sexta-feira, 20 de junho de 2014

Scala Coeli Syrah 2010 - Vinho elegante

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O Scala Coeli Tinto 2010 resulta das melhores vinificações das castas “estrangeiras” à região, como a Syrah. 

As uvas passaram por um processo de maceração pré-fermentativa a frio, seguida de fermentação alcoólica à temperatura de 28ºC e de maceração prolongada. Período de encuba total de quarenta dias e estágio de quinze meses em barricas novas de carvalho francês.

De cor granada, o Scala Coeli Tinto 2010 apresenta um aroma intenso e elegante. Na boca apresenta uma excelente estrutura com taninos suaves, boa acidez, terminando com ampla sensação de volume.

Enólogo: Pedro Baptista

Medalha de Ouro da 37ª edição do Challenge International du Vin, o mais antigo concurso internacional de vinhos.

Veja mais na sua loja online em: www.estadoliquido.pt / Vinho Premiado








segunda-feira, 16 de junho de 2014

Solar dos Lobos Syrah 2011 - Harmonioso e inspirador

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Uma família tradicional alentejana, com uma paixão enorme por vinhos, inicia em 2005 a produção dos seus próprios vinhos na Herdade Vale D’Anta (Redondo), junto à harmoniosa e inspiradora Serra D’Ossa. Aqui nascem os vinhos Solar dos Lobos!

No inicio de 2014 veio a público o novíssimo Solar dos Lobos Syrah 2011, carregado de amor e luxúria, que a casta "amante" francesa oferece.

É uma vez mais da responsabilidade da enóloga Susana Esteban, eleita a Melhor Enóloga do Ano 2011.

A Prova

Vinho de corpo inteiro, com personalidade vincada e dentro da linha dos varietais de Solar dos Lobos. Este varietal Syrah de cor viva com notas azuis profundas, é de aroma muito intenso a fruta e chocolates negros que não tapam as notas de madeira de carvalho francês bem presentes.

Encomendas online em: www.estadoliquido.pt/Solar dos Lobos Syrah

Herdade Dos Grous Reserva Branco 2012

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Os vinhos da Herdade dos Grous apresentam uma forte personalidade evidenciando as características do terroir da Herdade dos Grous. Marcados pela frescura e pela franqueza da fruta, no caso dos vinhos brancos são de uma grande riqueza aromática. Este Branco Reserva é um vinho, que nos oferece ainda uma maior estrutura.

Intervenções culturais criteriosamente adaptadas a cada casta e parcela para a produção de excelente qualidade de fruta. Aplicação de um limite máximo de produção por cepa através de monda de cachos. toda a colheita é cuidadosamente seleccionada e trasnsportada em caixas de 25Kg até a adega.

Castas

Antão Vaz, Verdelho e Viognier Antão Vaz, casta mais tardia, foi vindimada a 10 de Setembro ao contrário do Viognier e do Verdelho que foram colhidos a 27 e 29 de Setembro respectivamente. 

Notas de Prova

Cor dourada. Aroma de fruta que sugere pêssego e lima bem integrado com notas de baunilha provenientes da madeira onde fermentou. Sabor rico em fruta, fino, mineral e com bom volume de boca. 

Serviço

Deve ser servido a uma temperatura de 10-12ºC. 

Gastronomia

Acompanha pratos ricos de peixe e carnes brancas

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Para os almoços de Domingo - Peceguina Tinto e Branco

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Chegando agora a altura do ano em que os almoços de Domingo se estendem em longas e agradáveis conversas, nada como levar à mesa para acompanhar em beleza o almoço, um vinho magnifico e que dá uma grande prova. Para agradar a todos, existe a solução de adquirir o Tinto Peceguina e o Branco Peceguina em conjunto.

Conjunto Monte da Peceguina Tinto e Branco.
http://estadoliquido.pt/pt/garrafeira/go/ConjMontedaPeceguinaTintoBranco2gfs
Monte da Peceguina Tinto
Uvas colhidas manualmente para caixas de 12Kg e criteriosamente seleccionadas na mesa de escolha. A fermentação ocorreu em lagar a temperatura controlada com várias pisas durante o todo o processo. Estágio parcial de 9 meses em barricas de carvalho francês.

Castas: Tinta Miúda, Trincadeira, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Syrah, Alicante Bouschet e Aragonez.
Teor Álcool: 14%

Monte da Peceguina Branco
Castas: Antão Vaz, Verdelho, Arinto e Roupeiro.

Colheita manual às primeiras horas do dia para caixas de 12Kg. Após selecção e triagem as uvas foram desengaçadas e suavemente prensadas. A fermentação ocorreu em cubas de inox a temperatura controlada.
13.0%Vol.

Prova - Monte da Peceguina Tinto
Apresenta uma cor vermelha com laivos violetas. Notas de fruta vermelha fresca e algum floral sobressaem num fundo especiado e tostado. Boa presença na boca sem pesar demasiado. Equilíbrio entre fruta e madeira num conjunto fresco e complexo que pede algum tempo de garrafa.

Prova - Monte da Peceguina Branco
Apresenta uma cor maravilhosa. Nariz atraente onde sobressai a fruta, nuances minerais e algum floral dão complexidade ao conjunto. Estruturado na boca, mas equilibrado pela boa acidez. Final de boca fresco e prolongado.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Beyra Tinto - Um vinho gastronómico

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O Enólogo 
“O enólogo Rui Madeira, que divide a sua paixão pelos vinhos com um sentimento idêntico em relação aos azeites, tem o seu nome ligado a produtos de alta qualidade e vendidos a preços muito sensatos.” 
David Lopes Ramos - Público (2005). 

“Rui Roboredo Madeira faz parte de uma nova geração de portugueses que estão a marcar o ritmo para a crescente qualidade dos vinhos de mesa do país.” 
Kim Marcus - Wine Spectator (2003).

Principais Prémios 
TOP 10 Star Award – Vinexpo (Bordeaux) 2003 
Best White Wine – Councours Mondial de Bruxelles 2009 
TOP 10 Wine Spectator 2010 




Beyra Tinto - O vinho 
Castas
Vinho jovem que foi produzido com uvas das castas Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) e Touriga Nacional.

Solos

Graniticos e xistosos com filões de quartzo.

Origem

Uvas com origem em vinhas plantadas no planalto da Beira Interior, a uma altitude média de 700 metros.

Vinificação

Uvas colhidas à mão, recepção com desengace total e esmagamento de imediato. Fermentação entre os 22 - 26 ºC durante 7 dias com maceração suave.

Estágio

Estágio durante 1 ano em cubas de aço inox até ao engarrafamento.

Álcool: 12,5% / pH: 3,8 / Acidez Total: 4,65 g/dm / Açucares Redutores: 8,6 g/dm.


Notas de prova
Aroma e sabor muito intenso, reflecte bem a região e a altitude. Carácter mineral dos vinhos de altitude, com frutos silvestres e especiarias. Fresco e muito elegante, com um final longo. Muito gastronómico. 
Um vinho que fica na memória. A alma deste vinho está na combinação única entre uvas das castas Alfrocheiro, Aragonez, Jaen e Touriga Nacional, de vinhas plantadas em solos graníticos e xistosos com filões de quartzo, na bacia hidrográfica do rio Douro a uma altitude média de 700 metros. 

Gastronomia

Experimente-o com pratos de cozinha mediterrânica de sabor intenso.


Mais vinhos Beyra

Beyra Superior Tinto


EN
Young wine / 12 months ageing in stainless steel vats / Grape varieties: Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) and Touriga Nacional / Granite and schist soils with quartz veins.

Fruity aroma with very elegant and discreet minerality. Berries and spices, fresh, with a fruity lasting finish. The soul of this wine lies in the unique combination of the Alfrocheiro, Jaen (Mencia), Aragonez (Tempranillo) e Touriga Nacional grape varieties, from old vines planted in granite and schist soils with quartz veins, in the Douro River’s hydrographical basin, at an average altitude of 700 metres above sea level.

Enjoy with Mediterranean cuisine.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Manoella Tinto 2012 - Fresco e delicado

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O mais novo descendente da linha de vinhos idealizada por Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio, os criadores do famoso Pintas. Esta propriedade pertence à família Serôdio Borges há mais de 200 anos e o casal teve o privilégio de receber esta herança em 2008 e assim dar seguimento à longa tradição familiar. 

O grande desafio presente em todos os vinhos da Wine & Soul é atingir o equilíbrio entre a concentração e a frescura que as uvas do Douro proporcionam.

O Manoella Tinto é produzido a partir das castas Touriga Nacional (60%) - Touriga Franca (25%) - Tinta Roriz (10%) e Tinta Francisca (5%).

750 ml - 14% Vol.

Um estilo e uma filosofia completamente diferente dos vinhos Pintas. São vinhos não tão amplos e não tão opulentos como os Pintas, mas ao invés, são de uma frescura e delicadeza, compensadoras, e de uma concentração fenomenal que se obtém a partir das vinhas velhas. 

Um vinho com presença que não desaponta e merece a sua prova.


Mouchão Tinto 2009

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Uma escolha obrigatória e que se torna numa verdadeira comemoração quando o degustamos. O melhor do Alicante e do que se faz no Alentejo. Um vinho que nos enche a alma. Num mundo enológico em constante evolução, a Herdade do Mouchão mantém-se como sempre foi, uma tradição de família.

É o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão. É desenhado com base na casta Alicante Bouschet que encontrou na Herdade do Mouchão um “terroir” de eleição e que lhe confere um carácter único. O loteamento desta casta complementado com Trincadeira conferem-lhe um maior exotismo e elegância. 

Após fermentação em lagares o vinho estagia 24 meses em tonéis de 5,000 litros de carvalho português, macacaúba e mogno, e depois mais 24 a 36 meses em garrafa.

O vinho Mouchão apresenta uma cor profunda, concentrada, um carácter especiado e a sua estrutura de taninos única potencia um longo envelhecimento em garrafa. 

Um vinho elegante e distinto, ideal para guardar na sua garrafeira.

750ml - 14,5%Vol

terça-feira, 27 de maio de 2014

Podemos resumir este Vinho do Porto? Um Luxo em Estado Líquido?

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A Taylor’s tem uma das maiores reservas de vinhos do Porto envelhecidos em casco, uma das maiores de qualquer produtor. Nela se inclui uma colecção de Colheitas raras. Estes vinhos do Porto, provenientes de um só ano, atingem a maturação em velhos cascos de carvalho e apresentam a data de colheita no rótulo. A Taylor’s tomou a decisão de, anualmente, lançar uma edição limitada de um Colheita com 50 anos. A primeira da série será o Colheita de 1964, que apresenta um excepcional carácter.

Taylors Single Harvest 1964 
Durante as cinco décadas de envelhecimento em cascos de carvalho, este vinho adquiriu uma atractiva cor mogno pálida com reflexos âmbares e verde azeitona.

No nariz o vinho apresenta elegantes aromas amadeirados e complexas especiarias, nozes e notas de caixa de charutos num fundo aveludado de caramelo e melaço. O paladar aveludado é evidenciado por uma viva acidez que dá ao vinho uma atractiva frescura apesar da sua idade. O final é muitíssimo longo, com sabores ricos de pimenta preta e especiarias, persistentes do palato.

Finamente constituído e maravilhosamente equilibrado, este raro Colheita é seguramente uma homenagem excepcional à celebração do quinquagésimo aniversário de uma pessoa ou de um acontecimento.

Para encomendar online de forma fácil, rápida e muito segura:
Clique - Aqui www.estadoliquido.pt/Taylors 1964


EN
Taylor's holds one of the most extensive reserves of very old cask aged Port of any producer. They include a collection of rare Single Harvest Ports. These are Ports from a single year which age to full maturity in seasoned oak casks and display the year of harvest on the label. Taylor’s has decided to make a limited release, each year, of a Single Harvest Port made 50 years previously. The first in the series is a 1964 Single Harvest of exceptional character.

During its five decades of ageing in oak casks, this wine has taken on an attractive pale mahogany colour with olive amber highlights. 


On the nose the wine displays fine oaky aromas and complex spicy, nutty, cigar box notes against a warm mellow background of butterscotch and molasses. 


The smooth velvety palate is lifted by a crisp acidity which gives the wine an attractive freshness in spite of its age. The finish is immensely long with rich, spicy, black pepper flavours lingering on the palate. 


Finely constituted and beautifully balanced, this rare Single Harvest Port would be an exceptional tribute to any 50th anniversary.





segunda-feira, 26 de maio de 2014

Invista em vinhos e ganhe até 15% ao ano

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Acaba de entrar uma nova empresa no mercado nacional. Trata-se da Vino Invest e pretende lançar o conceito de investimentos em vinho de alta qualidade. 

De acordo com a mesma, apostar neste sector representa um investimento seguro e com pouca volatilidade.

Quer investir e obter uma média de retorno de 15% ao ano? É possível se optar pela Vino Invest - empresa especializada em consultoria de empresa para investimentos em vinhos de alta de qualidade de Bordéus e Borgonha e conta com a supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

"O investimento em vinhos de alta qualidade é uma escolha segura, pouco volátil e regista uma média de retorno de 15% por ano, nos investimentos a cinco anos. Esta opção de investimento é particularmente dirigida a investidores com elevados recursos financeiros, ou clientes institucionais, que pretendam diversificar o seu portefólio de aplicações", revela a empresa que acaba de se estrear no mercado nacional. 

Para conseguir obter os melhores resultados, a Vino Invest aposta ainda numa monitorização constante do mercado internacional e, como a actividade é regulada pela CMVM, a empresa garante que as transacções são efectuadas de forma transparente. 

Mas este investimento tem de obedecer a alguns critérios. "Os vinhos são sempre de produção limitada, das regiões de Bordéus e Borgonha, com uma elevada classificação pelos mais conceituados críticos de vinho. A elevada procura global, os registos históricos, quer a nível de retorno financeiro, quer a nível de produção de vinhos de excelência, são factores essenciais na selecção dos vinhos. Realizam-se também várias análises financeiras do mercado, quer quantitativas, quer qualitativas, a fim de identificar as tendências e as oportunidades de compra e venda", esclarece ainda a empresa.

Ler artigo completo. ionline.pt

quinta-feira, 22 de maio de 2014

47 razões para beber um Gin único e exclusivo

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Um gin premium com 47 ingredientes diferentes, de extrema qualidade, onde cada um deles se torna por si só um excelente motivo para beber este gin extraordinário e único.

Gin Monkey 47 Schwarzwald Sloe Gin
O gin Monkey 47 tem um nome e uma história curiosa: Em 1945, quando terminou a segunda guerra mundial, Monty Collins, da força aérea inglesa, foi destacado para Berlim para ajudar na recuperação dos violentos bombardeamentos que a cidade sofrera durante a guerra.

Para simbolizar a sua devoção à causa, Collins, escolheu a recuperação do jardim zoológico como prioritária e adoptou, como mascote, o macaco chamado Max . Dai o nome do gin, Monkey. 

O que Collins não esperava era ter saudades da sua bebida favorita, Como tinha dificuldades em obter a bebida, resolveu fazer o seu próprio gin. Impressionado com a riqueza da botânica da floresta negra, onde foi viver depois de Berlin, Collins escolheu ingredientes apenas dessa floresta para o seu gin e seleccionou exactamente 47 ingredientes diferentes. Dai o nome 47. Monkey 47. 

O cuidado a fazer o gin é tanto que tudo é feito artesanalmente, desde a recolha dos ingredientes, à destilação, ao engarrafamento e até ao rótulo, tudo é feito com um cuidado extremo para que se crie um gin único e exclusivo.

Como contém 47 botânicas na sua composição, o monkey 47 é já em si um gin complexo que não precisa de infusão para optimizar o seu sabor.


Para encomendar este gin único e exclusivo, online - Clique Aqui - (o transporte é grátis).


Qual é a diferença da doçura nos vinhos?

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O sumo de uva é doce por natureza, mas como as leveduras se alimentam deste açúcar durante a fermentação, o sumo se torna menos doce. As leveduras morrerão quando o grau de álcool atingir 15% ou quando todo o açúcar tenha sido consumido. Qualquer açúcar que permanecer no vinho, uma vez mortas as leveduras, determinará a doçura do vinho. 

Seco 
A maioria dos vinhos que você provavelmente prova serão secos porque as leveduras terão convertido todo o açúcar em álcool e dióxido de carbono. A maior parte dos vinhos tintos e a maioria dos brancos são secos, embora alguns sejam mais secos do que outros. Exemplos de vinhos brancos secos são o Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, o Sherry/Jerez Fino de Espanha e o Champagne Bruto. Os vinhos tintos secos incluem o Châteauneuf-du-Pape de França, o Valpolicella de Itália e o Pinotage da África do Sul. 

Meio-Seco 
Os vinhos de sabor meio-seco que você provavelmente prova serão geralmente brancos e rosés. Para fazer um vinho meio-seco, o enólogo poderá retirar as leveduras do sumo antes de todo o açúcar ter sido consumido ou adicionar ao vinho seco sumo de uva doce não fermentado. Um vinho meio-seco deverá ter alguma doçura, mas não deverá ser cansativo nem enjoativo. Muitos vinhos conhecidos da Alemanha, tal como o Liebfraumilch, encaixam neste estilo; e há também muitos vinhos rosé, como o Blush Zinfandel da Califórnia. 

Doce 
A doçura de um vinho é logo percebida na ponta da língua. Frequentemente, o açúcar far-nos-á sentir o vinho mais denso e rico. Os melhores vinhos doces são feitos a partir de uvas tão ricas em açúcar que as leveduras morrem antes mesmo de todo o açúcar ter sido consumido. Apesar do seu grau de açúcar elevado, é comum os vinhos doces conseguirem ser equilibrados em sabor devido à refrescante acidez que geralmente contêm. Exemplos de vinhos doces são o Sauternes, de França, o Vinho do Porto, de Portugal e o Asti, de Itália.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Vinho verde português está sem stock

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Comissão Vitivinícola dos Vinhos Verdes afirma que não existe, neste momento, capacidade para responder a um crescimento das exportações.

A região do vinho verde está sem “stock” para aumentar exportações. O cenário é traçado pelo presidente da Comissão Vitivinícola dos Vinhos Verdes, reconhecendo que faltam vinhas na região para dar razão à capacidade de crescimento da exportação.

É preciso plantar mais vinha. Somos uma região que não tem ‘stock’ porque na década de 2000 houve algum abandono da vinha. Ao mesmo tempo, a partir de 2003/2004 as exportações começaram a puxar sobretudo pelas vendas e chegamos ao fim da década com um ‘stock’ baixo”, explica à Renascença Manuel Pinheiro. 

“Temos vinho suficiente para o mercado actual, mas para crescer, precisamos de plantar mais vinha”, acrescenta. 

As exportações bateram recordes em 2013 com mais de 30 milhões de euros de vinho verde vendido para países como a Alemanha, os Estados Unidos, Canadá e Brasil. 

Valores que fazem do vinho verde o vinho não licoroso mais exportado em Portugal e que em 2015 quer chegar a novos mercados do Oriente. 


in. rr.sapo.pt

Um Vinho de A(l)titude

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Um Vinho de Altitude com Atitude

Na pequena aldeia da Vermiosa, localizada no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, a uma altitude média de 700 metros, há vários séculos que cultivam a vinha e criam vinhos que ainda hoje são conhecidos pela sua frescura e personalidade. 

Aqui existe um património vitivinícola com muito por revelar: vinhas velhas com castas autóctones perfeitamente adaptadas ao clima rústico provocado pela elevada altitude, em combinação com o solo, onde entre o xisto e o granito, se encontram muitos filões de quartzo.


Para hoje, destacamos um Beyra Superior.

Beyra Superior Tinto

12 meses em barricas novas de carvalho francês 1/3 e americano 2/3. 

Lote de uma selecção de uvas em várias parcelas de vinha, das castas Tinta Roriz (Tempranillo), Jaen (Mencia), Touriga Nacional e uma pequena percentagem de vinhas velhas com Rufete.

Solos xistosos da bacia hidrográfica do rio Douro, em pleno Parque Natural do Douro Internacional a uma altitude de 700m. Produto natural sujeito a criar depósito com a idade. 

Enólogo: Rui Reboredo Madeira 
13.5% Vol 
pH 3,75
750 ml 

Grande concentração, muito fresco, o lote deu origem a um aroma muito complexo onde se conjugam harmoniosamente as notas de barrica que adicionam complexidade às especiarias, aos frutos pretos, ao alcaçuz, às violetas num conjunto que promete melhorar em garrafa ano após ano. Complexidade, aroma muito concentrado, vigoroso e estruturado na boca com uma textura espessa a denotar uvas criadas com stress. 

Antes de o beber decante-o, disfrute-o com pratos de carne fortes, caça e ou queijos fortes que mais goste.

Para encomendar online - Clique Aqui


EN
12 months in 1/3 French and 2/3 American new oak barrels. (field) Blend of a section of (native) grapes from several vine plots (vineyards), of grape varieties Tinta Roriz, Jaen, Touriga Nacional and a small percentage of old vines with Rufete. Grown on unique soils at an altitude of 700, the location is close to the Douro region and shares many of its attributes. This is a natural product and will in time throw some sediment. 

Winemaker: Rui Reboredo Madeira 
13.5% Vol 
750 ml

The grapes that created this wine fermented together. My goal was to harvest the various grape varieties from different vineyards when I believed the timing was right to produce a wine for ageing. 

Great concentration and very fresh, the blend produced a remarkable complex aroma where the notes of oak mingle harmoniously and add complexity to the spices, blackberry, liquorice and violets, in a blend that promises to get better in the bottle year after year. 

Complex, very concentrated aroma. Robust and structured on the palate with a thick texture evoking grapes grown under stress. 

Decant before serving. 

Enjoy with strong meat dishes, game or your favourite strong cheeses.

Buy online in www.estadoliquido.pt

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Vinho & Fado de braço dado em Anadia

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Para assinalar o Dia Internacional dos Museus, a Câmara Municipal de Anadia inaugura, no Museu do Vinho Bairrada, no próximo domingo, 18 de maio, pelas 16 horas, mais um grande ciclo expositivo que, desta feita, convida a descobrir a íntima relação entre o Vinho e o Fado, e que contará, na cerimónia, com a presença da fadista Ana Moura, embaixadora oficial do evento.
Constituído por três exposições, este ciclo resulta de uma parceria com o Museu do Fado, a Fundação Amália Rodrigues e a Comissão Vitivinícola da Bairrada, e conta com a colaboração da Escola de Viticultura e Enolologia da Bairrada / Escola Profissional de Anadia e Nuno Sacramento – Arte Contemporânea.
Assim, num primeiro núcleo, todas as atenções se viram para Amália Rodrigues. Na exposição “Amália”, estarão patentes diversos objectos pessoais da diva do fado, provenientes da Casa Museu Amália Rodrigues e cedidos pela Fundação Amália Rodrigues, cuja ação de divulgação da vida e obra da fadista se alia a um papel benemérito definido pela própria artista. De entre as peças expostas, destaque para vestidos e jóias que Amália usou em grandes palcos nacionais e internacionais.
Mais informação em local.pt/portugal

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Primeira Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Turismo

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Primeira Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Turismo


Decorre, em Braga, de 16 a 18 de maio, a primeira Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Turismo. Esta feira, com o carimbo da InvestBraga, e que visa a promoção de “três áreas chave para o Minho”, aposta na promoção do que melhor se faz no vinho verde, gastronomia e turismo na região.
Ao longo dos três dias em que decorre o evento, os visitantes poderão participar em várias conferência e workshops, para além de acções de formação. Também irão decorrer várias provas e degustações de vinhos, para além de concursos e encontros de confrarias.
Depois do sucesso da AGRO 2014, que se realizou no passado mês de Março e contou com a presença de cerca de 100 mil pessoas, a InvestBraga, a nova agência de dinamização económica de Braga, parte para a organização do seu segundo evento no Parque de Exposições de Braga com expectativa redobradas.
No primeiro dia do certame, antecedendo a inauguração, terá lugar a conferência “modernizar o mundo rural”, organizada em conjunto pelo BIC Minho e a Minho Empreende. Este primeiro dia será ainda palco para uma demonstração gastronómica da autoria do conceituado Chefe, José Vinagre, uma prova de espumantes da Espumaria Portuguesa e um curso de vinhos. Durante este curso, os visitantes da feira terão a oportunidade de aprender com os mais experientes enólogos, entre os quais se encontra Bruno Almeida, da Comissão Vitivinícola da Região dos Vinhos Verdes.

Estados Unidos lideram consumo de vinho

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Os norte-americanos estão a desenvolver o gosto pelo vinho e a prova disso é o aumento do consumo. Os Estados Unidos destronaram, no ano passado, a França e tornaram-se o maior mercado consumidor em termos de volume, segundo a Organização Internacional do Vinho e da Vinha.
Mas quando se trata de consumo “per capita” as contas são outras. Os franceses consomem em média uma garrafa e meia por semana, seis vezes mais do que os norte-americanos.
No ano passado, os Estados Unidos consumiram um total de 29,1 milhões de hectolitros de vinho. A França pouco mais de 28 milhões, o que representa uma queda de sete por cento. Surgem depois Itália (21,7 milhões de hectolitros), onde o consumo cai, e a Alemanha (20,3 milhões), um dos poucos países europeus onde o consumo sobe.
Em Portugal, o consumo ficou pelos 4,5 milhões de hectolitros.
Nos Estados Unidos, há uma mudança de mentalidade, como explica Antony Riboli, cuja família produz vinho há 90 anos na região de Los Angeles: “No passado, penso que o vinho tinha uma conotação de produto de luxo, muito caro. Agora, veem-se pessoas a dizer “posso encontrar uma boa garrafa de vinho por menos de vinte ou quinze dólares”, ou bebem um copo ao jantar. Essa é a nova tendência do setor e acho que se vai manter. As pessoas estão a ver o vinho como uma bebida nacional”.
Entre 2002 e 2011, o consumo anual “per capita” dos norte-americanos subiu 17%. A Organização Internacional do Vinho e da Vinha reconhece que ainda há margem de progressão, sobretudo, ao nível da qualidade, privilegiada pelos franceses.
Já o consumo mundial ascendeu a 239 milhões de hectolitros, 40 milhões de hectolitros aquém da quantidade produzida no planeta.
In. euronews

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Vamos dar o pontapé de saída da final da Liga Europa

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Feita através de fabrico artesanal, este licor apresenta uma elevada qualidade. Todos os ingredientes são seleccionados um por um, o que aliado a uma receita familiar, resulta numa bebida de sabor intenso, agradável e com um aroma muito requintado. 

Aqui apresenta-se numa bela garrafa com um design exclusivo.

Servir simples num cálice ou ballon de vidro como aperitivo ou digestivo. Também é excelente para cocktails ou utilizado para fins culinários. Deve consumir-se à temperatura compreendida entre 15º a 18º Celsius. No tempo quente recomenda-se servir fresco. 

Partilhe este pontapé com a sua família e amigos - estadoliquido.pt/Comprar a Melhor Ginja








terça-feira, 13 de maio de 2014

Gin Sharish - Lentamente destilado no Alentejo

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Nome
Gin Sharish

Capacidade

700Ml.

Álcool

40%Vol.

História

De carácter português e produzido no Alentejo vai buscar o seu nome à vila de Monsaraz. Utilizado durante a ocupação muçulmana, o termo árabe, SHARISH significa Xara ou Jara, a muito alentejana ESTEVA (cistus ladanifer). Assim Mont Sharish significaria "Monte erguido num impenetrável brenhal de estevas. Originando posteriormente MONSARAZ.

Botânicos

Zimbro, Maça Bravo de Esmolfe DOP, Lúcia-Lima, Casca de Laranja e Casca de Limão do Alentejo, Semente de Coentros, Cravinho, Baunilha e Canela.

Destilação e Engarrafamento

Destilado num alambique tradicional Português, dá origem a lotes de 300 garrafas numeradas e assinadas manualmente pelo destilador António Cuco.

Carácter
Lentamente destilado no Alentejo, é um gin de carácter português produzido com ingredientes de Portugal. 

Perfect Serve

Maçã bravo (sliced) e Fever Tree Mediterranean.

Encomende online - Clique Aqui -


E foi assim que o gin conquistou Portugal

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Bares de gin a aparecer como cogumelos, uma revista dedicada exclusivamente à bebida, um evento, o GinTasting, quatro marcas nacionais a nascer num ano. O que aconteceu aos portugueses para, de repente, andarem todos com um copo--balão na mão a discutir o "perfect serve" e os seus botânicos preferidos? Miguel Somsen, dos Gin Lovers - que acabam de lançar a revista "Zest" e abrir o seu primeiro bar de gin oficial -, conta-nos como chegámos aqui.
Uma revista dedicada inteiramente ao gin? E há assim tanto para dizer? Não éramos os primeiros a ter esta reacção, e Miguel Somsen, jornalista e um dos fundadores do grupo Gin Lovers, estava mais do que preparado para ela. Sim, claro, há imenso a dizer, garante. 

Estamos sentados num final de tarde no bar Vestigius, no Cais do Sodré, em Lisboa, um local que nasceu ligado ao vinho, mas que foi o escolhido para os Gin Lovers lançarem o seu primeiro bar de gin oficial — ou seja, o primeiro com uma carta com assinatura do grupo, que inclui curiosos como Miguel, mas também especialistas como Cláudio Cruz (os restantes lovers são Carlos Alves, Frederico Patrício, Daniel Carvalho e José Lázaro). Daí a pouco vai começar a inauguração do Vestigius Wine & Gin, mas antes Miguel tem tempo para nos explicar como começou a loucura do gin em Portugal.

O que faz, afinal, com que em pouco mais de um ano tenha havido uma explosão do consumo e do interesse pelo gin em Portugal, de tal maneira que há bares de gin a nascer como cogumelos por todo o lado, os Gin Lovers lançaram um site, uma aplicação para mobile e agora a revista Zest, e nasceram já quatro marcas de gin portuguesas (e tudo indica que há uma quinta a caminho)?

Em primeiro lugar, temos que esclarecer o seguinte: a actual moda do gin é uma coisa da Península Ibérica. “Fora da Península Ibérica não se está a passar nada. Vais a França e ninguém está a beber gin”, diz Somsen. E se quisermos conhecer a história mesmo do princípio, temos que começar por Espanha. “A renovação do gin aconteceu lá”, explica. 

“Estive agora em Espanha, fui à destilaria da Gin Mare, e andei pelos bares de Barcelona para perceber exactamente o que se passava. Claro que todos tinham histórias diferentes. Mas o representante da Gin Mare, por exemplo, disse-me que alguns dos grandes culpados tinham sido os chefs de cozinha. Ferran Adrià, no elBulli [o mítico restaurante que liderou a revolução gastronómica em Espanha e que está actualmente encerrado] decidiu que só ia usar Fever-Tree, o que foi uma revolução brutal, porque a água tónica que dominava era a Schweppes. O facto de o gin ter chegado às grandes cozinhas ajudou.” 

Mas o gin não é uma bebida nova. “Sim, claro, o gin já existia, mas estava sistematicamente a ser mal servido em todo o lado.” Então James Bond tinha razão quando, já na década de 50 do século passado (consta que a primeira vez que usou a frase foi no livro Os Diamantes São Para Sempre, em 1956), insistia que queria o seu Dry Martini (gin e vermute) “shaken, not stirred”, ou seja, “agitado e não mexido”? Há formas certas de fazer estas coisas (mesmo que a de Bond possa ser polémica, mas não vamos entrar por aí), e nós andávamos esquecidos?

Falemos de uma coisa simples: o gin tónico. “Percebeu-se que era importante que se respeitasse aquilo que as pessoas tinham esquecido, que eram as medidas”, continua Somsen. “Todos os destilados têm que ter medidas, e há regras específicas, tal como nas receitas de comida.” No caso do gin é particularmente fácil decorar a fórmula: “um quarto de gin, três de tónica e mais nada. É assim que a bebida fica equilibrada.” Depois há, claro, tudo o resto que se acrescenta para criar gins “de assinatura”, mas já veremos isso mais à frente.

O que acontecia até há cerca de um ou dois anos em Portugal era absolutamente errado, sublinha. “O que se via, e ainda vê, nos bares é virarem a garrafa para dentro de um copo com três pedras de gelo dentro, e depois a água tónica fica quase toda dentro da garrafa porque não cabe no copo. É ridículo.” Foi por isso que apareceram os copos grandes e largos, de balão, que, segundo os actuais puristas do gin, devem ser cheios de gelo e levar depois o quarto de gin e três de tónica, para uma “combinação perfeita de sabores”. Importante: a bebida deve ser consumida em meia hora, para que o gelo não comece a derreter. 
Créditos - Por Alexandra Prado Coelho / ver artigo completo em: fugas.publico.pt

A Maior Adega do Mundo

BY Estado Liquido - Wines & Spirits IN No comments


Túneis de Cricova
Nos dias de hoje, 1,3 milhões de garrafas de mais de 600 marcas (incluindo aí vinhos e licores) estão nos inúmeros corredores, que chegam a ter 7,5 metros de largura e 3,5 de altura, com profundidades que variam de 35 a 80 metros. Essas características mantêm o ambiente numa temperatura constante entre 12 e 14°C e com humidade de 97 a 98%. Os túneis são tão grandes que podem comportar carros e é possível conduzir pelas "ruas", que possuem nomes das diversas variedades de uva. Mas, além de servir de guarda a vinhos, os túneis têm inúmeros "ambientes", com salas de degustação, de reunião, de jantar, em diferentes estilos arquitectónicos e de decoração.

Em 1954, foi fundada a Cricova Oenotec, empresa vitivinícola moldava que usa cerca de 60 quilómetros dessas minas para os seus próprios vinhos. Durante o regime soviético, os túneis de Cricova ficaram fechados para o público e apenas delegações de políticos e celebridades, como os presidentes Mikhail Gorbachev e o astronauta Iuri Gagarin, tinham acesso. Por aquelas bandas é normal ouvir (não se sabe se corresponde á verdade) que Gagarin, primeiro homem orbitar a terra, em 1961, visitou a adega em 1966 e só saiu dois dias depois (e com ajuda). Em 1967, a colecção de vinhos de Cricova foi considerada um símbolo da república socialista.
Mais recentemente, em 2007, quando comemorou 50 anos, o presidente russo Vladimir Putin também esteve nas caves da Cricova para celebrar. Curiosamente, os túneis continuam a aumentar, pois ainda hoje há escavações em algumas partes para a obtenção de calcário. Aliás, as primeiras escavações datam do século XV e começaram exactamente para obter cal para a construção da cidade de Chisinau.

Ainda Maior?
Não muito longe de Cricova, ainda na Moldávia, outra adega alega ser a maior do mundo. A vinícola Milestii Mici diz ter cerca de 200 quilómetros de túneis subterrâneos que servem para a guarda de vinhos, porém "apenas" 50 são usados para esse fim. Assim como a sua "concorrente", essa cave antes era usada como mina de cal. Em Agosto de 2005, o Guinness Book, atestou que Milestii Mici possui a maior colecção de vinhos do mundo, com mais de dois milhões de garrafas em stock.


Impressionante...