na mão a discutir o "perfect serve" e os seus botânicos preferidos? Miguel Somsen, dos Gin Lovers - que acabam de lançar a revista "Zest" e abrir o seu primeiro bar de gin oficial -, conta-nos como chegámos aqui.
Uma revista dedicada inteiramente ao gin? E há assim tanto para dizer? Não éramos os primeiros a ter esta reacção, e Miguel Somsen, jornalista e um dos fundadores do grupo Gin Lovers, estava mais do que preparado para ela. Sim, claro, há imenso a dizer, garante. 

Estamos sentados num final de tarde no bar Vestigius, no Cais do Sodré, em Lisboa, um local que nasceu ligado ao vinho, mas que foi o escolhido para os Gin Lovers lançarem o seu primeiro bar de gin oficial — ou seja, o primeiro com uma carta com assinatura do grupo, que inclui curiosos como Miguel, mas também especialistas como Cláudio Cruz (os restantes lovers são Carlos Alves, Frederico Patrício, Daniel Carvalho e José Lázaro). Daí a pouco vai começar a inauguração do Vestigius Wine & Gin, mas antes Miguel tem tempo para nos explicar como começou a loucura do gin em Portugal.

O que faz, afinal, com que em pouco mais de um ano tenha havido uma explosão do consumo e do interesse pelo gin em Portugal, de tal maneira que há bares de gin a nascer como cogumelos por todo o lado, os Gin Lovers lançaram um site, uma aplicação para mobile e agora a revista Zest, e nasceram já quatro marcas de gin portuguesas (e tudo indica que há uma quinta a caminho)?

Em primeiro lugar, temos que esclarecer o seguinte: a actual moda do gin é uma coisa da Península Ibérica. “Fora da Península Ibérica não se está a passar nada. Vais a França e ninguém está a beber gin”, diz Somsen. E se quisermos conhecer a história mesmo do princípio, temos que começar por Espanha. “A renovação do gin aconteceu lá”, explica. 

“Estive agora em Espanha, fui à destilaria da Gin Mare, e andei pelos bares de Barcelona para perceber exactamente o que se passava. Claro que todos tinham histórias diferentes. Mas o representante da Gin Mare, por exemplo, disse-me que alguns dos grandes culpados tinham sido os chefs de cozinha. Ferran Adrià, no elBulli [o mítico restaurante que liderou a revolução gastronómica em Espanha e que está actualmente encerrado] decidiu que só ia usar Fever-Tree, o que foi uma revolução brutal, porque a água tónica que dominava era a Schweppes. O facto de o gin ter chegado às grandes cozinhas ajudou.” 

Mas o gin não é uma bebida nova. “Sim, claro, o gin já existia, mas estava sistematicamente a ser mal servido em todo o lado.” Então James Bond tinha razão quando, já na década de 50 do século passado (consta que a primeira vez que usou a frase foi no livro Os Diamantes São Para Sempre, em 1956), insistia que queria o seu Dry Martini (gin e vermute) “shaken, not stirred”, ou seja, “agitado e não mexido”? Há formas certas de fazer estas coisas (mesmo que a de Bond possa ser polémica, mas não vamos entrar por aí), e nós andávamos esquecidos?

Falemos de uma coisa simples: o gin tónico. “Percebeu-se que era importante que se respeitasse aquilo que as pessoas tinham esquecido, que eram as medidas”, continua Somsen. “Todos os destilados têm que ter medidas, e há regras específicas, tal como nas receitas de comida.” No caso do gin é particularmente fácil decorar a fórmula: “um quarto de gin, três de tónica e mais nada. É assim que a bebida fica equilibrada.” Depois há, claro, tudo o resto que se acrescenta para criar gins “de assinatura”, mas já veremos isso mais à frente.

O que acontecia até há cerca de um ou dois anos em Portugal era absolutamente errado, sublinha. “O que se via, e ainda vê, nos bares é virarem a garrafa para dentro de um copo com três pedras de gelo dentro, e depois a água tónica fica quase toda dentro da garrafa porque não cabe no copo. É ridículo.” Foi por isso que apareceram os copos grandes e largos, de balão, que, segundo os actuais puristas do gin, devem ser cheios de gelo e levar depois o quarto de gin e três de tónica, para uma “combinação perfeita de sabores”. Importante: a bebida deve ser consumida em meia hora, para que o gelo não comece a derreter. 
Créditos - Por Alexandra Prado Coelho / ver artigo completo em: fugas.publico.pt

A Maior Adega do Mundo

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Túneis de Cricova
Nos dias de hoje, 1,3 milhões de garrafas de mais de 600 marcas (incluindo aí vinhos e licores) estão nos inúmeros corredores, que chegam a ter 7,5 metros de largura e 3,5 de altura, com profundidades que variam de 35 a 80 metros. Essas características mantêm o ambiente numa temperatura constante entre 12 e 14°C e com humidade de 97 a 98%. Os túneis são tão grandes que podem comportar carros e é possível conduzir pelas "ruas", que possuem nomes das diversas variedades de uva. Mas, além de servir de guarda a vinhos, os túneis têm inúmeros "ambientes", com salas de degustação, de reunião, de jantar, em diferentes estilos arquitectónicos e de decoração.

Em 1954, foi fundada a Cricova Oenotec, empresa vitivinícola moldava que usa cerca de 60 quilómetros dessas minas para os seus próprios vinhos. Durante o regime soviético, os túneis de Cricova ficaram fechados para o público e apenas delegações de políticos e celebridades, como os presidentes Mikhail Gorbachev e o astronauta Iuri Gagarin, tinham acesso. Por aquelas bandas é normal ouvir (não se sabe se corresponde á verdade) que Gagarin, primeiro homem orbitar a terra, em 1961, visitou a adega em 1966 e só saiu dois dias depois (e com ajuda). Em 1967, a colecção de vinhos de Cricova foi considerada um símbolo da república socialista.
Mais recentemente, em 2007, quando comemorou 50 anos, o presidente russo Vladimir Putin também esteve nas caves da Cricova para celebrar. Curiosamente, os túneis continuam a aumentar, pois ainda hoje há escavações em algumas partes para a obtenção de calcário. Aliás, as primeiras escavações datam do século XV e começaram exactamente para obter cal para a construção da cidade de Chisinau.

Ainda Maior?
Não muito longe de Cricova, ainda na Moldávia, outra adega alega ser a maior do mundo. A vinícola Milestii Mici diz ter cerca de 200 quilómetros de túneis subterrâneos que servem para a guarda de vinhos, porém "apenas" 50 são usados para esse fim. Assim como a sua "concorrente", essa cave antes era usada como mina de cal. Em Agosto de 2005, o Guinness Book, atestou que Milestii Mici possui a maior colecção de vinhos do mundo, com mais de dois milhões de garrafas em stock.


Impressionante...

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Zimbro Escocês celebra dia mundial do Gin

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Em comemoração ao Dia Mundial do Gin, celebrado a 14 de Junho, Edinburgh’s Summerhall, será palco para a edição inaugural do Scottish Juniper Festival. Neste festival podemos encontrar uma enorme variedade de gins e assistir a muitos seminários sobre este destilado, adorado por cada vez mais consumidores em todo o Mundo.

O grande objectivo da organização é nos dias 13 e 14 mostrar a todos os visitantes o que de melhor o Gin tem para oferecer e o que de melhor se faz por todo o Mundo.

Já confirmadas as presenças da Fevertree, Hendricks, Londres No.1 e Caorunn, entre muitos outros.

Pode adquirir desde já os bilhetes online, em: summerhall.co.uk/2014/scottish-juniper-festival



Vinho, Quintas e Herdades - Quinta da Alorna

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Actualmente, a Quinta da Alorna é composta por três empresas administradas pela quarta e quinta gerações da família Lopo de Carvalho. A Sociedade Agrícola da Alorna SA, a Quinta da Alorna Vinhos Lda.e a Alornatur Lda. Uma história cheia de histórias ou não fosse a Marquesa de Alorna uma admirável contadora de histórias.


Os vinhos da Quinta da Alorna são feitos a partir de uma selecção das melhores castas e produzidos com recurso às novas tecnologias de vinificação.
Com 220 hectares de vinha que se divide entre castas como Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet, Arinto e Chardonnay, a Quinta da Alorna produz vinhos com a qualidade, excelência e competitividade que os mercados nacional e internacional, exigem.
Com uma produção média anual na ordem dos 1,85 milhões de litros, a Quinta da Alorna vende cerca de 50% da sua produção anual no mercado interno e exporta os restantes 50% para 25 mercados. Para o futuro, o objectivo consiste em aumentar o volume das exportações e manter a tendência positiva de crescimento.

Alguns dos excelentes vinhos que pode encomendar online (Clique Aqui) e degustar na tranquilidade da  sua casa ou claro, acompanhado por amigos:


Cor - Amarelo citrino. 
Aroma - Limonado, Fruto tropical predominando o maracujá. 
Prova - A acidez equilibra com o corpo redondo, ligeiro toque herbáceo que lhe confere complexidade, conjunto muito elegante.
Final de Boca - Fresco e persistente. 

Gastronomia - Servir com moderação a 10-12ºC, recomendado como aperitivo ou a acompanhar peixes grelhados.






Cor - Rubi carregado. 
Aroma - Limpo, notas de frutas vermelhas madura e ligeiro toque a madeira. 
Prova - Encorpado, redondo com taninos suaves. 
Final de Boca - Intenso, suave e agradável. 

Gastronomia - Consumir a 16-18ºC para acompanhar carnes brancas, aves, salsicharia e queijos de pasta mole.







Cor - Amarela esverdeada. Aroma: Frutos tropicais e citrinos onde predomina o ananás e limão. Prova: Fresco e citrino muito delicado, bom volume de boca a equilibrar a acidez com o açúcar residual. 

Final de Boca - Vivo e agradável. 

Gastronomia - Servir a 10-12ºC, como aperitivo ou a acompanhar marisco, peixe grelhado ou pratos frios.






Cor - dourada

Aroma marcado por frutos tropicais maduros, compotas de citrinos e mel. 

A boca apresenta textura rica e untuosa. 

Deve ser servido a 10ºC com Foie Gras, queijos intensos e sobremesas com frutas exóticas.







Cor - Rosada e intensa. 
Aroma - Muito frutado marcado pela groselha, framboesa e morango. 
Prova - Intenso e persistente confirmando as notas aromáticas. ~
Final de Boca - Muito suave e agradável. 

Gastronomia - Servir à temperatura de 10-12ºC. 
Acompanha bem entradas, pastas, saladas e sushi.







Este vinho é uma homenagem a melhor casta branca portuguesa para muitos apreciadores, o Arinto e uma das melhores casta francesa, o chardonnay, fermentado em barricas novas de carvalho francês. O resultado é um vinho que combina na perfeição os aromas a fruta fresca do Arinto com os frutos maduros, secos e amanteigados tipicos do Chardonnay. 

Ideal para acompanhar pratos de peixe assado, carnes brancas e grelhados. 








Mostra cor Púrpura, Intenso a violetas e groselha madura da Touriga, com especiarias próprias do Cabernet e complexidade dada pelo estágio em madeira. 

Corpo equilibrado e redondo, confirma-se na boca o carácter floral e frutos pretos maduros. 
Final Intenso e excelente persistência. 
Servir a 16-18ºC a acompanhar pratos de caça, cabrito, borrego ou outras carnes condimentadas.




Encomendar online é fácil, rápido e seguro, na loja online da Estado Liquido - Clique Aqui - 









quinta-feira, 8 de maio de 2014

Gin - O Mar mediterrâneo foi destilado

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O Gin Mare é um Premium Gin inspirado pelas plantas do mediterrâneo, é extremamente excitante e tudo menos convencional. 

Inspirado na cozinha mediterrânea e estilo de vida, Mare Gin conta com azeitona, alecrim, tomilho, manjericão e tangerina entre sua mistura exótica de botânica. Isto oferece ao Gin Mare um carácter verdadeiramente único e equilíbrio que é totalmente diferente de qualquer outro Gin no mercado. 

Já é um vencedor da medalha de ouro no cenário internacional.

A base do gin Mare é a azeitona, tomilho, alecrim e manjericão, o chamado gin mediterrânico. 

Uma receita diferente...que realça sobretudo quando usado com em cocktails ou simplesmente com água tónica e muito gelo (serve preferido).



Para encomendar online e receber a oferta de 1 copo - Clique Aqui



Festival do Vinho do Douro Superior - Estado Liquido

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A terceira edição do Festival do Vinho do Douro Superior realizar-se-á de 30 de Maio a 1 de Junho, no ExpoCôa - Pavilhão de Exposições e Feiras, em Vila Nova de Foz Côa.


Dia 30 Maio, Sexta-feira
Feira: 17h00 / 22h00


17h00 - Inauguração Oficial do Festival


18h00 - Prova Comentada: Tintos do Douro Superior, diversidade e qualidade, por João Paulo Martins


21h30 - Jantar Vínico com assinatura do Chefe Marco Gomes e comentado por Fernando Melo – Museu do Côa


Animação ao longo do dia a cargo dos Animatrupe


22h00 - Encerramento da Feira

Dia 31 Maio, Sábado
Feira: 15h00 / 22h00 + Espectáculo


09h00 / 13h00 - Concurso de Vinhos do Douro Superior - Prova


09h30 / 13h30 - Colóquio: “O Douro Sustentável: Vinho e Turismo / Património”. Moderado e apresentado por João Afonso, jornalista e crítico da Revista de Vinhos.


9h30 - Abertura


9h40 - A Arquitectura Vinhateira do Vale: Terraços, Patamares e sua Sustentabilidade - António Magalhães (Fladgate Partnership)


10h10 - Business & Biodiversity: A Actividade Económica Vitivinícola e a Protecção da Biodiversidade e da Paisagem Vitícola Duriense - osé Maria Soares Franco (Duorum Vinhos) e Nuno Vilela (Sinergiae)


11h40 - A Importância das Castas Autóctones - António Graça (Sogrape)


11h10 - Coffee break 


11h30 - A Biodiversidade e o Vinho do Douro - Rui Soares (Real Companhia Velha)


12h00 - Evolução das Operações Culturais Vitivinícolas no Douro: da Modernidade do Séc. XX para a Sustentabilidade do Séc. XXI - Fernando Alves (Symington Family Estates)


12h30 - Eno e Eco Turismo no Vale do Douro: Recurso em Crescimento - Ana Correia (Adriano Ramos Pinto)

13h00 - Debate


13h30 - Encerramento do colóquio

15h00 - Abertura da Feira


16h30 - Prova Comentada de Azeites do Douro Superior, por Francisco Pavão


18h30 - Prova Comentada: Viagem pelos brancos do Douro Superior, por Nuno Oliveira Garcia


Animação ao longo do dia a cargo dos Animatrupe


22h00 - Encerramento da Feira


22h00 - Concerto da fadista MARIZA

Dia 1 Junho, Domingo
Feira: 14h00/ 20h00


14h00 - Abertura da Feira


15h00 - Anúncio resultados do Concurso de Vinhos do Douro Superior


16h30 - Prova Comentada: Portos do Douro Superior: castas, terroirs, estilos, por Luís Antunes


Animação ao longo do dia a cargo dos Animatrupe


20h00 - Encerramento da Feira

Marque já na sua agenda, visita recomendada.


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Vinho, Quintas e Herdades - Herdade da Malhadinha Nova

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Esta semana recomendamos a visita à Herdade da Malhadinha Nova, fique a conhecer melhor a história e os magníficos vinhos que são produzidos nesta Herdade e degustados em todo o Mundo.

Como é normal, a visita começa na sua garrafeira preferida Estado Liquido - Wines & Spirits onde tem à sua disposição um atendimento pessoal, personalizado, prestado por profissionais experientes, que lhe fornecem o apoio na escolha dos produtos mais indicados para si, entre as mais de 2.500 referências disponíveis num espaço com mais de 1.200 m2.

De seguida, partimos para a Herdade.


História 
A Malhadinha Nova é uma típica herdade familiar alentejana, situada em Albernoa, no coração do Baixo Alentejo. Desde 1998, a paixão e empenho da família levaram à transformação de terras há muito abandonadas em solos capazes de dar vida a produtos genuinamente alentejanos e de elevada qualidade, dedicando-se à produção de vinhos de elevada qualidade e à criação de animais de raça autóctones em total harmonia com a Natureza e rigoroso regime de proteção com denominação de origem protegida (DOP). 

Vinha 
As perfeitas condições climatéricas do Alentejo, os solos xistosos e as suaves encostas bem drenadas da propriedade, as castas criteriosamente selecionadas (Touriga Nacional, Aragonêz, Trincadeira, Alicante Bouschet, Syrah, Cabernet Sauvignon, Tinta Miúda para os tintos e Arinto, Roupeiro, Antão Vaz, Chardonnay, Alvarinho, Verdelho e Viognier para os brancos) formam o Terroir da Malhadinha Nova com condições únicas para a produção de vinhos com carácter próprio e de grande qualidade. 

Conceito 
A Adega da Malhadinha Nova tradicional e sofisticada, reúne um conjunto de características únicas, favoráveis à obtenção de vinhos distintos e da mais elevada qualidade. Situada a escassos metros da vinha, a adega aproveita a inclinação do terreno, permitindo que todo o processo de vinificação se faça por gravidade. A uva é rececionada em pequenas caixas de 12kg e descarregada diretamente para os modernos lagares refrigerados, onde a pisa a pé conjuga na perfeição métodos tradicionais de vinificação e utilização de tecnologia por forma a obter da uva todo o potencial que a Natureza lhe deu na vinha. A cave de barricas, escavada na encosta a vários metros de profundidade, confere ao vinho excelentes condições para o envelhecimento. 

Vinhos
Alguns dos muitos excelentes vinhos



Malhadinha Branco
Castas 
Arinto - 65% Viognier - 20% Chardonnay - 15% 
13.5% Vol.

Vinificação
Colheita manual às primeiras horas do dia para caixas de 12kg. Após selecção e triagem rigorosas as uvas foram desengaçadas e suavemente prensadas. Fermentação e posterior estágio de 8 meses em barricas de carvalho francês na presença das borras finas. 

Côr dourada brilhante com laivos esverdeados. Nariz sedutor e complexo. Notas de fruta e florais com a barrica bem integrada. Na boca é elegante e fresco apesar da boa estrutura.

Final persistente e mineral.



Syrah da Peceguina 
Um Syrah maciço proveniente de uma vinha com 27 hectares em solo Xistoso. 

Uvas colhidas manualmente para caixas de 12kg e criteriosamente seleccionadas na mesa de escolha. A fermentação ocorreu em lagar a temperatura controlada com várias pisas durante todo o processo. 

Estágio de 12 meses em barricas novas de carvalho francês. 

Teor Álcool: 15,5% 
Acidez Total: 5.8 g/l em ácido tartárico pH: 3.51

Um vinho impetuoso, viril e carnudo, deleita-nos com o seu fruto maduro e impressiona com o seu corpo.

Pequeno João 
Castas
Touriga Nacional (50%), Alicante Bouschet (25&) e Syrah (25%). 
15%Vol.

Vinificação
Uvas manualmente colhidas para caixas de 12kg e criteriosamente seleccionadas na mesa de escolha. A fermentação ocorreu em lagar a temperatura controlada com várias pisas durante todo o processo. Estágio de 12 meses em barricas novas de carvalho francês. 

O pequeno João apresenta uma cor grená, opaca com laivos violáceos. Nariz elegante e um pouco austero, onde tanto a fruta como a barrica dialogam num registo aristocrático, num pacto de não agressão. Na boa é um vinho longo que se mastiga sem perder a elegância. Aqui a fruta aparece em primeiro lugar com a madeira a ampará-la sem a ofuscar. A concentração é equilibrada pela excelente acidez. A estrutura tânica do Pequeno João faz dele um vinho com grande potencial de envelhecimento.


Malhadinha Colheita Tardia
Castas
Petit Manseng 100%. 
13% Vol.

Vinificação
As uvas foram colhidas manualmente nos primeiros dias de Novembro e criteriosamente seleccionadas na mesa de escolha. O mosto foi inoculado com leveduras seleccionadas e a longa fermentação a baixas temperaturas foi interrompida por forma a manter um adequado nível de açúcar residual, seguindo-se um estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês. 

Nariz fresco e complexo. Notas de alperce, citrinos e folhas de chá com a madeira presente mas bem integrada. Na boca é rico sem ser pesado, a doçura é equilibrada pela acidez cortante, final longo com nuances de frutos secos.

Ver todos os vinhos " Peceguina - Clique Aqui "   //   Ver todos os vinhos " Malhadinha - Clique Aqui "



Para que dá 5 euros? Para um Cartuxa Tinto + um Cartuxa Branco

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A Adega da Cartuxa – Quinta de Valbom, antiga casa de repouso da Companhia de Jesus onde já em 1776 funcionava um lagar de vinho, é actualmente o centro de estágio dos vinhos da Fundação Eugénio de Almeida, e sede do Enoturismo Cartuxa. 

A nova Adega da Cartuxa, situada na Herdade de Pinheiros, permite receber a totalidade da uva produzida nas vinhas da FEA, e tem na sua génese três principais premissas tecnológicas que a distingue das demais: - Efectiva capacidade de refrigeração; - Possibilidade de triagem na totalidade da uva à entrada na adega; - Movimentação e transferência de massas unicamente por gravidade. 

Da linha de engarrafamento totalmente automatizada instalada na Adega Cartuxa saem anualmente cerca de três milhões de garrafas, distribuídas por vinho branco, rosé e tinto das marcas Pêra-Manca, Scala Coeli, Cartuxa, Foral de Évora e EA, e o espumante Cartuxa.

Mas qual o vinho de que falamos hoje? É o Cartuxa Vinea.

 Cartuxa Vinea Branco

Produzido exclusivamente a partir das castas portuguesas Roupeiro e Antão Vaz.

Vinho jovem e frutado.

750Ml. 

12,5% Vol



Cartuxa Vinea Tinto

Produzido exclusivamente a partir das castas portuguesas Aragonez, Castelão, Trincadeira e Alicante Bouschet.

Vinho jovem e frutado.

750ml. 

13.5% Vol


Ficou com interesse em provar? Encomende online - Clique Aqui

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Este Syrah é Rei

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Cem Reis Syrah Reserva Tinto 2012

Reserva de 15.000 garrafas produzidas na região alentejana e vinificado a partir das melhores uvas da casta Syrah, este vinho estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês (40%) e em carvalho americano (60%). 

De cor violeta concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos maduros e especiarias. 

Encorpado, acidez equilibrada e com taninos bem presentes e redondos no final da prova. 

Excelente acompanhamento de pratos de caça, borrego e carnes vermelhas, entre outras. 

Deverá ser servido a uma temperatura entre os 17/18ºC.

Medalha de prata no Wine Masters Challenge 2007 (Portugal) 
Medalha de Prata no Mundus Vini 2007 (Alemanha) 
Medalha de Prata no Challenge Du Vin 2009 (França)
Medalha de Ouro no Challenge Du Vin 2010 (França) 
Medalha de Prata no International Wine Challenge 2009 (Reino Unido)

E também o prémio: Recomendado pela Garrafeira Estado Liquido

Quer degustar? - Clique Aqui

Bloom Gin Ladies - Only Cocktail Competition

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Manuela Runggaldier  - Gin Bloom Competition

Na semana passada podemos assistir à grande final da competição do Bloom Gin, onde depois de ultrapassar outras 29 concorrentes, Manuela Runggaldier (na foto) do Hotel Park Lane, deslumbrou na final com os seus coktails de autor.

Para quando uma competição igual em Portugal?

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Sangria é porta de entrada para novos consumidores de vinho

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Jovens são atraídos pelos sabores doces e frutados da sangria feita com vinho e frutas. 

Segundo uma pesquisa da consultoria Mintel, a sangria é um sucesso entre os jovens consumidores, os chamados Millenials – que estão a se tornar em novos apreciadores de vinhos. 

De acordo com um relatório a sangria já é popular na Península Ibérica e nos Estados Unidos, mas ainda tem uma fraca presença no restante mercado internacional. No entanto, esta situação pode estar prestes a mudar. 

 Os analistas da Mintel apontam para a expansão da sangria no mercado europeu e mundial através da crescente popularidade dos vinhos frutados, suaves e frescos no quotidiano dos mais jovens. 

Com base na mesma pesquisa, 71% dos consumidores alemães entre 18 e 24 anos, 59% dos espanhóis, 58% dos franceses e 42% dos italianos desta mesma faixa etária preferem vinhos com sabores mais frutados, que é um factor diferenciador dos últimos anos, onde os novos consumidores preferiam vinhos “secos”.

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Aprovada a restrição da denominação da venda de "sangria" às bebidas produzidas exclusivamente em Portugal e Espanha